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quarta-feira, 18 de março de 2026

>>> IMAGEM DA SEMANA

 

FNM 1958 no 4º Encontro de FNM e Caminhões Antigos de Ourinhos/SP
Foto: Xykho Dainezi

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sexta-feira, 15 de março de 2024

segunda-feira, 8 de agosto de 2022

>>> VÍDEO DA SEMANA


FNM Cabine Metro ano 1958 no Museu 'American Old Trucks', em Canela/RS.

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quinta-feira, 23 de setembro de 2021

>>> PROPAGANDA

 


Caminhão F.N.M. - Alfa Romeo (1953)

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quinta-feira, 4 de abril de 2019

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

>>> VÍDEO DA SEMANA



O ator Walmor Chagas de carona na boleia de um FNM, no filme 'São Paulo S.A.' (1965)...

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segunda-feira, 31 de julho de 2017

>>> VÍDEO DA SEMANA



FNM no canal 'Planeta Caminhão'...

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quarta-feira, 5 de julho de 2017

>>> FNM NO LIVRO


Livro conta a história da
lendária Fabrica Nacional de Motores

A trajetória da FNM (Fábrica Nacional de Motores) se confunde com a história do Brasil. Na década de 1950, praticamente toda a produção agrícola brasileira era transportada pelos lendários D-9.500 e D-11.000, caminhões que ficaram para sempre na memória de uma geração. Além de contar a história do desenvolvimento destes modelos, o livro Caminhões FNM, lançamento da Editora Alaúde, presenteia os apaixonados por esses pioneiros da estrada com fotos atuais e de época, além de um layout vintage.


A FNM foi pioneira ao inaugurar, em 1949, a primeira linha de montagem de caminhões genuinamente brasileiros. Antes disso, todos os caminhões que rodavam pelas ruas e estradas do país eram de marcas estrangeiras – a maioria vindas da Inglaterra.

Mas não é só por isso que a FNM ainda é lembrada pelos aficionados do automobilismo: também ficaram na memória a robustez e o ronco do motor Alfa Romeo dos D-9.500 e D-11.000, os dois modelos fabricados pela empresa na década de 1950.

Além de trazer inúmeras informações técnicas e lindas fotografias dos dois veículos históricos, a obra traz ainda detalhes sobre modelos mais recentes, como os FNM 180 e FNM 210, produzidos depois da aquisição da fábrica pela Alfa Romeu, e a evolução dos modelos posteriormente desenvolvidos pela Fiat e Iveco, empresas que assumiram o controle da marca.

“Em um país de dimensões continentais como o Brasil, cuja malha ferroviária é insuficiente para o transporte de todo tipo de insumos, o caminhão teve um papel fundamental no desenvolvimento da economia. Logo a FNM se tornou uma marca de suma importância, fazendo história com os lendários D-9.500 e D-11.000, lançados em 1950 e em 1958, respectivamente”.

* Press Release/Editora Alaúde.

quarta-feira, 15 de março de 2017

>>> IMAGEM DA SEMANA


Paixão por FNM...

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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

>>> LINK DA SEMANA


Álbum de fotos da restauração de um FNM D11000 ano 1965...

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segunda-feira, 2 de maio de 2016

>>> COLECIONANDO FNM


O colecionador que já acumula 27 caminhões - e vai para o trabalho com eles!

Dizem que uma das razões para o sucesso urbano dos SUVs é a posição mais alta de dirigir. Pode ser. Mas certamente isso não está entre as justificativas para um empresário paulistano adotar o caminhão como seu meio de transporte preferido. Na contramão da tendência do downsizing e dos compactos e econômicos carros urbanos, o programador Osvaldo Tadeu Strada, 58 anos, não abre mão de ir trabalhar ao volante de um de seus 27 caminhões, 22 deles da marca FNM, o primeiro fabricado no Brasil.


Produzidos durante 35 anos - a partir da década de 50 - pela Fábrica Nacional de Motores, os FNM eram equipados com motores Alfa Romeo e tornaram-se populares em nossas estradas, conquistando a fidelidade de muitos caminhoneiros. Entre eles, o pai de Osvaldo, que o influenciou na paixão pela marca e pelo mundo dos pesados. "Meu pai ensinou todos em casa a dirigir FNM: minha mãe, as três irmãs e eu."

O colecionador já chegou a atravessar a cidade de São Paulo todos os dias de caminhão, já que mora na Serra da Cantareira (zona norte) e tem escritório na Chácara Santo Antônio (zona sul). "Atualmente, vou uma vez por semana de caminhão, devido à restrição de circulação", diz Strada. "Sem dúvida, me acham um maluco, mas é uma verdadeira satisfação."

Brinquedo Grande

A coleção começou em 2000, com um caminhão baú, mas só no ano seguinte realizou o sonho de adquirir um FNM, que por coincidência encontrou na rua onde morava, na Vila Maria, zona norte. "Como estava muito deteriorado, paguei apenas 5 000 reais, mas nunca fiquei tão feliz com uma aquisição. Tratava-se de um D 11 Standart 1965 prata", diz Strada, que já começou a circular pela cidade com o "novo" brinquedo.


No mesmo ano, ao sair para trocar sua Hilux antiga por uma zero-quilômetro, resolveu comprar um cavalo mecânico da Volvo na concessionária em frente. "E para explicar para minha esposa que tinha trocado o carro por um caminhão", diz Strada, que passou a usar o veículo como carro de passeio.


Ele achava que era o único que colecionava caminhões, até que soube de um evento chamado Alfa Day, que reunia os aficionados por Alfa Romeo. "Fui com o FNM prata, o único na época, no encontro realizado em 2004 na cidade de Avaré e fiquei satisfeito ao encontrar outros admiradores de FNM."


A partir daí, começou a comprar um atrás do outro. Em 2006 sua coleção já somava 15 caminhões e ele teve de arrumar um jeito para guardá-los. Como tinha uma chácara em Pilar do Sul, interior de São Paulo, decidiu construir um galpão de 1.600 metros quadrados. No mesmo ano, contratou um funileiro apenas para restaurar os caminhões e decidiu investir na formação do caseiro da chácara para que pudesse cuidar de seu acervo de maneira mais criteriosa. "Atualmente, financio uma faculdade de engenharia para que ele possa aperfeiçoar os sistemas mecânicos dos FNM."

Como viaja bastante com os caminhões, aprimora os motores sem ficar preso a purismos. "Altero a compressão e atualizo os componentes", afirma Strada, que divide sua coleção em dois segmentos: os caminhões para exposição, aqueles que mantêm a mecânica original, e os para circular regularmente.


Em sua chácara há uma verdadeira linha de montagem, com direito a áreas de funilaria, pintura e mecânica, além de estoque suficiente para montar dez caminhões FNM. "O caminhão é reconstruído", diz Strada, que também se preocupa com o acabamento, instalando revestimento de couro nos estofamentos, nos painéis de instrumentos e nas maçanetas originais. Cada restauração leva um ano e meio para ser concluída.

O galpão conta ainda com um mezanino com seis suítes para hospedar os amigos que chegam de FNM. Segundo Strada, a grande satisfação de ter entrado nesse ramo foram as amizades verdadeiras que conquistou e por isso quer sempre cultivá-las.


Em 2007 resolveu lançar o site AlfaFNM, para resgatar a história da marca. "A intenção é mostrar para as novas gerações a importância da fábrica na história do nosso transporte. O portal já recebe 700 000 visitas por ano."

FNM

A Fábrica Nacional de Motores (FNM) foi inaugurada em 1942 na cidade de Duque de Caxias (RJ). Até 1948 ela produziu, principalmente, motores aeronáuticos. Em 1950 a FNM foi vendida para Alfa Romeo. Em 1952 lançou o FNM D-9500, que foi bem aceito graças a sua robustez. Em 1972, apresentou o FNM 180 e 210. Em 1976 a Fiat comprou a marca e encerrou a produção em 1979, passando a fabricar o Fiat 190.
* Isadora Carvalho/Quatro Rodas.

domingo, 23 de agosto de 2015

>>> ANTIGOS EM PONTA GROSSA

Imagens do 2º Encontro Brasileiro de FNM e Caminhões Antigos e também do 11º Encontro de Carros Antigos de Ponta Grossa

Data: 14, 15 e 16 de Agosto
Local: Biblioteca Municipal
            Ponta Grossa/PR
















































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