segunda-feira, 22 de junho de 2020

>>> VÍDEO DA SEMANA


Apresentação da Kombi Carat 1997...

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>>> ATUALIZAÇÕES


Spin ganha controle eletrônico de estabilidade e atualizações no acabamento

A Chevrolet está ampliando o pacote de equipamentos de segurança e comodidade do Spin. O modelo se destaca por ser a opção de veículo de sete lugares mais acessível e de maior sucesso do mercado nacional.


A principal novidade do Spin para a linha 2021 é a adoção do controle eletrônico de estabilidade e tração como item de série em todas as configurações. A tecnologia reduz sensivelmente o risco de perda de controle do veículo em condições extremas ao limitar a velocidade quando ela se torna incompatível com a trajetória ou a aderência do piso.

“O controle eletrônico de estabilidade e tração chega para acompanhar uma crescente demanda por tecnologias de segurança sem abrir mão de sua maior virtude: o amplo espaço interno”, diz Rodrigo Fioco, diretor de Marketing de Produto da GM América do Sul.

O crossover da Chevrolet ganha também assistente de partida em aclive, muito útil em saídas de semáforos e manobras em planos inclinados. O item funciona com as configurações de câmbio automático e manual, ambos de seis marchas.


O alerta de não afivelamento do cinto do passageiro chega para complementar o aviso referente ao do lado do condutor, já existente. Também extensiva a toda a gama estão o novo grafismo do painel de instrumentos e a inédita opção de cor Azul Eclipse para a carroceria.

Já o controlador de limite de velocidade é outra inovação e está disponível desde as configurações intermediárias. Teclas no volante permitem ao motorista determinar a velocidade máxima que o carro poderia alcançar em acelerações para evitar multas de trânsito, por exemplo.

Em relação a parte mecânica, a principal alteração fica por conta da nova geração da transmissão automática de seis marchas, de funcionamento mais suave e eficiente, em linha com os recentes lançamentos da Chevrolet, como os novos Onix e Tracker.


No caso do Spin, a transmissão AT6 foi especialmente recalibrada para trabalhar em harmonia com o motor 1.8 SPE/4 ECO Flex de até 111 cavalos de potência e 17,7 kgfm de torque.

Spin Activ ainda mais esportivo

A versão aventureira do Spin é a que traz a maior quantidade de novidades externas. A primeira delas é a adoção da gravata Chevrolet com fundo preto, exclusiva de configurações especiais da marca.

A cor preta passa a dar o tom também para os acabamentos da grade frontal, das molduras centrais inferiores do para-choque dianteiro e traseiro além dos estribos laterais e do rack de teto em formato de “U”.


Peças escuras com pintura fosca e outras com cobertura brilhante criam uma perfeita combinação com os demais detalhes visuais do veículo e ajudam a acentuar sua esportividade, incluindo as rodas aro 16 com superfície usinada, os faróis com máscara negra e guias de LED.

O Spin Activ está disponível nas configurações de cinco e sete lugares. Ambas pensadas para quem precisa de um automóvel funcional com amplo espaço para passageiros e carga. O porta-malas pode chegar a 756 litros com a segunda fileira de bancos toda avançada - quase o dobro da capacidade de SUVs da concorrência.

O crossover da Chevrolet conta com acabamentos premium na cabine. A conectividade fica por conta do multimídia MyLink com Android Auto e Apple CarPlay além do sistema de telemática avançada OnStar com seus serviços exclusivos de segurança e proteção patrimonial.


A versão aventureira Activ assim como a de luxo Premier vêm equipadas de série com ar-condicionado, direção elétrica, transmissão automática, câmera de ré com linhas guias, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, entre outros.

A linha 2021 do Spin chega às concessionárias Chevrolet nas próximas semanas em quatro versões de acabamento: LS, LT, Premier e Activ.

* Press Release/GM do Brasil.

>>> O ÚLTIMO BICUDO


A Mercedes-Benz encerrou a produção do Atron 1635 4×2, o último caminhão com cabine bicuda produzido no Brasil

A Mercedes-Benz encerrou a produção do Atron 1635 4×2. O caminhão era o último com cabine bicuda produzido no Brasil. Por se tratar de um projeto antigo, o modelo não pode receber sistemas para mantê-lo competitivo. É o caso, por exemplo, de recursos de conectividade. Além disso, comparado aos “cara-chata”, o Atron leva menos carga líquida. Trata-se de uma questão de legislação. No Brasil, o comprimento total do caminhão é utilizado para determinar a capacidade por eixo. Ou seja: o bicudo é maior e, portanto, leva menos carga.


Até 2011, o modelo era chamado de L1635. Em 2012, o pesado recebeu atualizações para atender ao Proconve 7. Além de se enquadrar nas novas regras de emissões de poluentes, foi rebatizado de Atron. A Mercedes-Benz começou a produzir caminhões bicudos no Brasil há cerca de 40 anos. Muitos frotistas e caminhoneiros autônomos são adeptos da cabine bicuda.

Segundo os motoristas, nesse tipo de cabine a sensação de segurança é maior. A boa aceitação do Atron no mercado brasileiro foi um dos motivos que levou a Mercedes-Benz a mantê-lo em produção por tanto tempo. Além do cavalo-mecânico, até 2018, a linha Atron era composta por modelos rígidos rodoviários e fora-de-estrada. Havia opções de cabine avançada e cara-chata.

Mas a Mercedes-Benz reduziu a oferta e, a partir daquele ano, manteve apenas o 1635 em produção, porque o trator era o mais vendido da família. Em 2019, foram emplacadas 698 unidades do caminhão no Brasil e de olho nesse nicho, a marca deve apresentar um sucessor do Atron em breve. O preço também pesou a favor do fim do Atron. O modelo novo custava cerca de R$ 297 mil. O Atego 1730 4×2, por exemplo, é mais moderno e cerca de R$ 40 mil mais barato.
Motor consagrado

O Atron tem motor OM-457 LA, de 12 litros e seis cilindros em linha. Produzido pela própria Mercedes-Benz, é considerado como o mais popular da fabricante. O seis-cilindros equipa cerca de 1 milhão de caminhões e ônibus vendidos pela marca alemã no mercado brasileiro.

Para atender ao Proconve 7 (equivalente ao Euro 5), o motor conta com redução catalítica seletiva (SCR). Trata-se do sistema por meio do qual o Arla 32 é injetado por um catalisador especial. Isso ajuda a reduzir o nível de NOx gerado durante a queima do diesel.

O OM-457 LA gera 345 cv de potência a 1.900 rpm e 148 mkgf de torque a partir das 1.100 rpm. A transmissão ZF 16S 1650, manual de 16 marchas. Para comparação, o Atego 1730 é equipado com o OM-926 LA de 7,2 litros. O seis-cilindros gera, respectivamente, 286 cv a 2.200 rpm e 127 mkgf entre 1.100 e 1.200 rpm. A transmissão é a MB G 131, manual de 9 velocidades. Ou seja: embora tenha menor capacidade volumétrica, o OM-926 LA é mais eficiente que o OM-457 LA no Atron. Além de gerenciamento eletrônico mais moderno, o novo motor tem turbocompressor.

Na lista de itens de segurança, os dois modelos oferecem Top Brake. O sistema de freio-motor da Mercedes-Benz vem de série em ambos. O Peso Bruto Total (PBT) técnico do Atron é de 17,3 toneladas e a Capacidade Máxima de Tração (CMT) de 50 t. O eixo traseiro HL7, da Mercedes-Benz, contribuiu para manter a fama de parrudo do Atron. Para comparação, o Atego 1730 tem PBT técnico de 17,1 t e CMT de 36 t. Na prática, trata-se de um modelo mais adequado a operações que exigem menor capacidade técnica.

Tecnicamente, o Atron 1635 é semelhante ao Axor 1933 4×2. Para quem precisa de mais robustez, o modelo pode ser um bom substituto. O problema é o preço mais alto – de R$ 334.950, de acordo com a tabela da Fipe. Entre as vantagens do modelo mais novo está o maior nível de conforto. Além de ter cabine mais moderna, o caminhão traz suspensão pneumática, entre outros destaques.

O motor Axor 1933 também tem o motor mais moderno. Trata-se do mesmo OM-926 do Atego 1730, mas com maiores potência e torque. São 325 cv e 132,5 mkgf, respectivamente. Nessa versão, a transmissão é a MB G 241, automatizada de 16 marchas. O PBT técnico do Axor é de 18,6 t e a CMT é de 48,3 t.

Tanto o Atego 1730 quanto o Axor 1933 têm cabines avançadas e bom nível de acabamento. E oferecem vantagens operacionais em relação ao Atron. A principal é a capacidade de levar mais carga líquida. Também são mais leves. O peso em ordem de marcha do Atego 1730 é de 5.610 kg. O do Axor 1933 é de 6.471 kg e o do Atron é de 7.356 kg.

O Atron é o último caminhão bicudo da Mercedes-Benz no Brasil. Na Europa ela oferece o Zetros de cabine semi-avançada para atuar nas operações fora de estrada.

* Andrea Ramos/Caderno Estradão.

sexta-feira, 19 de junho de 2020

>>> LINK DA SEMANA


Galeria com dezenas de utilitários antigos da Noruega...

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>>> PAJERO SPORT 2021


Mitsubishi lança o Pajero Sport 2021

A Mitsubishi voltou a mexer no Pajero Sport na linha 2021, que traz mudanças no visual e no conteúdo. O modelo já tinha passado por modificações no ano passado, mas algumas soluções de design não agradaram muito, levando a montadora a fazer nova intervenção. O SUV grandalhão de sete lugares ganhou novos conteúdos, como painel digital, e chega ao mercado nas versões HPE (R$ 291.990) e HPE-S (R$ 318.990). Ambas são equipadas com o motor MIVEC 2.4 litros turbo diesel, que desenvolve 190cv, além de sistema de tração 4x4.


A própria Mitsubishi começou a descrever o novo design do Pajero Sport pela traseira, que era onde estava o principal ponto de desagrado. O modelo apresentado em maio do ano passado tinha as lanternas verticalizadas com um comprido rabicho que se estendia até o para-choque, recurso de gosto duvidoso. Na linha 2021, o desenho das lanternas (com LED) é basicamente o mesmo, porém, estão localizadas acima do para-choque traseiro, mas com o rabicho menor. O para-choque também foi redesenhado e o SUV ainda ganhou aerofólio novo e antena do tipo tubarão.


Na frente, as alterações podem ser vistas na nova grade de três barras paralelas na parte superior, que forma conjunto único com os estreitos faróis em LED. Na parte inferior, a grade é do tipo colmeia, embutida no redesenhado para-choque, que traz ainda novos nichos para os faróis de neblina em LED, envoltos por uma moldura cromada. Os faróis trazem de série o sistema Adaptive Front Lighting System (AFS), que direciona o feixe de luz quando o motorista vira o volante em curvas.


O Pajero Sport 2021 tem algumas comodidades oferecidas como itens de série na versão topo de linha HPE-S, como tampa do porta-malas com abertura e fechamento elétricos, acionada em botão no painel ou na chave. Há ainda as opções de abertura da tampa passando o pé sob o para-choque traseiro ou por meio do aplicativo Remote Control instalado no smartphone.

Um dos destaques no interior do novo SUV é o sistema multimídia com tela de oito polegadas sensível ao toque e compatível com os smartphones pelos sistemas Google Android Auto e Apple CarPlay. Ao conectar o celular, os usuários têm acesso a aplicativos como Waze, Google Maps e Spotify. Tem uma entrada USB na parte dianteira e outras duas atrás para carregar o celular. O console central traz ainda uma tomada de 120V (AC) para ligar diversos aparelhos. Na versão HPE-S o painel de instrumentos é digital e com diferentes configurações, além de ser integrado ao sistema de entretenimento do SUV.


O SUV de sete lugares tem bom espaço interno e porta-malas de 971 litros, com a terceira fileira de bancos recolhida e considerando a área até o teto. Com a segunda fileira de bancos rebatida forma-se uma ampla plataforma plana, com capacidade para 1.731 litros. O Pajero Sport tem ainda ar-condicionado digital Dual Zone com regulagem independente para motorista e passageiro do banco da frente. O banco do motorista conta com ajustes elétricos e os assentos traseiros podem ser rebatidos. O volante é multifuncional, com comandos do som, celular e piloto automático.

O motor que equipa ambas as versões é o MIVEC 2.4 litros, turbodiesel, em alumínio, que desenvolve 190cv e 43,9kgfm de torque. Com injeção direta de combustível, o propulsor de 16 válvulas conta com turbocompressor, que garante boas respostas já em baixas rotações. A transmissão é automática de oito velocidades, com opção de trocas sequenciais manuais por meio dos Paddle Shifters atrás do volante.


A capacidade off-road do novo Pajero Sport está diretamente relacionada ao sistema Super Select 4WD-II, com quatro modos de operação, incluindo a reduzida. O sistema é acionado por meio de um seletor no console central, onde o motorista tem as opções 2H (para estradas e vias públicas), 4H (para estradas e pisos irregulares, com distribuição automática da tração entre os eixos dianteiro e traseiro), 4HLc (para terreno acidentado com superfícies de baixa aderência) e 4LLc (para subidas ou descidas íngremes, rochas, areia e lama). Além disso, o SUV traz o Off-Road Mode, sistema com quatro modos de condução para diferentes tipos de piso: grama, lama/neve, areia e pedras. Por meio de um visor no painel, o motorista pode verificar como cada roda está atuando no solo. O pacote off road fecha com bloqueio do diferencial do eixo traseiro, o RD Lock, que ajuda a superar situações extremas.

O SUV tem ângulo de entrada de 30 graus e o de saída de 24,2 graus. São 45 graus de inclinação lateral e 23,1 graus de ângulo de subida. Para evitar recuos em arrancadas em subidas íngremes, o modelo traz o Hill Start Assist System (HSA), mais conhecido como assistente de partida em rampa. Tem ainda o Adaptive Hill Decent Control (HDC), controle de descida de rampa, que mantém a velocidade do veículo constante em descidas íngremes, dispensando o acionamento do pedal de freio.

No quesito segurança, o modelo traz freios ABS e EBD, controles de estabilidade (ASC) e de tração (ATC), e o Adaptive Cruise Control (ACC), que é um piloto automático inteligente. Basta programar a velocidade que, por meio de sistemas semiautônomos, o veículo freia e acelera sem a intervenção do motorista, fazendo automaticamente a leitura da velocidade do outro veículo que vai à frente. A versão HPE traz um pacote de opcionais que inclui teto solar e sistema Adaptive Cruise Control (ACC) por R$ 8 mil.

A lista de equipamentos inclui ainda sistema de Monitoramento de Pontos Cegos (BSW); Brake Override System (BOS), que monitora constantemente os sinais do freio e acelerador; o Forward Collision Mitigation (FCM), que atua automaticamente para evitar ou minimizar os efeitos de uma possível colisão; sistema de Prevenção de Aceleração Involuntária (UMS), que detecta obstáculo próximo e reduz a potência do motor para evitar colisões; e o o sistema Trailer Stability Assist (TSA), que estabiliza o conjunto trailer/veículo quando o fenômeno de serpenteamento for detectado.

O modelo traz ainda sete airbags (dois dianteiros, dois laterais dianteiros, dois de cortina e um para os joelhos do motorista). O SUV está disponível no mercado brasileiro em seis diferentes cores de carroceria, incluindo as inéditas branco Diamond e cinza Graphite, todas acompanhadas das exclusivas rodas de aro 18 polegadas em estilo diamantado.

* Enio Greco/Portal Vrum.

quinta-feira, 18 de junho de 2020

>>> PROPAGANDA

1971 Leyland Mastiff

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>>> MAZDA BT-50


Nova Mazda BT-50 troca chassi da Ford Ranger por plataforma da Isuzu D-Max

A Mazda revelou na última terça-feira (16) a nova geração da picape média BT-50, desenvolvida em conjunto com a também japonesa Isuzu após anos de parceria com a Ford. Com a decisão tomada ainda em 2016, o modelo deixa de ser produzido a partir da plataforma da atual geração da Ford Ranger para usar o chassi da nova Isuzu D-Max, que também abandona a estrutura compartilhada com a Chevrolet S10. Além da nova plataforma, a BT-50 também adota a identidade visual da Mazda, chamada “Kodo Design”, aplicada nos demais modelos da marca.


Já as mudanças internas deixaram a picape significativamente mais refinada que a antecessora. Chama a atenção a qualidade do acabamento da cabine , com direito a material macio ao toque e revestimento de couro sobre o painel, console central e laterais das portas. Uma nova central multimídia de 9 polegadas, compatível com os sistemas Android Auto e Apple CarPlay, também foi incorporada.


Na parte de segurança, a versão mais completa será equipada com controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, sensor de ponto cego e alerta de tráfego traseiro.


Em termos de motorização, a nova BT-50 compartilha com a Isuzu D-Max um quatro-cilindros de 3.0 litros turbodiesel, que entrega 190 cv de potência e 45,6 kgfm de torque. A transmissão do modelo divulgado é automática de seis marchas. A tração 4×4, com acionamento eletrônico, conta com reduzida e bloqueio eletromagnético do diferencial traseiro.


A Mazda não divulgou detalhes de consumo e desempenho, mas adiantou que a picape tem capacidade de carga de pouco mais de uma tonelada e pode rebocar até 3.500 kg. Os preços serão anunciados nos próximos meses, quando a picape começar a ser vendida na Austrália, África do Sul e alguns países asiáticos.

* Guilherme Silva/CarSale.