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Marcopolo produz primeiros ônibus Double Decker com 15 metros para empresa peruana.A Marcopolo acaba de desenvolver e produzir os primeiros ônibus Double Decker (de dois andares) e 15 metros de comprimento do Brasil. Os oito veículos serão fornecidos à empresa de turismo Expresso Cial, do Peru, e utilizados no transporte rodoviário.

No último final de semana, aconteceu em Curitiba, o 17° Encontro Sul-Brasileiro de Veículos Antigos.Durante 2 dias, as dependências do Museu do Automóvel da Capital, situado às margens do Parque Barigüi, recebeu visitantes de várias partes do Brasil e também de outros países, como Uruguai e Argentina. Com cerca de 400 carros participantes, podia-se encontrar de tudo, desde raridades da década de 20, passando por hot-rods e chegando nos caminhões pesados, além de mercado de peças antigas, camisetas, adesivos, chaveiros e tudo o que se possa imaginar em termos de antigomobilismo.
Entrada do local
Bela F-100 estacionada no lado de fora da exposição.
F-100 de 1963 impecável.
Raro Willys 1959 4x4 (4 Wheel Drive).
Jardineira GMC
Cavalo mecânico FNM, 1959
Caminhão militar ao lado dos jipes
F-100 "envenenada" no stand dos hots.
Um dos primeiros veículos da pioneira Matte Leão.
Kombi estacionada na parte externa do local e ostentando "suspeitosas" placas pretas.
Não é um SUV, também não é uma minivan, e tampouco uma station wagon, mas consegue reunir atributos dos três citados. Assim é o novo Mercedes-Benz Classe R, uma harmoniosa mistura de estilos.Com um produto até certo ponto inédito, a marca alemã esperava criar um novo segmento entre os veículos multi-funcionais, algo como Station-SUV, ou será Van-Wagon? Não, segundo a fábrica, SPORTS TOURER seria a definição correta. Desde o seu lançamento como carro conceito em 2006, realmente numa primeira impressão, fica difícil classificar o Classe R, a única certeza é que trata-se de um veículo ímpar, com muita classe e requinte, ostentando um desenho clássico com linhas suaves, o que o torna agradável aos olhos.

A nova aposta da marca para o modelo concentra-se em duas novas versões de motores além dos iniciais de lançamento (à gasolina, denominado R350 com 258 cv, e outro à diesel, chamado R320 CDi com 221 cv, ambos com 6 cilindros). Os novos propulsores são o R 280 CDi, para motoristas "comportados" e uma versão mais apimentada, o R 63 de incríveis 510 cv, para uma condução no mínimo mais esportiva. O motor à diesel CDi (common-rail direct-injection) possue tecnologia de ponta, onde o motor consegue, ao mesmo tempo, priorizar a potência, diminuir a queima de gases e economizar combustível, algo que não acontece com motores semelhantes sem a novidade. Conta ainda, com câmbio automático de 7 velocidades com mudanças feitas atrás do volante (borboletas), sistema de suspensão independente nas quatro rodas, tração independente com opções de escolha por parte do motorista para cada situação e rodas de 17 polegadas (19 como opcional).
No interior, espaço e conforto de sobra para os 6 (!) ocupantes, com assentos divididos em três fileiras com 2 lugares cada e console central com porta-objetos e porta-latas, e a última fileira pode ser rebatida, no caso de necessidade para carregar mais bagagem. O acabamento é típico de carros alemães, com encaixes perfeitos, suavidade dos materiais ao toque e com detalhes em madeira e aço escovado. Além dos tradicionais opcionais, o Classe R possue câmera de estacionamento com visualização no computador de bordo com tela de LCD, GPS, airbags laterais para todos os ocupantes e um incrível sistema de som, com o de melhor existente no mercado, inclusive com a opção de celular incluso, já programado para funcionar em conjunto com o sistema.
Europa irá conhecer Cayenne movido a diesel em fevereiro de 2009
A Porsche confirmou nesta quinta-feira (20) que o conselho administrativo do grupo aprovou a produção de uma versão do utilitário esportivo de luxo Cayenne movida a diesel. A introdução do novo motor é uma resposta a cada vez mais rigorosa legislação de emissões de poluentes vigente na Europa e tem como objetivo beneficiar a empresa com os benefícios fiscais previstos para veículos movidos com esse tipo de combustível.
O novo bloco, um 3.0 l V6 turbodiesel de 243 cavalos de potência e 56 kgfm de torque máximo, é o mesmo utilizado pelos jipões Q7, da Audi, e Touareg, da Volkswagen. De acordo com a Porsche, o Cayenne Diesel é capaz de atingir média de consumo de combustível de 10,7 km/l e emissões de 244 gramas por quilômetro rodado. Para efeitos de comparação, os engenheiros do fabricante de Stuttgart estimam que a versão híbrida do jipão seja capaz de rodar mais de 11 quilômetros com um litro de combustível.
Esta seção do KOMBI & CIA sempre é bem vista por aqueles que nos visitam diariamente. E não é para menos, pois quem não gosta de automóveis antigos bem conservados e à toda prova? Então, a homenageada de hoje só poderia ser ela, a nossa velha e querida KOMBI, através de reportagem publicada na Revista Quatro Rodas de Fevereiro de 2004, na seção "Grandes Brasileiros". Escrita por Sérgio Berezovski, com fotos de Marco De Bari, uma repassada na história deste grande (em todos os sentidos) veículo...A Kombi é um caso inédito nesta seção. Pela primeira - e talvez única - vez, um carro ainda em produção é "personagem" de Grandes Brasileiros. Nada mais justo, no entanto. Afinal, a veterana de 47 anos foi um dos primeiros nacionais. Desde então, foram fabricadas 1 326 000 unidades da perua VW, como era chamada.

Não é preciso ir tão longe. A resposta está logo ali, na esquina. Quem precisa transportar até 1 tonelada de carga sabe: em mais de meio século não inventaram nada com uma relação custo/benefício tão ou mais interessante que o da perua da VW, que justamente nasceu da necessidade de transporte barato na Alemanha do pós-guerra. Seu conceito não poderia ser mais funcional: uma caixa sobre rodas, com prioridade total para o espaço livre. Até o estepe foi encaixado no encosto do banco dianteiro para não roubar espaço.
Mas nem sempre a Kombi teve perfil exclusivamente utilitário. No final dos anos 50 e começo dos 60, a escassez de opções fazia dela uma alternativa para o carro da família. Que o digam as mais numerosas, que tiravam partido de seus nove lugares e exibiam orgulhosas o modelo luxo, pintado em duas cores.
Essa versatilidade também justifica o fato de a Kombi ser tão dura de matar. Suas vendas, estabilizadas num nível de fazer corar modelos novos, impedem a fábrica de desativar a linha de montagem que desafia padrões de produtividade distantes dos ideais.
Pode ser, especialmente para quem não se incomoda com a posição horizontal da direção. Já o teste publicado na revista QUATRO RODAS de janeiro de 1963 não é tão complacente e classifica como sui generis a posição do motorista, que viaja sentado sobre o eixo dianteiro. Mas o texto não poupa elogios à funcionalidade do carro.
Com manutenção simples e barata, as Kombi não se aposentavam cedo e deixavam exposta uma falha de projeto: a convivência quase promíscua de mangueira e filtro de combustível com o distribuidor não raro provocava um incêndio, em caso de vazamento de gasolina ou mesmo de vapor.