sexta-feira, 15 de novembro de 2013

>>> LINK DA SEMANA

http://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2013/09/concessionaria-fantasma-da-volkswagen-vira-capsula-do-tempo.html
http://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2013/09/concessionaria-fantasma-da-volkswagen-vira-capsula-do-tempo.html

Muitos dos que estão lendo esta postagem provavelmente já ouviram falar de cidades fantasmas, com suas ruas desertas e casas abandonadas. Mas o que pouca gente sabe, é que no Rio Grande do Sul a lenda da Concessionária Fantasma é verdadeira, como comprova a matéria da Revista Auto Esporte, que foi lá conferir se os automóveis nunca rodaram mesmo...
 
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>>> CABEÇA FRESCA


Lifan lança o X60 Vip por R$ 57.990

A Lifan Motors anunciou uma versão Vip para o seu SUV, o X60. Modelo chega para comemorar o primeiro aniversário da montadora, após o retorno das operações no Brasil. A principal novidade do veículo é o teto solar elétrico.

 
Sob o capô, a configuração segue inalterada, já que permanece o motor 1.8 VVT 16V de 128 cv de potência e 16,8 kgfm de torque, apenas a gasolina.
 
 
Entre os itens de série estão ajuste de altura do banco do motorista, sistema multimídia com GPS, MP3, Bluetooth, entrada USB. A variante chega às lojas custando R$ 57.990.

* Redação/Portal Vrum.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

>>> PROPAGANDA


Saudosa picape D20 Custom, na configuração Cabine Dupla (uma raridade atualmente), há exatos 26 anos!

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>>> DUAS VEZES EXCLUSIVA


Uma perua exclusivíssima!

Marcello Serpa é um dos publicitários mais premiados do País. Responsável pelas campanhas da volkswagen, é também um apaixonado pela montadora alemã. E foi inspirado nas viagens feitas a bordo de uma Kombi, para surfar com amigos, que ele decidiu ter uma perua divertida e singular.
 
 
Em 2007, a Volkswagen lançou uma série exclusiva da Kombi, denominada Edição 50, para celebrar os 50 anos do utilitário no País. A exclusividade anunciada soou exagerada, visto que o veículo trouxe poucas distinções dos modelos ofertados até hoje. Uma pintura bicolor – vermelha e branca – e vidros verdes eram os maiores atrativos da série especial. Mas o despojamento sempre foi uma das grandes qualidades da perua lançada, em 1950, na Alemanha. Apaixonado pelos carros da montadora desde a infância, quando andava com os pais a bordo de Fuscas e Passats, o publicitário Marcello Serpa, que é sócio e diretor-geral de criação da agência AlmapBBDO, viu no lançamento a oportunidade de realizar o antigo sonho de ter uma Kombi.
 
 
Um dos profissionais mais premiados do País, no comando da Almap Serpa já ganhou mais de uma centena de Leões no Festival de Cannes, a maior premiação do mercado publicitário mundial. Recentemente, ele completou 50 anos. Aos 37, foi o primeiro latino-americano a presidir o festival realizado na Costa Azul do mediterrâneo francês e também o mais jovem presidente da história do evento. Há mais de duas décadas, é ele quem assina campanhas da Volkswagen do Brasil. Mas, muito além de sua forte ligação profissional com a marca alemã, a escolha de comprar uma Kombi foi motivada pelo fato de a perua ser um ícone de sua memória afetiva. Na adolescência e na juventude, Serpa fez várias viagens a bordo de uma Kombi com os amigos do surfe, esporte que pratica até hoje.
 
 
E não bastasse a exclusividade de integrar uma série de 50 veículos e ter sido a número 2 a sair linha de montagem, a perua do publicitário ganhou características ainda mais singulares. Assim que decidiu comprar a Kombi, Serpa produziu uma série de desenhos, todos eles com enorme carga autobiográfica, para serem pintados na carroceria do utilitário. Pretendia dar ao carro uma aparência semelhante às antigas Kombis psicodélicas, que tanto embalaram as viagens (em duplo sentido) de jovens do mundo todo, durante os anos de desbunde da contracultura. Mas em vez de impregnar o carro com desenhos lisérgicos, símbolos da paz e apologia ao flower power, Serpa estampou na lataria da Kombi imagens que marcaram sua trajetória pessoal – um desenho da mulher Joanna e o nome das três filhas, Sophia, Fabiana e Maria, a prancha de surfe, o mar, peixes, seu cachorro, a mandala tatuada no corpo.
 
 
Desenhos concluídos, faltava definir um artista para realizar a obra. E o escolhido foi um craque da pintura automotiva, o ex-piloto Sid Mosca, morto em julho de 2011 – que, entre outras célebres criações, assinou as pinturas dos Coopersucar de Emerson Fittipaldi e o famoso capacete de Ayrton Senna com as cores da bandeira brasileira, um dos símbolos do saudoso tricampeão mundial de Fórmula 1. “Foi um dos últimos trabalhos do Sid e ninguém saberia fazer igual. Ele pintou a Kombi com a mesma riqueza de detalhes que pintava os capacetes”, diz Serpa. Para atingir tal preciosismo, Mosca (que abandonou as pistas, pois sua performance de pintor dos próprios veículos era muito superior do que ao volante) precisou se dedicar ao utilitário por sete meses, sobrepondo diversas camadas de tinta automotiva aplicadas com uma pistola de pressão.
 
 
Mas a longa espera e a minúcia foram mais do que recompensadas. Por onde passa, a Kombi de Serpa literalmente para o trânsito, apesar de o publicitário raramente usar o veículo, com receio de colisões ou riscos na pintura do veículo e não ter mais como recorrer a excelência de Mosca. “Certa vez, na estrada, parei em um engarrafamento, típico de final de ano, e as pessoas saíam dos carros para tirar fotos. É um veículo de bom humor, me divirto muito e ele me faz um bem danado. Tenho planos de fazer um acabamento psicodélico no interior que ainda está intacto.” Serpa precisará incluir também o nome do caçula, Paulo, que nasceu cinco anos depois do ingresso da exclusivíssima Kombi na família.

* Marcelo Pinheiro/Revista Brasileiros.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

>>> IMAGEM DA SEMANA


É na infância que se aprende a gostar das coisas...

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>>> CHINESA SOLITÁRIA


Única marca chinesa da Fenatran, Shacman mostrou protótipo do primeiro caminhão brasileiro

O primeiro protótipo do caminhão Shacman brasileiro, que será produzido a partir do segundo semestre do próximo ano, foi a principal atração do estande da Metro-Shacman na Fenatran, que se realizou no Parque Anhembi, em São Paulo. Única marca de origem chinesa participante do evento, mostrou o veículo Shacman TT 440 6x4 com índice de nacionalização superior a 60%, obtido por intermédio de parceria estabelecida com mais de 40 empresas brasileiras do segmento de autopeças.
 
Ao lado do Shacman TT 440 6x4, a empresa apresentou também um driveline – conjunto formado por motor Cummins, transmissão Eaton automatizada de 18 marchas, eixo dianteiro e cardãs Dana, eixos traseiros Meritor, pneus Goodyear, freios Master, rodas Maxion Wheels – entre as mais de 40 empresas participantes do projeto do caminhão brasileiro.
 
O veículo revela também um dos resultados do departamento de engenharia da empresa com o motor Cummins ISM 11P7, de 6 cilindros em linha e 10,8 litros de capacidade cúbica, com potência elevada para 440 cv, e a opção de transmissão Eaton automatizada de 18 velocidades ou ZF manual de 16 velocidades.
 
 
Após a Fenatran, a empresa dará início ao programa de certificação do veículo, por intermédio de testes de durabilidade e desempenho, em diversas condições de utilização, tipos de estradas e clima no Brasil. O programa envolverá a utilização do veículo com tração de semirreboques e diferentes configurações de implementos utilizados no segmento de transporte de cargas do Brasil.
 
 
Na Fenatran, a Metro-Shacman anunciou a ampliação da rede de vendas e serviços para 16 pontos em diversos Estados brasileiros.
 
* Press Release/Metro-Shacman S.A.

>>> RARIDADE DE GUERRA


Colecionador do Acre guarda caminhão da Segunda Guerra Mundial

Impossível entrar na casa do desembargador aposentado Arquilau de Castro Melo, de 60 anos, e não se sentir um viajante do tempo. O lugar ficou pequeno para tantas relíquias. Entre elas está o item considerado mais valioso: um caminhão utilizado pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), ainda em perfeito estado de funcionamento.

 
Fabricado em Olten, na Suíça, pela indústria Berna, o carro foi adaptado e utilizado para transportar judeus aos campos de concentração e câmaras de gás, em 1943. "Ele foi feito para Hitler. Apesar da Suíça se considerar neutra, ela entrava na guerra não com soldados, mas dando todo suporte logístico", comenta o colecionador, que é também fascinado pela história.
 
O veículo raro foi comprado há quatro anos de um comerciante de Cruzeiro do Sul, segunda maior cidade do Acre. Arquilau acredita que, após a guerra, os alemães queriam se ver livres dos objetos que lembrassem o Holocausto [termo usado para se referir à perseguição e ao extermínio de grupos contrários ao regime nazista, especialmente os judeus]. “Como em Cruzeiro do Sul os primeiros padres eram alemães, eles utilizavam esse caminhão, a princípio, para serviços da diocese e, posteriormente, venderam ao comerciante que me repassou”, conta.
 
 
O colecionador procurou conservar as peças originais do veículo. Segundo ele, até mesmo o motor ainda é original de fábrica. "Apenas a carroceria de madeira que foi se deteriorando e os faróis tiveram que ser trocados", comenta. Pelo menos três vezes por semana o carro é ligado e a manutenção é realizada regularmente.

Museu Itinerante

Motivado pelo desejo de contar histórias e mostrar os costumes de diferentes épocas com a ajuda dos objetos antigos, Arquilau pretende criar um museu sobre rodas no Acre. “É uma forma de viajarmos um pouco e nos entendermos como gente”, destaca.
 
 
Entre lampiões, porongas, máquinas de escrever, vitrolas e até as primeiras ferramentas utilizadas pelos seringueiros para extração do látex, está o Berna 1943. Os objetos reunidos fazem uma conexão histórica e econômica entre o Acre, produtor e exportador de borracha para os países aliados, e a Segunda Guerra.
 
A ideia do colecionador é levar o veículo para escolas para que ele seja utilizado junto com os demais objetos como material didático. “É a melhor forma de dar aula de história, levando o museu ambulante cada semana para uma instituição, para mostrar às crianças e aos jovens o que foi a conquista do Acre, quando mais de 50 mil homens vieram do Nordeste para produzir borracha para a Segunda Guerra."
 
 
O projeto do museu itinerante já foi escrito e o idealizador aguarda pela abertura de um novo edital da lei de incentivo à cultura para colocá-lo em prática. “Pretendo conseguir levantar verba para fazer isso, porque obviamente tem um custo. Mas se não conseguir, uma hora vou me zangar, pegar esse caminhão, levar para a praça junto com esses objetos e começar os trabalhos”, brinca.

* Rayssa Natani/Portal G1.