segunda-feira, 22 de junho de 2026

>>> VÍDEO DA SEMANA



1957 Willys Jeep Pickup

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>>> HAVAL H9 SELECTION


GWM apresenta Haval H9 Selection, nova versão do SUV diesel premium de sete lugares

A GWM Brasil amplia a gama do Haval H9 com o lançamento da versão chamada de “Selection”, nova configuração do SUV diesel premium de sete lugares da marca. A novidade chega ao mercado brasileiro com visual exclusivo, reforçando a proposta de sofisticação, robustez e versatilidade que consolidou o modelo entre os principais representantes do segmento.


Disponível exclusivamente na cor Cinza Zenith, a versão Selection será comercializada por R$339.000 se diferencia pelas novas rodas de liga leve aro 19” com desenho exclusivo, interior na tonalidade Marrom Saibro, ampliando as possibilidades de personalização para os clientes que buscam ainda mais exclusividade, e novos detalhes externos em preto brilhante na grade dianteira e a moldura dos faróis.

A nova configuração mantém todos os atributos que caracterizam o Haval H9. O SUV segue equipado com o motor 2.4 Turbo Diesel de 184 cv e 480 Nm de torque, combinado à transmissão automática de nove velocidades. O sistema de tração integral 4x4 com reduzida preserva as reconhecidas capacidades off-road do modelo, garantindo desempenho e segurança nos mais diferentes tipos de terreno.


No interior, o Haval H9 continua oferecendo um elevado padrão de conforto e tecnologia, com painel digital de 10,25 polegadas, central multimídia Full HD de 14,6 polegadas com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, carregador de smartphone por indução de 50W, sistema de som premium e espaço para sete ocupantes com conforto em todas as fileiras.


O lançamento da versão Selection acontece em um momento especialmente positivo para o modelo no Brasil. Em maio, o Haval H9 voltou a liderar o segmento de SUVs grandes (SUV E), com 1.220 emplacamentos, superando novamente um dos modelos mais tradicionais da categoria. O resultado sucede o desempenho histórico registrado em março, quando o SUV conquistou pela primeira vez a liderança do segmento e estabeleceu seu recorde de vendas no país.

Em apenas sete meses de mercado, o Haval H9 se consolidou como uma das principais referências entre os SUVs grandes, destacando-se pela combinação de design marcante, elevada capacidade off-road, amplo pacote de equipamentos, tecnologias avançadas e garantia de 10 anos. A rápida aceitação do público reforça o protagonismo crescente do modelo em uma categoria historicamente marcada pela presença de concorrentes consolidados.


Com a chegada da versão Selection, a GWM reforça o posicionamento do Haval H9 como uma referência entre os SUVs de sete lugares, combinando capacidade off-road, tecnologia, conforto e acabamento premium em uma proposta ainda mais exclusiva para o mercado brasileiro.

* Press Release/Great Wall Motor.

>>> VOLKSWAGEN T7 CARAVELLE


Volkswagen revive um nome de décadas atrás para a Multivan no Reino Unido

A Volkswagen lançou uma série de atualizações de estilo, tecnologia e funcionalidade para suas vans T7 Multivan e California. E em alguns países, há até um nome novo – mas também antigo.


Embora as mudanças não sejam drásticas o suficiente para confundir qualquer uma das T7 com um veículo totalmente novo, elas são definitivamente extensas o bastante para serem notadas. As maiores atualizações visuais estão concentradas na dianteira, onde faróis de LED maiores e uma assinatura luminosa revisada se juntam a um para-choque mais limpo.

A Volkswagen afirma que os novos faróis não são apenas mais bonitos. Eles também são mais brilhantes, oferecem um padrão de luz mais uniforme e melhoram a iluminação tanto em linha reta quanto em curvas. Os modelos de especificações mais altas contam com uma faixa iluminada que conecta os faróis na parte frontal do veículo.


A cabine recebeu uma renovação ainda mais completa. O painel redesenhado apresenta materiais aprimorados, costuras decorativas e uma tela de infoentretenimento maior, de 12,9 polegadas, no estilo tablet, que agora fica posicionada de forma independente sobre o painel. O painel digital também foi atualizado, oferecendo aos motoristas múltiplos layouts de exibição e mais opções de personalização.


Assim como no ID. Buzz elétrico, a transmissão automática do T7 agora é controlada por um seletor montado na coluna de direção, o que ajuda a liberar espaço no console central. O carregamento sem fio para smartphones é de série, a potência de carregamento aumentou significativamente e as portas USB-C agora oferecem até 60 W. Até os porta-copos têm iluminação ambiente.


A Volkswagen também ampliou a lista de tecnologias de assistência ao condutor. O mais recente sistema Travel Assist agora consegue reconhecer semáforos e realizar mudanças de faixa assistidas em rodovias. As opções de motorização, no entanto, permanecem as mesmas. A gama começa com motores a diesel de 148 cv e a gasolina de 201 cv, enquanto a versão topo de linha eHybrid 4MOTION combina tração integral com um motor a gasolina de 2,0 litros e 242 cv e uma bateria de 19,7 kWh.

Estão disponíveis versões com entre-eixos curto e longo, mas se escolher a California, ideal para quem gosta de aventuras ao ar livre, ficará restrito à versão com entre-eixos longo. Tanto a Multivan quanto a California, no entanto, podem ser encomendadas na nova versão topo de linha "Generation", uma edição especial com pintura bicolor em branco Candy e vermelho Sunset Metallic.


Um detalhe interessante diz respeito ao próprio nome. Em alguns mercados, como o Reino Unido, a Volkswagen também está revivendo o histórico nome Caravelle, trazendo de volta um nome que tem sido associado às Kombis voltadas para o transporte de passageiros por décadas. A sempre sensata Alemanha mantém o nome funcional Multivan.

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sexta-feira, 19 de junho de 2026

>>> LINK DA SEMANA

 


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>>> OLÍNIA 1


Olínia 1 é elétrico mexicano pau para toda obra de R$ 45 mil

O México deu um passo simbólico em sua estratégia de eletrificação. Depois de apenas 18 meses de desenvolvimento (e quatro dias antes do previsto...), o governo do país apresentou oficialmente o Olinia 1, primeiro veículo elétrico concebido dentro de um programa nacional que reúne universidades, centros de pesquisa, empresas estatais, órgãos federais e investidores privados.


O lançamento aconteceu em Zumpango, a 55 quilômetros da Cidade do México, com a participação da presidente do país, Claudia Sheinbaum, que chegou ao evento dirigindo o primeiro protótipo.

Mais do que um carrinho elétrico, o Olinia é apresentado como um projeto de política industrial. A proposta é desenvolver qualificação técnica local em áreas estratégicas como baterias, software, inteligência artificial, design industrial e infraestrutura de recarga.

O Olinia 1 não é exatamente um carro convencional — está mais para um tuk-tuk bem evoluído. Lembra também veículos como os atuais Citroën Ami e Fiat Topolino, vendidos na Europa como soluções de "micromobilidade elétrica" ou "mobilidade urbana elétrica". É, contudo, maior e mais útil que esses pequeninos modelos da Stellantis, que levam apenas duas pessoas.

O modelo mexicano pode transportar até seis ocupantes sentados. São dois lugares na frente, dois fixos atrás e mais dois banquinhos escamoteáveis no meio da cabine.


Tudo foi configurado para privilegiar a acessibilidade e a facilidade de embarque: a porta traseira é do tipo suicida e tem um enorme ângulo de abertura. O assoalho é baixo, plano, e há uma área destinada a uma cadeira de rodas, com pontos de fixação. As alças de apoio são grandes e estão por todos os lados. As dimensões exatas do veículo não foram anunciadas, mas os projetistas dizem que o Olinia é 15% mais curto que um compacto comum e, ao mesmo tempo, 15% mais amplo por dentro.


O pequeno utilitário é extremamente simples. De "luxo", traz acionamento elétrico dos vidros das portas dianteiras (nas traseiras, eles são de correr), travas elétricas com controle remoto na chave, barras de teto para transporte de grandes cargas, iluminação reforçada da cabine e... não muito mais do que isso. As rodas de aço de 14” não levam calotas.

No acabamento interno, tudo é de plástico resistente. O motorista vai sentado em uma posição alta, cômoda, e há assistência elétrica na direção. A ideia é que o profissional não se canse ao passar longas horas trabalhando.


No lugar do vidro traseiro, há um compartimento que leva o estepe e o cabo de recarga — uma câmera de ré tenta atenuar a falta da vigia. O quadro de instrumentos é bem simples e o smartphone pode ser conectado e encaixado no painel para uso como som e GPS. Todos os botões são grandes, fáceis de enxergar e de usar (os da transmissão vão bem no meio do tablier).



“Para nós, desenhar melhor nunca significou fazer algo mais complicado, e sim entender bem as necessidades reais dos nossos usuários e dar uma solução aos problemas que enfrentam no dia a dia”, explica Rafael Garayoa, diretor técnico do projeto.

No México, o Olinia 1 já provoca bastante polêmica por não ser equipado com airbags, ESP ou qualquer tipo de ADAS. Será preciso criar uma legislação específica em que o veículo possa se enquadrar.

Vale dizer que o Nissan Tsuru de terceira geração (1992-2017), por longos anos campeão de vendas no país e favorito dos taxistas, foi retirado de linha justamente por não oferecer proteção adequada contra impactos nem trazer airbags ou ABS.

A estrutura é tubular. Apesar da silhueta de paralelepípedo, focada no aproveitamento de espaço, o Olinia 1 tem uma carinha amigável, especialmente pelos faróis redondos (full-LED) e pela grade dianteira que lembra uma boca aberta. A placa, quando for instalada, lembrará dois dentes incisivos...

Segundo os responsáveis pelo projeto, a identidade visual foi inspirada em um coelho. O símbolo da marca, aliás, é um coelhinho alado.

A proposta do Olinia não é competir com automóveis convencionais. Seu objetivo é permitir deslocamentos urbanos curtos e a baixo custo, substituindo principalmente táxis e mototáxis (tuk-tuks).


O modesto motor elétrico de 18 cv leva o veículo a uma velocidade máxima limitada a 50 km/h. Segundo os projetistas, seu forte é a força em situações de trânsito e subidas. Falando em ladeira, o Olinia tem tração traseira. Pontos importantes como torque e peso do veículo não foram revelados na apresentação.

A energia é fornecida por uma bateria de 14,7 kWh instalada sob o banco traseiro. Segundo os responsáveis pelo desenvolvimento, o conjunto permite uma autonomia em torno de 125 quilômetros.


Seu padrão de carregamento é o NACS (North American Charging System), o mesmo dos Tesla, mas o Olinia 1 também pode ser conectado diretamente a tomadas caseiras, dispensando equipamentos especiais. Nesse caso, a carga total se dá em 10 horas.

Uma das preocupações foi certificar o sistema elétrico no padrão IP67, que garante proteção contra poeira e resistência à imersão. Esse padrão internacional indica o grau de blindagem dos componentes de alta tensão do veículo, como baterias, motor e inversores.


IP vem de Ingress Protection (proteção contra ingresso de partículas e líquidos). O dígito 6, no caso, representa o nível máximo nessa escala, significando que o sistema é totalmente vedado contra poeira. Já o 7 indica que o veículo pode permanecer submerso em até um metro de água por até 30 minutos, sem que ocorra infiltração capaz de provocar danos ou curto-circuito. A ideia é que o Olinia possa enfrentar alagamentos e resistir a inundações.

Segundo os dados divulgados pela fabricante, o custo operacional fica em torno de 0,49 peso mexicano (R$ 0,15) por quilômetro rodado, aproximadamente um quinto do que gastaria um compacto movido a gasolina ou metade do custo de operação de uma moto.

Com isso, os idealizadores estimam uma economia anual superior a 50 mil pesos mexicanos (R$ 15 mil) em combustível para quem roda 75 quilômetros por dia.


A ideia é que, além de econômico, silencioso e útil no dia a dia, o modelo tenha preço popular. O Olinia 1 chegará ao mercado mexicano com valor inicial de aproximadamente 150 mil pesos mexicanos (R$ 45 mil, na conversão direta). As primeiras entregas estão previstas para junho de 2027.

Inicialmente, o índice de nacionalização será de 50%, e a meta é elevá-lo para 75% até 2030.

Olinia significa "movimento" em náuatle, língua pré-colombiana ainda hoje falada por cerca de 1,7 milhão de pessoas em várias regiões do México. Desde o início, a proposta era criar um veículo desenvolvido por engenheiros mexicanos e produzido localmente.

Para isso, o projeto reuniu instituições como o Instituto Politécnico Nacional (IPN), o Tecnológico Nacional de México (TecNM), a Secretaria de Ciência, Humanidades, Tecnologia e Inovação, além de órgãos ligados aos setores de energia e meio ambiente.

Também participaram a estatal de lítio LitioMX e a Comissão Federal de Eletricidade, responsável por parte da infraestrutura de recarga. Já estão em andamento estudos para instalar 2 mil pontos de recarga no país.

Um dos objetivos é criar uma cadeia tecnológica nacional capaz de desenvolver componentes, software e sistemas associados à mobilidade elétrica, embora apenas 15% a 20% da matriz energética mexicana hoje venha de fontes limpas e renováveis.


Apesar da motivação nacionalista, especialistas e empresas da China, dos Estados Unidos, da Índia e da Alemanha colaboraram no projeto e na fabricação dos componentes do protótipo, desenvolvidos do zero.

“É um veículo criado no México e para o México. Construir indústria nacional, porém, não significa isolar-se, mas aprender e integrar capacidades”, diz Roberto Capuano Tripp, coordenador do projeto.

Vale lembrar que o México já é um importante polo de produção de veículos elétricos para exportação. Modelos como o Chevrolet Equinox EV, o Ford Mustang Mach-E e o Chevrolet Blazer EV são fabricados no país.

A diferença é que essas são operações de fabricantes dos Estados Unidos, enquanto o Olinia representa uma tentativa de criar um veículo elétrico de desenvolvimento nacional, utilizando conhecimento local e uma cadeia produtiva própria.


O modelo de negócios do Olinia prevê que o governo mexicano financie as etapas de pesquisa, engenharia e desenvolvimento do veículo. Trata-se de um empreendimento de capital misto, com fins lucrativos e relevante participação acionária do Estado. A produção em si ficará a cargo de um parceiro industrial privado com experiência no setor automotivo.

O plano é começar com algo entre 7 mil a 10 mil unidades no primeiro ano e aumentar gradualmente esse volume até atingir 50 mil veículos anuais em 2032. Se tudo correr conforme o previsto, essa expansão da capacidade fabril deverá contar com a entrada de investidores privados para aportar capital ao projeto.

Os próximos passos incluem o lançamento de uma versão de carga, chamada Olinia Cargo, que deverá ser apresentada logo após o término da Copa do Mundo.

“Dos sete maiores produtores de carros do mundo no ano passado — China, Estados Unidos, Japão, Índia, Alemanha, Coreia do Sul e México — só nós não temos uma marca nacional própria. O que estamos fazendo não tem nada de absurdo. Na verdade, o absurdo é que isso não tenha acontecido antes”, analisa Capuano Tripp.

* Jason Vogel/Motor 1.

quinta-feira, 18 de junho de 2026

>>> GALERIA #0146


Peterbilt 379 Ultracab (1998)
















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>>> CHEVROLET MONTANA 2027


Utilitário da Chevrolet reforça seu conceito de “SUV com caçamba” e chega à linha 2027 com mais itens de conforto e conveniência

O mercado brasileiro de caminhonetes vive uma transformação importante. Em uma década, a participação da categoria passou de 12% para 19%, movimento impulsionado principalmente pelo surgimento das picapes médio-compactas.


Mais do que ampliar a oferta, essa nova categoria trouxe o conceito de “SUV com caçamba”, agregando atributos antes pouco associados a esse tipo de produto, como a combinação de carroceria monobloco, suspensão de automóvel de passeio e cabine dupla espaçosa.

Foi para acompanhar essa mudança no perfil do consumidor que a Montana construiu sua trajetória. Na atual geração, a picape consolida uma proposta alinhada a esse momento do segmento e se posiciona como uma alternativa para quem busca versatilidade no uso diário, da rotina urbana às viagens e ao lazer, sem abrir mão de tecnologia, conveniência e amplo espaço para carga ou bagagem.

Com 4.717 mm de comprimento, 1.798 mm de largura e caçamba de 874 litros, a Montana foi concebida para entregar bom aproveitamento interno, capacidade de transporte multifuncional e porte compatível com o uso também em grandes metrópoles.


“A linha 2027 reforça exatamente esse posicionamento ao elevar o padrão de conforto e conveniência dentro da categoria. As mudanças do modelo foram definidas a partir de análise do uso real dos clientes e da busca por um posicionamento ainda mais alinhado ao universo dos SUVs”, explica Suelen Arice, gerente de Marketing de Produto da GM América do Sul.

Nessa direção, a gama passa a oferecer, por exemplo, acabamento macio ao toque no painel, que eleva a percepção de qualidade da cabine e reforça a sensação de refinamento a bordo, além de sensor de estacionamento traseiro em todas as versões e sensor de chuva com ajuste automático de intensidade nas configurações topo de linha Premier e RS, recursos que tornam a experiência de condução mais prática no dia a dia e reforçam a percepção de conveniência.

Outra novidade entre os acessórios é o retrovisor externo com função tilt-down, que facilita manobras ao ampliar a visualização de guias, vagas e obstáculos baixos.


A evolução recente da Montana também ajuda a explicar a maturidade do produto. Desde a estreia da geração atual, o modelo vem refinando seu pacote técnico e de conteúdo, com melhorias de calibração e avanços em eficiência de consumo e performance.

O motor 1.2 Turbo Flex, que no lançamento entregava até 133 cv e 21,4 kgfm, passou recentemente a adotar injeção direta de combustível e agora desenvolve até 141 cv e 22,9 kgfm, sempre associado a transmissões de seis marchas, manual ou automática, de acordo com a versão.

É a picape flex mais eficiente da categoria, com 8,6 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 12,4 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina na versão manual. Na versão automática, os índices são 7,7 km/l na cidade e 9,4 km/l na estrada com etanol, e 11,0 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada com gasolina, de acordo com o ciclo Inmetro.


Esse conjunto mecânico é acompanhado por um acerto coerente com a proposta da picape. A Montana traz direção elétrica progressiva e suspensão dianteira independente do tipo McPherson, enquanto a traseira é semi-independente, com eixo de torção, solução que contribui para estabilidade e conforto a bordo mesmo em diferentes condições de carga.

Outro diferencial da Montana está no aproveitamento inteligente das dimensões. Ao bom espaço para os ocupantes soma-se a proposta da caçamba Multi-Flex, concebida para funcionar como uma espécie de porta-malas gigante, além da oferta de acessórios como as divisórias Multi-Board, que ampliam as possibilidades de organização e acomodação da carga.

A linha 2027 da Montana é oferecida em cinco versões: MT, LT, LTZ, Premier e RS. Desde a base, a picape traz uma lista robusta de equipamentos, com seis airbags, sensor crepuscular, multimídia MyLink e protetor de caçamba. Painel digital configurável, transmissão automática, chave inteligente e rodas aro 17 aparecem nas versões intermediárias.

Na ponta superior da gama, a Premier e a RS agregam identidade visual própria e acabamentos exclusivos, rodas de liga leve e Santo Antônio integrados, além de revestimentos internos premium, alerta de ponto cego e faróis em LED com projetor.

Outra atualização importante está na conectividade. A linha passa a oferecer oito anos de gratuidade no plano OnStar Basics, que inclui diagnóstico remoto e acesso ao myChevrolet App com funcionalidades como localização do veículo, travamento e destravamento remoto das portas e, nas versões com ar-condicionado digital, acionamento remoto do motor para climatização da cabine.


Além disso, o cliente conta com até três meses de experimentação do plano Protect, que reúne serviços de segurança e emergência, como resposta automática em caso de acidente, acompanhamento seguro e Wi‑Fi embarcado.

Na linha 2027, a marca também promove ajustes de identidade visual, com a retirada do emblema “Turbo” da traseira para valorizar o nome Chevrolet em baixo-relevo. Também incorpora à paleta a nova cor Cinza Âmbar, ao lado de opções como Cinza Urbano, reforçando a proposta contemporânea do modelo. Com essas evoluções, a Montana reafirma sua proposta de unir a robustez e a versatilidade de uma picape com o conforto e dirigibilidade de um SUV.

* Press Release/GM do Brasil.