sexta-feira, 5 de novembro de 2010

>>> SWAGGER WAGON

Toyota cria limusine de 6,19 metros para o Sema Show. Chamada Sienna Wagon, modelo inspirado no crossover possui suspensão a ar e som com 1.700 W de potência.

Entre os mais variados veículos expostos no Sema Show, maior salão de veículos modificados do mundo, a Toyota exibiu nesta última quinta-feira uma versão especial da sua crossover Sienna. Altamente “tunado”, o modelo recebeu até mesmo o sobrenome de “Swagger Wagon” (ou "perua dos fanfarrões", em tradução literal).


Em relação à versão original da Sienna, que mede 5,08 m de comprimento, a configuração limusine exposta no evento foi “esticada” em 1,11 m, totalizando 6,19 m de comprimento. E para atingir o visual que agrada aos “fanfarrões” norte americanos, foram adicionadas novas rodas cromadas, kit de neon azul, pintura verde metálica, além de suspensão a ar que permite com que o modelo atinja altura em relação ao solo de apenas 6,3 cm.


No interior, o destaque da “bigvan” da Toyota vai para o computador com tela de 23” touch screen, piso de madeira envernizado, revestimento em couro, cadeira com massageadores, gavetas, porta-copos e um equipamento de som JBL com nada menos que 1.700 W de potência.

* Márcio Murta/Revista Carro.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

>>> IMAGEM DA SEMANA


Quando dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras é melhor acreditar...

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>>> ATÉ TU, ASTON?

Aston Martin pode fabricar SUV. Conceito Lagonda deve ser modificado após críticas.
O diretor executivo da Aston Martin, Ulrich Bez, afirmou que o conceito Lagonda, revelado no Salão de Genebra de 2009, está próximo de virar realidade.


Segundo o site World Car Fans, os planos de fabricar o utilitário esportivo com tração nas quatro rodas estão “quase concluídos”. Bez teria afirmado que o novo modelo poderia fazer bastante sucesso em mercados emergentes, como China, Rússia e o Oriente Médio, onde os utilitários esportivos são adorados pelos motoristas.

O Lagonda foi apresentado pela Aston Martin no ano passado, mas não foi bem recepcionado pelo público que esteve em Genebra. Tanto a imprensa especializada quanto os visitantes do evento desaprovaram o visual do Lagonda, o que fez o presidente da marca inglesa, David Richards, engavetar o projeto.


Embora Bez não tenha confirmado, a expectativa é que a empresa realize uma mudança radical no desenho do Lagonda conceitual caso o veículo realmente seja produzido em série. Bez também disse que o carro deve ser fabricado por uma empresa parceira da Aston Martin.

* Vitor Matsubara/Revista Quatro Rodas.

>>> DE VOLTA AO BRASIL

Brasil ganha nova montadora de caminhões. Vendas começam com dois caminhões International.
A NC², joint venture mundial entre Navistar International e Caterpillar criada em 2009, com matriz nos Estados Unidos, anunciou oficialmente o início de suas operações no Brasil. A mais nova montadora no país irá montar e distribuir caminhões com as marcas International e Cat.

Operações

Inicialmente, a NC² irá comercializar caminhões International (de volta ao Brasil) no mercado: o pesado 9800i e o semipesado DuraStar. De acordo com a empresa, o primeiro modelo estará disponível este mês, enquanto o outro só a partir de 2011.


A montadora informa que, nesse primeiro momento, assumirá a responsabilidade pela atual operação Navistar, em Caxias do Sul (RS), na qual manterá acordo para a produção de caminhões com a tecnologia NC2 em uma das unidades industriais da Agrale. A NC² revelou que irá investir aproximadamente US$ 200 milhões no país, recursos destinados à compra de equipamento, pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, bem como à contratação e treinamento de funcionários, sendo US$ 10 milhões na expansão da linha de montagem da planta gaúcha, com planos de abrir 150 novas vagas de emprego até 2011.

De acordo com a empresa, investimentos adicionais para a construção da fábrica no Brasil serão anunciados futuramente. “Já iniciamos, este ano, investimentos em projetos de expansão a longo prazo no Brasil que incluirão a produção local de caminhões e o lançamento, em 2012, de produtos com uma nova cabine avançada”, revela Al Saltiel, presidente da NC².

Essa nova família de caminhões com cabine avançada, das marcas International e Cat, deverá chegar em 2012. Segundo a NC², a nova linha de produção incluirá mais de 15 modelos, do modelo de 10 toneladas ao de 74 toneladas de PBTC (peso bruto total combinado), com motores de 180 cavalos a mais de 500 cv. Quanto à rede de distribuição, a empresa planeja contar com mais de 60 pontos de venda em todo o país até 2015.

Até o momento, a empresa já instalou cinco pontos de venda International, que deve chegar a 10 unidades até o final do ano. “Estamos muito felizes com a chegada ao mercado brasileiro, que é uma das nossas prioridades na operação mundial e que funcionará como centro de distribuição no Mercosul”, destaca Al Saltiel. “Nosso compromisso de longo prazo com o Brasil inclui o crescimento da produção, criação de empregos e o desenvolvimento de uma rede de parceiros que serão treinados para oferecer serviços de qualidade para nossos veículos e marcas em todo o país”, completa o presidente da NC², cuja sede administrativa brasileira fica localizada em São Paulo.

International

De acordo com a empresa, os dois caminhões International que estão chegando ao país vêm com garantia de um ano e quilometragem ilimitada, com uma opção de garantia estendida para motores e outros sistemas, além de suporte de peças e serviços. O 9800i será comercializado no Brasil na versão com motor eletrônico 11 litros de 417 cv com 2010 Nm de torque, opções de tração 6x2 e 6x4, com peso bruto combinado de 57 toneladas e 74 toneladas, respectivamente, além de transmissão sincronizada Eaton FTS-20112L exclusiva (treze marchas à frente) e eixo intermediário duplo.

Já o International DuraStar terá motor eletrônico MWM MaxxForce 7,2 litros (260cv, 900 Nm de torque), Euro III. O modelo será disponibilizado nas versões 4x2, 6x2 e 6x4, com duas opções de transmissão: Eaton FS6406A de seis marchas e RT8908LL de dez marchas, sendo com uma marcha de trator para trabalho pesado no 6x4.

Os primeiros pontos de vendas dos caminhões International estão localizados em cinco estados (Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás e Ceará), revendedores das empresas Konrad Group, Catalão, Marcosa e Saga Group. Segundo a NC², a rede deverá fechar o ano com dez casas, adicionando mais vinte pontos em 2011.

* Redação/Canal Do Transporte.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

>>> VÍDEO DA SEMANA


E já que tocamos no assunto, que tal assistir uma "incrível" performance do que acontece dentro da Kombiokê? Então vai: Luz, Câmera... Kombiokê!

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>>> KOMBIOKÊ

Volkswagen totalmente interativa nos 50 anos do Salão do Automóvel de São Paulo.
A Volkswagen trouxe ao Salão deste ano inúmeras novidades, entre veículos e interatividade. Para quem acompanha o KOMBI & CIA, a grande curiosidade era se a marca alemã havia preparado mais uma Kombi diferenciada para o evento, como é de costume, ou se desta vez a Kombi estava esquecida de vez...


Ledo engano, porque a surpresa ficou para a Kombiokê, uma ideia do pessoal do Instituto Criar, apadrinhado pelo apresentador Luciano Huck. A Kombi recebeu uma pintura especial e foi projetada para receber até quatro ocupantes, com um aparelho de karaokê completo integrado logo atrás dos bancos dianteiros. Além do aparelho, uma câmera grava a atuação do participante e transmite para uma tela de TV instalada na porta traseira da Kombi, junto com um pequeno estúdio de edição. Ou seja, após a performance do cantor, as imagens editadas podem ser enviadas para o endereço eletrônico do mesmo, tudo assim, interativo, moderno e muito interessante. Ponto para a Volkswagen, que mais uma vez não deixou os fãs da Kombi sem opção.


Para saber mais sobre outras atividades no estande da Volkswagen, acesse os links abaixo:

Volkswagen no Salão 1
Volkswagen no Salão 2

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>>> BRABUS GLK

Brabus cria o utilitário esportivo mais rápido do mundo!
No início, a ideia de conjugar o conceito de um 4X4 com o luxo de um sedã causou estranheza. Depois, quando a visão de um utilitário esportivo já não surpreendia ninguém, esses grandalhões começaram a se tornar esportivos, abandonando a veia fora-de-estrada. Uma tendência que a Brabus, tradicional preparadora de modelos da Mercedes-Benz extrapolou ao embutir um V12 sob o capô anguloso de um GLK. A criação foi apresentada no Salão de Dubai com o objetivo de ser o SUV mais rápido do mundo.


O propulsor de doze cilindros, antes restritos aos espaçosos cofres de motor do Classe S e SL, teve a capacidade cúbica aumentada de 5.5 litros para 6.3 litros. Somada à expansão, foram acrescentados um sistema de exaustão em aço inoxidável – que deixa o “motorzão” respirar mais livremente – e dois turbocompressores com intercoolers, que juntos conseguem elevar o rendimento até os 760 cv de potência a 5.500 rpm, com extraordinários 137,6 kgfm de torque a apenas 2.100 rpm.


É tanta força que o torque tem um limitador eletrônico, que o rebaixa para ainda expressivos 112,1 kgfm a mesma rotação. Caso contrário, a transmissão automática de cinco marchas não daria conta do recado. Se no Brabus SV12 R Biturbo 750, um Classe S modificado, esse mesmo motor era capaz de levá-lo aos 340 km/h, no utilitário ele não faz feio. Foram nada menos do que 322.3 km/h de velocidade máxima, atingida na pista de testes de Nardò, na Itália. No zero a 100 km/h o GLK V12 leva apenas 4,2 segundos. Para partir da imobilidade e chegar aos 200 km/h, são necessários 12,8 s, de acordo com a Brabus.


Quer levar esse GLK V12 para uma excursão esportiva fora do asfalto? Esqueça. O carro deixou de lado a tração integral 4Matic e adotou a tração traseira, com diferencial de deslizamento limitado bloqueado a 40% - pode transmitir até 40% a mais de força para uma das rodas quando necessário, com em curvas. As suspensões são mecânicas e podem ser reguladas em altura de rodagem, amortecimento e retorno.


Além do objetivo de criar alguns dos carros mais rápidos de cada classe, a Brabus seguiu à risca outra obsessão: a de redesenhar o carro com o objetivo de torná-lo ainda mais agressivo. A parte dianteira ganhou um novo para-choque, com entradas de ar superdesenolvidas para ventilar melhor os radiadores e os freios. Além disso, um spoiler em fibra de carbono também foi acrescentado, para diminuir a tendência a “levantar” a frente em velocidades acima de 300 km/h. A grade, com duas grossas barras horizontais, deixou de lado a estrela de três pontas, enquanto o capô ganhou aletas de ventilação longitudinais.


Os para-lamas foram alargados e junto com as saídas de ar nas peças dianteiras e às saias laterais, deram um ar de carro de pista ao modelo, que ficou 5 centímetros mais largo. O para-choque traseiro emoldura as quatro saídas de escapamento, enquanto o aerofólio sobre o vidro ajuda a manter o carro no chão, além de auxiliar a estabilidade direcional. As rodas aro 22 calçadas em largos pneus 285/25 chamam a atenção tanto pelo desenho exclusivo quanto pela cor preta, que incrementa o visual “dark” do GLK V12.

Como é tradição na Brabus, o interior recebeu uma dose extra de luxo, com muito couro especial costurado a mão nas portas e painel, além de soleiras das portas com iluminação embutida, que é acionada ao se abrir o carro. Os instrumentos colaboram para a sensação furiosa despertada pelo motor, com iluminação vermelha e velocímetro com escala até os 330 km/h. Os bancos dianteiros em concha com encostos integrados contam com telas de LCD de sete polegadas em suas costas, acopladas a um DVD. O preço de toda essa extravagância? Apenas 397 mil euros, cerca de R$ 1 milhão. Uma pechincha para Dubai.

* Julio Cabral/Portal Vrum.