sexta-feira, 19 de junho de 2026

>>> LINK DA SEMANA

 


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>>> OLÍNIA 1


Olínia 1 é elétrico mexicano pau para toda obra de R$ 45 mil

O México deu um passo simbólico em sua estratégia de eletrificação. Depois de apenas 18 meses de desenvolvimento (e quatro dias antes do previsto...), o governo do país apresentou oficialmente o Olinia 1, primeiro veículo elétrico concebido dentro de um programa nacional que reúne universidades, centros de pesquisa, empresas estatais, órgãos federais e investidores privados.


O lançamento aconteceu em Zumpango, a 55 quilômetros da Cidade do México, com a participação da presidente do país, Claudia Sheinbaum, que chegou ao evento dirigindo o primeiro protótipo.

Mais do que um carrinho elétrico, o Olinia é apresentado como um projeto de política industrial. A proposta é desenvolver qualificação técnica local em áreas estratégicas como baterias, software, inteligência artificial, design industrial e infraestrutura de recarga.

O Olinia 1 não é exatamente um carro convencional — está mais para um tuk-tuk bem evoluído. Lembra também veículos como os atuais Citroën Ami e Fiat Topolino, vendidos na Europa como soluções de "micromobilidade elétrica" ou "mobilidade urbana elétrica". É, contudo, maior e mais útil que esses pequeninos modelos da Stellantis, que levam apenas duas pessoas.

O modelo mexicano pode transportar até seis ocupantes sentados. São dois lugares na frente, dois fixos atrás e mais dois banquinhos escamoteáveis no meio da cabine.


Tudo foi configurado para privilegiar a acessibilidade e a facilidade de embarque: a porta traseira é do tipo suicida e tem um enorme ângulo de abertura. O assoalho é baixo, plano, e há uma área destinada a uma cadeira de rodas, com pontos de fixação. As alças de apoio são grandes e estão por todos os lados. As dimensões exatas do veículo não foram anunciadas, mas os projetistas dizem que o Olinia é 15% mais curto que um compacto comum e, ao mesmo tempo, 15% mais amplo por dentro.


O pequeno utilitário é extremamente simples. De "luxo", traz acionamento elétrico dos vidros das portas dianteiras (nas traseiras, eles são de correr), travas elétricas com controle remoto na chave, barras de teto para transporte de grandes cargas, iluminação reforçada da cabine e... não muito mais do que isso. As rodas de aço de 14” não levam calotas.

No acabamento interno, tudo é de plástico resistente. O motorista vai sentado em uma posição alta, cômoda, e há assistência elétrica na direção. A ideia é que o profissional não se canse ao passar longas horas trabalhando.


No lugar do vidro traseiro, há um compartimento que leva o estepe e o cabo de recarga — uma câmera de ré tenta atenuar a falta da vigia. O quadro de instrumentos é bem simples e o smartphone pode ser conectado e encaixado no painel para uso como som e GPS. Todos os botões são grandes, fáceis de enxergar e de usar (os da transmissão vão bem no meio do tablier).



“Para nós, desenhar melhor nunca significou fazer algo mais complicado, e sim entender bem as necessidades reais dos nossos usuários e dar uma solução aos problemas que enfrentam no dia a dia”, explica Rafael Garayoa, diretor técnico do projeto.

No México, o Olinia 1 já provoca bastante polêmica por não ser equipado com airbags, ESP ou qualquer tipo de ADAS. Será preciso criar uma legislação específica em que o veículo possa se enquadrar.

Vale dizer que o Nissan Tsuru de terceira geração (1992-2017), por longos anos campeão de vendas no país e favorito dos taxistas, foi retirado de linha justamente por não oferecer proteção adequada contra impactos nem trazer airbags ou ABS.

A estrutura é tubular. Apesar da silhueta de paralelepípedo, focada no aproveitamento de espaço, o Olinia 1 tem uma carinha amigável, especialmente pelos faróis redondos (full-LED) e pela grade dianteira que lembra uma boca aberta. A placa, quando for instalada, lembrará dois dentes incisivos...

Segundo os responsáveis pelo projeto, a identidade visual foi inspirada em um coelho. O símbolo da marca, aliás, é um coelhinho alado.

A proposta do Olinia não é competir com automóveis convencionais. Seu objetivo é permitir deslocamentos urbanos curtos e a baixo custo, substituindo principalmente táxis e mototáxis (tuk-tuks).


O modesto motor elétrico de 18 cv leva o veículo a uma velocidade máxima limitada a 50 km/h. Segundo os projetistas, seu forte é a força em situações de trânsito e subidas. Falando em ladeira, o Olinia tem tração traseira. Pontos importantes como torque e peso do veículo não foram revelados na apresentação.

A energia é fornecida por uma bateria de 14,7 kWh instalada sob o banco traseiro. Segundo os responsáveis pelo desenvolvimento, o conjunto permite uma autonomia em torno de 125 quilômetros.


Seu padrão de carregamento é o NACS (North American Charging System), o mesmo dos Tesla, mas o Olinia 1 também pode ser conectado diretamente a tomadas caseiras, dispensando equipamentos especiais. Nesse caso, a carga total se dá em 10 horas.

Uma das preocupações foi certificar o sistema elétrico no padrão IP67, que garante proteção contra poeira e resistência à imersão. Esse padrão internacional indica o grau de blindagem dos componentes de alta tensão do veículo, como baterias, motor e inversores.


IP vem de Ingress Protection (proteção contra ingresso de partículas e líquidos). O dígito 6, no caso, representa o nível máximo nessa escala, significando que o sistema é totalmente vedado contra poeira. Já o 7 indica que o veículo pode permanecer submerso em até um metro de água por até 30 minutos, sem que ocorra infiltração capaz de provocar danos ou curto-circuito. A ideia é que o Olinia possa enfrentar alagamentos e resistir a inundações.

Segundo os dados divulgados pela fabricante, o custo operacional fica em torno de 0,49 peso mexicano (R$ 0,15) por quilômetro rodado, aproximadamente um quinto do que gastaria um compacto movido a gasolina ou metade do custo de operação de uma moto.

Com isso, os idealizadores estimam uma economia anual superior a 50 mil pesos mexicanos (R$ 15 mil) em combustível para quem roda 75 quilômetros por dia.


A ideia é que, além de econômico, silencioso e útil no dia a dia, o modelo tenha preço popular. O Olinia 1 chegará ao mercado mexicano com valor inicial de aproximadamente 150 mil pesos mexicanos (R$ 45 mil, na conversão direta). As primeiras entregas estão previstas para junho de 2027.

Inicialmente, o índice de nacionalização será de 50%, e a meta é elevá-lo para 75% até 2030.

Olinia significa "movimento" em náuatle, língua pré-colombiana ainda hoje falada por cerca de 1,7 milhão de pessoas em várias regiões do México. Desde o início, a proposta era criar um veículo desenvolvido por engenheiros mexicanos e produzido localmente.

Para isso, o projeto reuniu instituições como o Instituto Politécnico Nacional (IPN), o Tecnológico Nacional de México (TecNM), a Secretaria de Ciência, Humanidades, Tecnologia e Inovação, além de órgãos ligados aos setores de energia e meio ambiente.

Também participaram a estatal de lítio LitioMX e a Comissão Federal de Eletricidade, responsável por parte da infraestrutura de recarga. Já estão em andamento estudos para instalar 2 mil pontos de recarga no país.

Um dos objetivos é criar uma cadeia tecnológica nacional capaz de desenvolver componentes, software e sistemas associados à mobilidade elétrica, embora apenas 15% a 20% da matriz energética mexicana hoje venha de fontes limpas e renováveis.


Apesar da motivação nacionalista, especialistas e empresas da China, dos Estados Unidos, da Índia e da Alemanha colaboraram no projeto e na fabricação dos componentes do protótipo, desenvolvidos do zero.

“É um veículo criado no México e para o México. Construir indústria nacional, porém, não significa isolar-se, mas aprender e integrar capacidades”, diz Roberto Capuano Tripp, coordenador do projeto.

Vale lembrar que o México já é um importante polo de produção de veículos elétricos para exportação. Modelos como o Chevrolet Equinox EV, o Ford Mustang Mach-E e o Chevrolet Blazer EV são fabricados no país.

A diferença é que essas são operações de fabricantes dos Estados Unidos, enquanto o Olinia representa uma tentativa de criar um veículo elétrico de desenvolvimento nacional, utilizando conhecimento local e uma cadeia produtiva própria.


O modelo de negócios do Olinia prevê que o governo mexicano financie as etapas de pesquisa, engenharia e desenvolvimento do veículo. Trata-se de um empreendimento de capital misto, com fins lucrativos e relevante participação acionária do Estado. A produção em si ficará a cargo de um parceiro industrial privado com experiência no setor automotivo.

O plano é começar com algo entre 7 mil a 10 mil unidades no primeiro ano e aumentar gradualmente esse volume até atingir 50 mil veículos anuais em 2032. Se tudo correr conforme o previsto, essa expansão da capacidade fabril deverá contar com a entrada de investidores privados para aportar capital ao projeto.

Os próximos passos incluem o lançamento de uma versão de carga, chamada Olinia Cargo, que deverá ser apresentada logo após o término da Copa do Mundo.

“Dos sete maiores produtores de carros do mundo no ano passado — China, Estados Unidos, Japão, Índia, Alemanha, Coreia do Sul e México — só nós não temos uma marca nacional própria. O que estamos fazendo não tem nada de absurdo. Na verdade, o absurdo é que isso não tenha acontecido antes”, analisa Capuano Tripp.

* Jason Vogel/Motor 1.

quinta-feira, 18 de junho de 2026

>>> GALERIA #0146


Peterbilt 379 Ultracab (1998)
















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>>> CHEVROLET MONTANA 2027


Utilitário da Chevrolet reforça seu conceito de “SUV com caçamba” e chega à linha 2027 com mais itens de conforto e conveniência

O mercado brasileiro de caminhonetes vive uma transformação importante. Em uma década, a participação da categoria passou de 12% para 19%, movimento impulsionado principalmente pelo surgimento das picapes médio-compactas.


Mais do que ampliar a oferta, essa nova categoria trouxe o conceito de “SUV com caçamba”, agregando atributos antes pouco associados a esse tipo de produto, como a combinação de carroceria monobloco, suspensão de automóvel de passeio e cabine dupla espaçosa.

Foi para acompanhar essa mudança no perfil do consumidor que a Montana construiu sua trajetória. Na atual geração, a picape consolida uma proposta alinhada a esse momento do segmento e se posiciona como uma alternativa para quem busca versatilidade no uso diário, da rotina urbana às viagens e ao lazer, sem abrir mão de tecnologia, conveniência e amplo espaço para carga ou bagagem.

Com 4.717 mm de comprimento, 1.798 mm de largura e caçamba de 874 litros, a Montana foi concebida para entregar bom aproveitamento interno, capacidade de transporte multifuncional e porte compatível com o uso também em grandes metrópoles.


“A linha 2027 reforça exatamente esse posicionamento ao elevar o padrão de conforto e conveniência dentro da categoria. As mudanças do modelo foram definidas a partir de análise do uso real dos clientes e da busca por um posicionamento ainda mais alinhado ao universo dos SUVs”, explica Suelen Arice, gerente de Marketing de Produto da GM América do Sul.

Nessa direção, a gama passa a oferecer, por exemplo, acabamento macio ao toque no painel, que eleva a percepção de qualidade da cabine e reforça a sensação de refinamento a bordo, além de sensor de estacionamento traseiro em todas as versões e sensor de chuva com ajuste automático de intensidade nas configurações topo de linha Premier e RS, recursos que tornam a experiência de condução mais prática no dia a dia e reforçam a percepção de conveniência.

Outra novidade entre os acessórios é o retrovisor externo com função tilt-down, que facilita manobras ao ampliar a visualização de guias, vagas e obstáculos baixos.


A evolução recente da Montana também ajuda a explicar a maturidade do produto. Desde a estreia da geração atual, o modelo vem refinando seu pacote técnico e de conteúdo, com melhorias de calibração e avanços em eficiência de consumo e performance.

O motor 1.2 Turbo Flex, que no lançamento entregava até 133 cv e 21,4 kgfm, passou recentemente a adotar injeção direta de combustível e agora desenvolve até 141 cv e 22,9 kgfm, sempre associado a transmissões de seis marchas, manual ou automática, de acordo com a versão.

É a picape flex mais eficiente da categoria, com 8,6 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, e 12,4 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina na versão manual. Na versão automática, os índices são 7,7 km/l na cidade e 9,4 km/l na estrada com etanol, e 11,0 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada com gasolina, de acordo com o ciclo Inmetro.


Esse conjunto mecânico é acompanhado por um acerto coerente com a proposta da picape. A Montana traz direção elétrica progressiva e suspensão dianteira independente do tipo McPherson, enquanto a traseira é semi-independente, com eixo de torção, solução que contribui para estabilidade e conforto a bordo mesmo em diferentes condições de carga.

Outro diferencial da Montana está no aproveitamento inteligente das dimensões. Ao bom espaço para os ocupantes soma-se a proposta da caçamba Multi-Flex, concebida para funcionar como uma espécie de porta-malas gigante, além da oferta de acessórios como as divisórias Multi-Board, que ampliam as possibilidades de organização e acomodação da carga.

A linha 2027 da Montana é oferecida em cinco versões: MT, LT, LTZ, Premier e RS. Desde a base, a picape traz uma lista robusta de equipamentos, com seis airbags, sensor crepuscular, multimídia MyLink e protetor de caçamba. Painel digital configurável, transmissão automática, chave inteligente e rodas aro 17 aparecem nas versões intermediárias.

Na ponta superior da gama, a Premier e a RS agregam identidade visual própria e acabamentos exclusivos, rodas de liga leve e Santo Antônio integrados, além de revestimentos internos premium, alerta de ponto cego e faróis em LED com projetor.

Outra atualização importante está na conectividade. A linha passa a oferecer oito anos de gratuidade no plano OnStar Basics, que inclui diagnóstico remoto e acesso ao myChevrolet App com funcionalidades como localização do veículo, travamento e destravamento remoto das portas e, nas versões com ar-condicionado digital, acionamento remoto do motor para climatização da cabine.


Além disso, o cliente conta com até três meses de experimentação do plano Protect, que reúne serviços de segurança e emergência, como resposta automática em caso de acidente, acompanhamento seguro e Wi‑Fi embarcado.

Na linha 2027, a marca também promove ajustes de identidade visual, com a retirada do emblema “Turbo” da traseira para valorizar o nome Chevrolet em baixo-relevo. Também incorpora à paleta a nova cor Cinza Âmbar, ao lado de opções como Cinza Urbano, reforçando a proposta contemporânea do modelo. Com essas evoluções, a Montana reafirma sua proposta de unir a robustez e a versatilidade de uma picape com o conforto e dirigibilidade de um SUV.

* Press Release/GM do Brasil.

quarta-feira, 17 de junho de 2026

terça-feira, 16 de junho de 2026

>>> BYD ATTO 2


BYD apresenta o Atto 2: o primeiro SUV compacto híbrido plug-in flex da marca no mundo

A BYD dá mais um passo em sua expansão no mercado brasileiro e escolhe o País para a apresentação de sua tecnologia super-híbrida DM-i associada a um motor flex. O pioneirismo chega com o BYD Atto 2 DM-i Flex, modelo que une a eficiência da eletrificação com a liberdade de abastecimento a gasolina ou etanol, o combustível nacional.


O nome de batismo "Atto 2" acompanha o movimento de globalização da BYD. A marca adota no Brasil a mesma padronização de nomenclatura já utilizada com sucesso em mercados como o europeu, facilitando a identificação do seu portfólio em escala global.

“Nossos times de engenharia no Brasil e na China trabalharam juntos para unir a nossa liderança global em eletrificação à vocação brasileira para os biocombustíveis. Apresentar o BYD Atto 2 agora reforça o Brasil como um polo estratégico para o futuro da nossa mobilidade. Queremos entregar a melhor experiência da tecnologia DM-i no segmento que mais cresce no País”, afirma Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD do Brasil e head de marketing e comercial da BYD Auto.


O BYD Atto 2 DM-i Flex chegará ao mercado brasileiro em duas versões: GS e GL. Ambas são equipadas com bateria Blade, com capacidade de 18,03 kWh na versão GS (com potência de carregamento AC de 6,6 kWh) e 7,85 kWh na configuração GL.

O conjunto mecânico marca a estreia da tecnologia DualMode 5.0 da BYD aplicada ao sistema flex. O sistema utiliza o motor elétrico para a tração na maior parte do tempo, apoiado por uma nova geração de motor a combustão de 1,5 litro de alta eficiência. Desenvolvido para extrair o máximo rendimento energético, esse propulsor atinge uma impressionante eficiência térmica de até 46,06% — um marco de engenharia totalmente integrado à realidade flex —, entregando potência de pico de 72 kW e torque de pico de 124 Nm. Ele atua primariamente como gerador e assume a tração direta apenas em situações de carga pesada.

“Desenvolvemos um conjunto propulsor que entrega 300 Nm de torque combinado em ambas as versões, garantindo acelerações fortes e agilidade para o uso urbano e rodoviário. A versão GL entrega 177 cv de potência combinada e vai de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos. Já a GS atinge 197 cv e cumpre a mesma prova em 8,4 segundos”, detalha Alexandre Aquino, diretor de produto da BYD Auto Brasil.

O modelo se destaca pela eficiência energética em ambas as opções de combustível. Abastecido exclusivamente com etanol, a autonomia combinada atinge até 770 km (ciclo NEDC). Já com gasolina, o alcance total chega a até 1.045 km na versão GS e 1.000 km na versão GL. O alcance no modo 100% elétrico é de até 110 km na configuração GS e 45 km na GL, garantindo ampla versatilidade para o uso diário. O motorista conta ainda com quatro modos de condução para diferentes situações de rodagem: Eco, Normal, Sport e Neve.

Com 4,33 metros de comprimento, 1,83 m de largura e 1,67 m de altura, o Atto 2 exibe um design de linhas fluidas e lanternas traseiras em LED com inspiração no Chinese Lucky Knot (nó da sorte chinês). As linhas da carroceria integram rodas de liga leve de 17 polegadas (pneus 215/60) e teto panorâmico (de série na versão GS). A paleta de cores externas inclui Skiing White (Branco), Time Grey (Cinza), Obsidian Black (Preto) e o exclusivo Malachite Darkcyan (Azul/Verde escuro) para a versão GS.

A distância entre-eixos de 2,62 metros garante um interior amplo, com acabamento em couro ecológico (GS) ou tecido premium (GL), oferecendo opções de cabine nas cores Black (Preto) e White Gravel (Cinza claro, exclusivo da versão GS na cor Malachite Darkcyan). O porta-malas acomoda 455 litros.

Em tecnologia, a cabine traz o painel de instrumentos digital de 8,8 polegadas e o sistema multimídia DiLink em tela de 12,8” (GS) e de 10,1” (GL), com espelhamento para Apple CarPlay e Android Auto, comando de voz e câmera 360º. Um grande diferencial da versão GS é a integração nativa do Google Automotive Services (GAS), embarcando Google Maps e Google Assistant direto no veículo, além de bancos do motorista com ajuste elétrico. A conveniência é reforçada pelo carregador de smartphone por indução de 50W com ventilação integrada, tecnologia VTOL (Vehicle-to-Load) e sistema de abertura do veículo via NFC ou Bluetooth.

O pacote de segurança é completo de série: seis airbags, controles de tração e estabilidade, freio de estacionamento eletrônico e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros. A versão GS acrescenta o pacote ADAS 2, com controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa e alertas de colisão.

O BYD Atto 2 DM-i Flex terá garantia de seis anos ou 200.000 km para o veículo e de oito anos ou 200.000 km para a bateria Blade.

O BYD Atto 2 GL estará disponível a partir de R$ 149.990 na opção de venda direta. Já a opção GS chegará aos concessionários a partir de R$ 169.990. Os interessados podem fazer os pedidos de reserva em toda a rede BYD espalhada pelo Brasil já nesta quarta-feira. A entrega das primeiras unidades vai acontecer ainda no terceiro trimestre deste ano.

* Press Release/BYD Brasil.

>>> eACTROS LOWLINER


Mercedes-Benz Trucks amplia portfólio de caminhões elétricos com nova versão eActros Lowliner

A Mercedes-Benz Trucks apresenta uma nova variante em seu portfólio de caminhões elétricos: o Mercedes-Benz eActros Lowliner. Disponível com dois ou três conjuntos de baterias, o modelo amplia a linha com uma solução desenvolvida especialmente para o transporte de alto volume. Com o Lowliner, a Empresa atende diretamente à crescente demanda por opções de transporte com emissão local zero de CO2e no segmento de logística de longa distância com alto volume de carga.


Os primeiros modelos estarão disponíveis para pedido a partir do terceiro trimestre de 2026 nos mercados da UE30 e em outros adicionais, com início da produção em série previsto para o segundo trimestre de 2027 na planta de Wörth am Rhein. A Mercedes-Benz Trucks divulgará informações completas sobre essa nova variante do eActros, em setembro deste ano, durante o IAA Transportation 2026, em Hannover na Alemanha, um dos maiores eventos de transporte e veículos comerciais do mundo.

Um caminhão Lowliner é um cavalo mecânico com altura de acoplamento particularmente baixa, permitindo o transporte de semirreboques com maior capacidade volumétrica. Esse tipo de operação é indicado para cargas em que o espaço é o principal fator, especialmente mercadorias compactadas, como produtos em caixas.

O Lowliner baseia-se no conceito tecnológico do eActros 600, em produção em série e operação com clientes desde o final de 2024. Já no outono de 2025, a Mercedes-Benz Trucks ampliou significativamente a gama do eActros com base nesse modelo. Atualmente, conforme o perfil de aplicação e as necessidades de carga útil e autonomia, os clientes podem escolher entre cerca de 40 variantes derivadas do modelo base, incluindo o eActros 400 com dois conjuntos de baterias, em vez de três.

Achim Puchert, CEO da Mercedes-Benz Trucks: “O eActros Lowliner representa o próximo passo na expansão do nosso portfólio elétrico para operações de longa distância. Ele foi projetado especificamente para o transporte de alto volume com semirreboques gigantes e se baseia na tecnologia comprovada do eActros 600. Com isso, ampliamos mais uma vez as aplicações disponíveis para nossos clientes.”

Assim como os demais modelos do portfólio atual dos caminhões elétricos Mercedes-Benz, a nova versão Lowliner da segunda geração do eActros incorpora os principais atributos tecnológicos da linha, combinando tecnologia de propulsão avançada com alta eficiência energética. Entre os destaques estão o eixo elétrico desenvolvido internamente, a tecnologia de baterias de fosfato de ferro-lítio (LFP), conhecida por sua longa vida útil e por oferecer mais de 95% de capacidade utilizável, o sistema elétrico de 800 volts, o Multimedia Cockpit Interactive 2 e sistemas avançados de assistência ao motorista para maior segurança.

Configuração de alto desempenho

O Mercedes-Benz eActros Lowliner é oferecido na configuração 4x2, com distância entre eixos de 4.000 mm, atendendo a alturas de acoplamento e vão livre do solo comparáveis aos caminhões a diesel. Isso permite o uso de semirreboques gigantes dentro dos limites legais de altura total, garantindo ao mesmo tempo o máximo de altura interna para cargas volumétricas. Com essas dimensões, a Mercedes-Benz Trucks alinha o Lowliner elétrico aos modelos a diesel, permitindo sua integração em frotas já existentes.

O novo eActros Lowliner pode ser equipado com dois ou três conjuntos de baterias LFP, cada um com capacidade de 207 kWh. Assim, a capacidade total instalada é de 414 kWh no eActros 400 Lowliner e de 621 kWh no eActros 600 Lowliner.

A autonomia do eActros 600 Lowliner é aproximadamente equivalente à do eActros 600 padrão, que alcança até 500 quilômetros sem recarga intermediária, operando com três conjuntos de baterias e um Peso Bruto Total Combinado (PBTC) de 40 toneladas.

Equipado com dois conjuntos de baterias, o eActros 400 Lowliner possui menor peso próprio e, portanto, maior capacidade de carga útil em comparação ao eActros 600 Lowliner. Graças à redução de peso, sua carga útil pode chegar até 24 toneladas, frente até 21 toneladas do modelo com três conjuntos de baterias.

O carregamento das versões Lowliner – assim como de todos os modelos eActros – pode ser realizado com potência de até 400 kW por meio da porta CCS2 padrão, localizada no lado esquerdo do veículo. O carregamento de duas baterias de 10% a 80% leva cerca de 46 minutos (4), enquanto o de três baterias leva aproximadamente 70 minutos.

Além do carregamento CCS, ambas as variantes do eActros Lowliner serão, futuramente, compatíveis com carregamento em megawatt (MCS). Para isso, uma segunda porta de carregamento MCS no lado esquerdo poderá ser solicitada como opcional.

Eixo elétrico integrado e controle preditivo do powertrain

Assim como os demais modelos da linha, o eActros Lowliner é equipado com o eixo elétrico (e axle) do eActros 600, que integra dois motores elétricos e uma transmissão de quatro marchas. Os motores entregam potência contínua de 400 kW e potência de pico de 600 kW, com fornecimento praticamente contínuo de torque.

A condução preditiva permite recuperar energia por meio de regeneração, armazenando-a nas baterias para uso posterior. Esse processo também reduz o desgaste dos freios, ao diminuir a carga sobre o sistema de frenagem. Dependendo da situação de condução, o motorista pode selecionar entre cinco níveis de regeneração.

O eActros Lowliner conta ainda com o sistema Predictive Powertrain Control, que integra controle de velocidade e gerenciamento da transmissão, especialmente otimizado para trem de força elétrico. Esse sistema leva em consideração, automaticamente, a topografia, o traçado da via e sinalizações de trânsito para garantir o estilo de condução mais eficiente possível. Informações de rota do sistema de navegação também são incorporadas, permitindo prever eventos à frente e evitar frenagens e acelerações desnecessárias, otimizando assim o uso da energia da bateria.

* Press Release/Mercedes-Benz do Brasil.