terça-feira, 30 de agosto de 2016

>>> MOPAR NATS 2016


36º Mopar Annual Nationals
Local: National Trail Raceway
Data: 12, 13 e 14 de Agosto
Cidade: Columbus/Ohio
País: EUA
Fotos: Bryan McTaggart

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>>> KIA OPTIMA SPORTSWAGON


Kia Optima Sportswagon chega
à Europa no final de outubro

A marca coreana anunciou que iniciará, na Europa, a comercialização do modelo Optima Sportswagon no final do mês de outubro. A gama será muito simples e vai se concentrar em torno das versões TX, muito bem equipada, e GT Line. Em ambos os casos, o motor do Kia Optima será o 1.7 CRDi de 141 cv que pode ter ou não câmbio automático.


Os preços partem dos 31 300 euros da versão TX com caixa manual, enquanto a versão com caixa automática de dupla embreagem custa 33 900 euros. A versão GT Line começa nos 36 900 euros, aos quais será preciso juntar mais 2600 euros se preferir com caixa automática.

* Redação/AutoHoje.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

>>> VÍDEO DA SEMANA



Uma nova chance para uma Kombi 1975...

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>>> SISTEMA ECO


Montana adota sistema ECO para ser a picape mais econômica do país

A Chevrolet apresenta a linha 2017 da Montana, que estreia como a picape mais econômica do mercado nacional, tanto no perímetro urbano como no rodoviário, de acordo com dados do Inmetro.


Nota A com até 13,2% de melhora em eficiência energética, carro recebeu diversos itens do sistema ECO, como motor 1.4 com novo “powercell” (pistões e bielas), alternador de alto rendimento, sistema de arrefecimento com ventilador de menor atrito e a utilização de óleo de baixa viscosidade (0W20).

Freios de baixo arrasto, novos rolamentos e pneus “verdes” fazem parte do pacote, assim como o indicador de mudança de marcha no painel para ajudar o motorista a dirigir de forma mais econômica. A Montana 2017 ganha ainda em todas as configurações capota marítima e peças aerodinâmicas sob o assoalho para reduzir a resistência ao vento, o que ajuda também a elevar o silêncio a bordo. Esse conjunto de tecnologias da Chevrolet é identificado pelo adesivo Eco na tampa traseira.

De acordo com dados do Inmetro, a Montana percorre com um litro de gasolina 13,4 quilômetros na estrada e 11,7 quilômetros na cidade. Com etanol, são 9,2 quilômetros e 7,9 quilômetros, respectivamente. O modelo ainda ficou mais rápido, já que a aceleração de 0 a 100 km/h é feita agora em até 10,4 s, quase um segundo a menos que o modelo anterior. Adicionalmente todas as configurações da versão de entrada LS passam a vir de fábrica com rodas aro 15 com calotas integrais.


Outras novidades são as duas novas opções de cores para a carroceria: Vermelho Pull me Over (sólida) e Preto Ouro Negro (metálica). Elas se juntam ao Branco Summit, Cinza Grafite e ao Prata Switchblade.

Capacidade de carga superior que a de rivais

A Montana também se destaca por sua capacidade de carga. São 756 kg, até 7% superior que as principais concorrentes. A caçamba comprida e alta transporta com segurança até objetos grandes, como uma motocicleta.


Para preservar o assoalho e assegurar o valor de revenda, o modelo vem com protetor de caçamba, dez ganchos para amarração de cordas e o degrau side step, que facilita o acesso ao compartimento pela lateral. Já a tampa traseira possui trava antifurto com chave. O habitáculo da picape da Chevrolet utiliza-se do conceito MaxCab e comporta bagagens de mão na parte posterior dos bancos.

Direção hidráulica de série

No quesito conveniência, a Montana diferencia-se de suas principais rivais por trazer direção hidráulica desde a versão de entrada. Banco do motorista e cinto de segurança com regulagem de altura, alerta para o esquecimento dos faróis ligados, painel de instrumentos na cor “Ice Blue e as sombreiras com espelho são outros itens de série.

Completam a lista os para-choques na cor da carroceria, as lanternas escurecidas e os freios ABS com assistente de frenagem de emergência (EBD). A picape Chevrolet pode ser equipada com ar-condicionado, grade de proteção do vidro traseiro e comando elétrico dos vidros, das travas e dos retrovisores externos.


A Montana possui ainda a versão Sport, voltada principalmente para o consumidor que procura um automóvel versátil de dois lugares para o dia a dia e para o lazer. Além de vir completa de série, essa configuração se destaca ainda pelo acabamento visual mais sofisticado. Rodas de liga leve aro 16, faróis com máscara negra, luzes de neblina, rack de teto e adesivo de coluna estão entre os diferenciais.

Por dentro, há sistema de acendimento automático dos faróis, coluna de direção regulável em altura, controle de velocidade de cruzeiro, computador de bordo e sistema de som com Bluetooth e entrada USB. A versão Sport também é caracterizada pelo interior com acabamento na cor cinza “Midnight”.

A Montana é equipada com o motor 1.4 litro mais potente da categoria. O EconoFlex da Chevrolet desenvolve até 99 cavalos e 13 kgfm de torque, garantindo elevado nível de desempenho mesmo com o carro carregado. A transmissão é a manual com engates curtos, precisos e ré sincronizada. Um conjunto desenvolvido para proporcionar alta eficiência energética e resistência mecânica.

Acessórios desenvolvidos para o carro

Além disso, existem vários acessórios especialmente desenvolvidos para a Montana, como o suporte de bicicleta e o tapete de E.V.A. para caçamba. O suporte de bicicleta transforma a caçamba da picape em um carregador versátil de bikes de aro 20 até 29. O sistema de fixação dispensa furações e parafusos, mantendo a originalidade do veículo. O tapete de E.V.A. para caçamba é removível, de fácil instalação e ajuda a reduzir substancialmente a movimentação e o ruído de objetos transportados no compartimento de carga do veículo.

Outro acessório é o módulo para ativação da função Tilt Down do retrovisor externo direito. Ao engatar a marcha ré, o espelho inclina-se para baixo, melhorando a visualização nas manobras de estacionamento. Sensor de estacionamento, santoantônio e capota marítima são alguns dos outros itens disponíveis para o modelo na rede Chevrolet, com aproximadamente 600 concessionárias no país.

* Press Release/General Motors do Brasil.

>>> RECORDE MUNDIAL


Volvo bate recorde mundial de velocidade com caminhão de 2.433 cv

A Volvo Trucks estabeleceu novos recordes de velocidade nas provas de aceleração de 500 e 1.000 metros com o Iron Knight, um poderoso caminhão desenvolvido do zero especificamente para alto desempenho. As marcas foram registradas na pista de um aeroporto localizado no norte da Suécia, país de origem da marca.


Na primeira prova, o caminhão guiado pelo piloto sueco Boije Overbrink percorreu a distância de 500 metros em 13.71 segundos, atingindo 131.29 km/h no final do percurso. Na arrancada de 1.000 metros, o Iron Knight precisou de 21.29 segundos para cruzar a linha de chegada a 169 km/h.


Pesando cerca de 4,5 toneladas, o supercaminhão é equipado com um motor a diesel de seis cilindros de 13.0 litros, sobrealimentado com quatro turbos e montado em posição central. O propulsor gera 2.433 cv de potência e absurdos 612 kgfm de torque. Toda essa força é gerenciada às rodas traseiras por meio de uma transmissão de dupla embreagem reforçada.


De acordo com a Volvo Trucks, o Iron Knight é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 4.6 segundos e atinge a velocidade máxima de 276 km/h. O seu desempenho é parecido com o do cupê esportivo Audi RS5, por exemplo.


O recorde anterior pertencia ao caminhão híbrido Mean Green, também da Volvo, equipado com um motor turbodiesel de 1.825 cv e um propulsor elétrico de 304 cv. O modelo atingiu 115,3 km/h em 500 metros e 152,2 km/h na prova de 1.000 metros.

* Redação/Carsale.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

>>> LINK DA SEMANA


Projeto interessante diretamente de Florianópolis, que tem como protagonista uma Kombi 2001 customizada...

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>>> CAMINHÕES DE PASSEIO



Empresário personaliza pesados para viajar


A brincadeira preferida do paulista Osvaldo Morini era construir carrinhos de rolimãs gigantes que levavam até 12 crianças. O fascínio pelos pesados tinha um bom motivo: seu pai era caminhoneiro. O caminho natural era seguir os passos do pai, mas ele acabou se proprietário de uma oficina mecânica. Porém a paixão por caminhões continuou, e para satisfazê-la começou a restaurar raridades para revender. Primeiro reformou um Ford Internacional e depois um Alfa 210.


Mas a restauração também não supriu o gosto de Morini. Ele decidiu abandonar a sua oficina para trabalhar como caminhoneiro. “Fiz duas viagens, matei minha vontade, mas meu negócio é oficina.” Ainda procurando uma maneira de se aproximar do mundo dos caminhões, o empresário encontrou na rodovia Anhanguera um Scania 111 1977 - conhecido como jacaré. “O caminhão estava praticamente abandonado, mas vi que tinha potencial, pois a parte mecânica estava em ótimo estado", diz. Ele o comprou por R$ 25.000.


Foram três anos de restauração e R$ 130.000 de investimento para deixar o “jacaré” do jeito que Morini queria. A pintura laranja é o único item original da marca. Todo o resto é personalizado.

A frente é do modelo Scania 190, que mais o agrada esteticamente. E a cabine foi produzida em fibra de vidro. “A cabine original estava muito ruim e sem condições de ser trabalhada, então tive que encomendar outra e aproveitei para mudar as medidas - deixei mais larga e mais alta”, afirma.


Ele também prolongou o chassi, o que permitiu a construção de um banheiro, um luxo para quem vive na estrada. “Sei o quanto a infraestrutura das nossas estradas é precária e por isso decidi transformá-lo em um mini motor home”, conta.


O interior ganhou revestimento acarpetado azul e laranja e 162 lâmpadas de led distribuídas no teto. “A intenção foi deixá-lo com a minha cara e que eu pudesse me sentir em uma festa quando quisesse”. Ele também deixou a sua marca na parte externa nos grafismos pintados a mão. “Sempre gostei muito de cavalos e considero que sua figura forte e potente combina muito bem com um caminhão. Ao mesmo tempo quis homenagear Nossa Senhora Aparecida com sua imagem pintada na parte de trás da carroceria.”

O empresário recentemente adquiriu mais um pesado, o Volkswagen 35300 1992, que não sofreu grandes transformações. “Ele estava em bom estado, por isso só personalizei com rodas e iluminação diferente".


Os dois caminhões saem da oficina com a inscrição “veículo de passeio” e Morini segue à risca essa determinação. “Sempre viajo de caminhão com minha família e não troco essa experiência por nada”, admite.

* Isadora Carvalho/Quatro Rodas.