quarta-feira, 4 de junho de 2014

>>> DE KOMBI NA COPA


Campineiros vão percorrer o país de Kombi para acompanhar a Copa
 
Que brasileiro é apaixonado por futebol todo mundo sabe, mas essa paixão tem algum limite? Para dois bancários de Campinas não. Amigos há 10 anos, Peter Frank e André Lopes, ambos de 35 anos, vão percorrer mais de 4 mil quilômetros, passando por nove estados para acompanhar os jogos da Copa do Mundo.
 
 
O detalhe é que o veículo utilizado pela dupla será uma Kombi. Os bancários começaram a planejar a viajem pelo país ainda em 2007, quando a Fifa anunciou o mundial no Brasil. Há dois anos, eles compraram uma Kombi e começaram a preparação para o mundial. Segundo Peter Frank, todas as hipóteses de viagem foram levadas em consideração.

 
A dupla despachou a Kombi para Fortaleza, onde começará a viagem. Na capital cearense, eles vão assistir aos jogos entre Uruguai e Costa Rica, no dia 14, e Brasil e México, no dia 17. A primeira parada será em Natal, onde jogam Japão e Grécia, no dia 19. Depois eles passarão por Recife, Salvador e Belo Horizonte, nas oitavas, quartas e semifinal da Copa e encerram a viagem no dia 13 de julho, no Rio de Janeiro, data da final do mundial. Mesmo não tendo ingressos para os jogos nas capitais mineira e fluminense, os campineiros garantem que querem participar da comemoração nas fãs fest organizadas pela FIFA. Para suportar o ritmo de viagem, a Kombi foi adaptada para também servir de abrigo durante a competição, como afirma André Lopes.
 
 
A aventura da dupla tem um custo alto. A aquisição e adaptação da Kombi, somada ao valor dos ingressos para os jogos, combustível, alimentação e outras necessidades, Peter e André estimam gastar cerca de R$ 30 mil. Eles afirmam que tiveram de correr atrás de patrocinadores para tornar o sonho de acompanhar a copa no Brasil possível. Segundo André Lopes, foi necessário desenvolver uma verdadeira engenharia financeira, já que os custos acabaram sendo maiores do que o esperado.
 
 
A viagem pelo nordeste e sudeste brasileiro acontece não só pela paixão que a dupla demonstra ter pelo futebol, mas também pela confiança na seleção brasileira. Peter Frank afirma ter certeza do título mundial e que a Kombi será um amuleto para a equipe do técnico Luis Felipe Scolari.
 
 
E a aventura dos amigos pode ser acompanhada através da internet. A página oficial da aventura será atualizada diariamente, com textos, fotos e vídeo. O endereço eletrônico é o www.nacopadekombi.com.br.
 
* Henrique Bueno/Portal CBN.

>>> HÁ 90 ANOS...


Um marco na mobilidade: MAN conduziu o primeiro caminhão a diesel com injeção direta 90 anos atrás

Em 12 de março de 1924, os engenheiros Sturm e Wiebicke da MAN partiram da fábrica em Augsburg, em direção a Nuremberg em um caminhão Saurer da M.A.N. O caminhão plataforma de 4 toneladas era movido por um motor diesel experimental que pela primeira vez injetava combustível diretamente nos quatro cilindros.
 
Com cerca de 40 cv disponíveis, os pilotos de provas conseguiram completar a viagem de 140 quilômetros em 5 horas e meia. Esta viagem bem sucedida foi o batismo de fogo para a tecnologia que possibilitou a construção de um motor diesel econômico suficientemente compacto para ser usado em veículos automotivos pela primeira vez.
 

O processo de injeção direta é de fundamental importância, diz Bernd Maierhofer, Membro do Conselho Executivo para Pesquisa & Desenvolvimento da MAN Caminhões e ônibus: "O primeiro MAN diesel com injeção direta representa um marco na tecnologia de motores. Pode-se ver ainda hoje o seu enorme impacto: todos os motores a diesel modernos sejam para carros ou caminhões usam o princípio de injeção direta. A sua versão mais recente é a injeção common-rail. Nós a usamos em todos os motores MAN a diesel, pois ela nos permite controlar de forma eficiente o processo de combustão no cilindro."

Solução: Bomba Injetora e Bicos de Injeção

Rudolf Diesel patenteou o primeiro motor diesel em 1897. Até meados da década de 1920, os motores a diesel eram usados apenas como motores estáticos em fábricas ou na alimentação de navios, por causa de seu tamanho e peso. Os primeiros caminhões e ônibus M.A.N. Saurer eram equipados com motores a gasolina.
 
 
Entre 1919–1923, a MAN continuou trabalhando no desenvolvimento de motores diesel para uso em veículos automotivos. Foi preciso resolver dois grandes problemas técnicos no desenvolvimento do motor diesel para veículos comerciais: em primeiro lugar, tecnologia de acionamento teve que ser reduzida em tamanho para que o motor pudesse caber sob o capô e, em segundo lugar, foi necessário dispensar o pesado compressor de alta pressão, sedento de força. Sua finalidade era comprimir o ar necessário para forçar o combustível para dentro dos cilindros do motor.
 
Injeção de combustível sem injeção de ar foi um grande passo à frente. O ar de combustão é comprimido para 20 unidades de atmosfera (20 bar) dentro do cilindro pelo o movimento ascendente do pistão, provocando seu intenso aquecimento. O combustível é injetado para o ar altamente comprimido. A combinação da atomização fina do combustível com a alta temperatura do gás provoca a ignição da mistura.
 
A injeção do combustível no ar comprimido dentro do cilindro só poderia ser obtida por meio de uma bomba injetora mecânica para forçá-lo para dentro das válvulas de injeção sob pressão muito alta. As válvulas de injeção atomizam o combustível em gotículas aumentando, assim, a sua combustibilidade. Era preciso um alto grau de precisão para construir a bomba injetora, que foi fabricada pela própria MAN.
 
A disposição das válvulas era também um fator crucial para o sucesso do processo de injeção direta. No novo motor M.A.N., o combustível foi injetado por meio de dois bicos abertos instalados nos lados da cabeça do cilindro. O alinhamento tangencial dos bicos permitiu que o combustível injetado se misturasse com o ar comprimido no interior do motor.
 
Os primeiros três motores experimentais foram construídos em Augsburg, em 1924 e testados com sucesso em um caminhão e um arado motorizado. Esses primeiros motores a diesel com injeção direta tinham diâmetro interno de 105 mm, produzindo entre 35 e 40 HP e, 1,000 RPM e pesando em torno de 420 kg.

Salão do Automóvel de Berlim em 1924

No primeiro semestre, o caminhão teste percorreu 2.500 quilômetros antes de a MAN apresentar a sua inovação no Salão do Automóvel de Berlim em 10–18 de dezembro, 1924.
O engenheiro Sturm fez questão de dirigir pessoalmente o caminhão para o Centro da mostra de Berlin. A viagem desde Nuremberg durou dois dias. No caminho não houve falhas, exceto algumas válvulas sujas. "Viagem concluída de maneira satisfatória," escreveu Sturm em um telegrama para seus colegas da MAN, ao chegar a Augsburg.
 
 
O público e a imprensa de automobilismo ficaram igualmente impressionados. A revista da Associação Alemã de Engenheiros expressou seu veredito: "Em toda a área de motores de caminhões e de assuntos ligados a combustíveis, o motor diesel sem compressor da MAN é certamente a inovação mais significativa até hoje vista na exposição." O motor exibido no Salão do Automóvel de Berlim de 1924 está hoje em exposição no Deutsche Museum em Munique.
 
Após o sucesso de Berlim, o caminho estava aberto para iniciar a produção em série do novo motor a diesel Series D 1580 B e, portanto, para a produção em massa dos motores diesel para veículos comerciais da MAN. Os primeiros clientes foram Kraftverkehr Bayern e o Reichspost (Correio Imperial) em Munique, Augsburg e Nuremberg que receberam, cada um, um veículo com motor diesel para avaliação. O primeiro cliente que comprou um caminhão com motor diesel foi a cervejaria “zum Hasen” em Augsburg. Este primeiro caminhão de cerveja esteve em serviço em Augsburg por décadas sem maiores problemas. O primeiro ônibus com motor diesel foi comprado pelo Reichspost em 1925.
 
Dois pontos a favor das vendas eram bastante óbvios desde o início: o baixo peso do veículo com o motor e a enorme economia de 80% nos custos operacionais comparados com os motores convencionais com carburador, da época. Estes eram os argumentos que os clientes consideraram muito persuasivos, mesmo naqueles dias. Na metade da década de 1920, a demanda no setor de caminhões aumentou a tal ponto que toda a produção de motores diesel para veículos comerciais foi transferida para a fábrica especialmente expandida em Nuremberg.
 
Atualmente, Nuremberg continua sendo o centro de excelência para motores da MAN. Todos os motores para a inteira gama de produção são desenvolvidos, testados e em grande parte fabricados e montados ali.

* Press Release/MAN Latin America.

>>> TROLLER T4 2015

 
Troller lança modelo T4 totalmente renovado
 
A Troller lançou oficialmente em São Paulo a nova geração do seu utilitário T4. Totalmente remodelado, o modelo ganha novo visual externo e interno, além de plataforma atualizada e motor a diesel 3.2 litros com transmissão manual de seis marchas.
 
 
No design o utilitário ganha protetor frontal, estribos laterais e para-lamas integrados à carroceria, teto com duas janelas envidraçadas “sky-roof”, bagageiro com barras transversais ajustáveis e aerofólio na tampa traseira com luz de freio integrada, capô com porte central elevado, portas com soleiras e rodas de 17 polegadas.

Pensando no seu viés fora de estrada, a Troller planejou o modelo com grandes ângulos de entrada e saída, pneus de uso misto, pensando no uso no dia a dia nas cidades, tomada de ar em posição elevada com preparação para receber um snorkel, aumentando a profundidade de imersão do carro.
 
No interior foram usados no novo design materiais de alta resistência e fácil limpeza, algo muito bem-vindo para veículos fora de estrada, bancos com regulagem e painel de instrumentos detalhados. O utilitário é produzido na fábrica em Horizonte, no Ceará.
 
 
“É um veículo totalmente novo criado para exceder desafios, ainda mais robusto, com um conjunto mecânico a toda prova e design moderno e marcante”, revelou Wagner Conceição, Gerente Geral da Troller. “O projeto é totalmente nacional e o novo Troller T4 respeita a sua herança e vocação para uso em todos os terrenos”, completou Wagner.
 
“Raros veículos no mercado brasileiro e pouquíssimos no segmento apresentam um conjunto tão impressionante como o Novo Troller T4. Em breve lançaremos este veículo nas revendas”, revela Wilson Vasconcellos Filho, Gerente de Vendas, Marketing e Serviços da Troller.
 
 
Segundo a montadora o veículo rodou mais de 200 mil quilômetros em diversas condições de clima e terreno em diferentes regiões do País e nas pistas do Campo de Provas de Tatuí, em São Paulo, durante os testes, além de cerca de 53 mil horas de desenvolvimento virtual e 22 mil horas de testes virtuais para garantir elevados níveis de resistência e confiabilidades.
 
* Redação/Quatro Rodas.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

>>> VÍDEO DA SEMANA

http://videos.bol.uol.com.br/permalink/?view/apaixonado-por-motorhome-apresenta-sua-kombi-safari-0402CC98376CD0815326

Apaixonado pela Kombi Safari apresenta o modelo no canal Discovery Brasil...

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domingo, 1 de junho de 2014

>>> KOMBI COM CAFÉ


Kombi ano 1974 vira cafeteria ambulante em São Paulo

O barista Alex Pereira Santos trabalha com café há dez anos e há quatro montou sua própria empresa de consultoria, treinamento e eventos, a Bio Barista Cafés Especiais. Quando resolveu comprar um carro para transportar os equipamentos da empresa não pensou em outra alternativa e comprou uma Kombi. Mas foi durante a restauração do modelo ano 1974 que Santos resolveu adaptar o projeto para uma cafeteria ambulante e aproveitar o movimento dos food trucks. No seu caso, com um coffee truck.
 

A Kombi do barista é a quarta da família. "Meu pai já teve Fusca, Brasília e Kombi, tanto para trabalho quanto como hobby", conta Santos. Ele pagou R$ 5,5 mil no veículo que estava em estado precário e já investiu R$ 22 mil, incluindo a compra, na restauração da Kombi. Ele mesmo fez uma restauração inicial para baratear o processo. No total, ele espera gastar em torno de R$ 60 mil com a adaptação e maquinário.
 
O veículo ainda vai passar por uma adaptação profissional, mas Santos já roda com sua Kombi por aí. No fim do ano passado, ele participou do evento de encerramento da produção da Kombi no Brasil, no pátio da Volkswagen, além de parar o veículo em estacionamentos de empresas parceiras. Para saber onde a Kombi estará, é preciso acompanhar a página da empresa no Facebook (https://www.facebook.com/BioBaristaCafesEspeciais).
 
 
O barista trabalha com o café orgânico da Fazenda Ambiental Fortaleza (FAF). O café expresso custa R$ 3,50 e o cappuccino, R$ 5,50. O faturamento anual da empresa oscila entre R$ 70 mil e R$ 80 mil, número que ele espera aumentar com a ajuda da Kombi.

* Gisele Tamamar/Estado de São Paulo.

>>> MARCA EXPRESSIVA


Picape Fiat Strada alcança a marca de 1 milhão de unidades vendidas no Brasil e linha 2015 é lançada

A picape Fiat Strada está registrando mais um recorde um sua premiada carreira: acaba de somar 1 milhão de unidades vendidas no Brasil. A marca foi registrada esta semana e a milionésima unidade que deixou a linha de montagem em direção ao mercado interno é uma Strada Adventure, vermelha alpine.
 
 
O patamar de 1 milhão de unidades vendidas em 15 anos desde seu lançamento atesta o sucesso de mercado deste veículo extremamente versátil. “O Fiat Strada é um utilitário, mas é também um automóvel, que pode ser usado no dia a dia para o trabalho, para a família, para o lazer, para aventura, ou para o transporte de cargas”, afirma Lélio Ramos, diretor Comercial da Fiat.
 
 
A picape Strada foi lançada em 1998, em complementação à família Palio, em três versões: Working 1.5, Trekking 1.6 8V e LX 1.6 16V. Rapidamente a picape Strada conquistou o público com qualidades como estilo, robustez, confiabilidade e versatilidade, demonstrando ser econômica para o trabalho e jovem e descontraída para o lazer. Em 1999, foi lançada a versão com cabine estendida, uma solução inédita no segmento e um verdadeiro marco em termos de diferenciação.

 
Em 2000, a picape Strada se tornou líder de mercado pela primeira vez. Ainda neste ano, a Fiat fez a primeira reestilização na linha Palio, assinada por Giorgetto Giugiaro, e a renovação da Strada viria no ano seguinte, 2001. Um dos destaques dessa reestilização foi a criação da Strada Adventure, conceito muito bem aceito pelo consumidor. Em 2004, a picape passou por sua segunda reestilização, também assinada por Giugiaro, e ganhou um motor mais potente, o 1.8 Flex.
 
Em 2008, o modelo tornou-se ainda mais robusto. Uma das grandes atrações foi a versão Adventure com a presença do Locker , o diferencial blocante que foi introduzido para aumentar a capacidade de tração da picape em situações de terreno adversas.
 
 
Em 2009, a Fiat inovou mais uma vez. Lançou a primeira e única picape compacta com cabine dupla do Brasil. No ano seguinte, em 2011, o Fiat Strada recebeu o câmbio automatizado Dualogic® que, logo em seguida, evoluiu para o avançado Dualogic® Plus, que proporciona ao condutor mais conforto e praticidade.
 
Em 2013, o modelo recebeu um novo visual e inovou outra vez, com a introdução da terceira porta, uma solução inédita neste segmento.
 
 
Entre as picapes compactas, o desempenho de vendas da Strada é notável. Suas vendas superam a soma de todos os demais modelos comercializados, chegando a uma participação de mercado de mais de 50% em seu segmento. É o veículo comercial leve mais vendido no Brasil há 14 anos.

Linha 2015 da picape Fiat Strada chega à rede de concessionários

Líder do segmento de picapes pequenas, comercial leve mais vendido do País e com mais de 1 milhão de unidades vendidas no Brasil, a nova picape Fiat Strada, chega agora ao mercado com a sua linha 2015, trazendo novidades que reforçam ainda mais seu visual inovador, sua versatilidade e conforto.
 
 
A versão Trekking da nova picape Strada 2015 passa a contar de série com chave canivete com telecomando, predisposição para rádio e banco do motorista com regulagem de altura, enquanto a versão Adventure incorpora predisposição para rádio em sua já bem completa lista de equipamentos de série. Essas versões 2015 também passam a dispor de dois novos kits, que chegam com conteúdos exclusivos e com um excelente contravalor. Confira abaixo:

- O Kit Dark, disponível para a versão Strada Trekking CD, conta com rádio Connect CD MP3/WMA integrado ao painel com RDS, viva-voz Bluetooth® e entrada USB; retrovisores externos elétricos; volante em couro com comandos do rádio; capota marítima; roda de liga leve 14" com pintura exclusivas e faróis com mascara negra.
 
 
- O Kit Dark para a versão Strada Adventure CE e CD vem com rádio Connect CD MP3/WMA integrado ao painel com RDS, viva-voz Bluetooth® e entrada USB; retrovisores externos elétricos; volante em couro com comandos do rádio; capota marítima; rodas de liga leve com pintura exclusivas; faróis com máscara negra.

* Press Release/Fiat S.A.

>>> GLA BRABUS

 
Nacional em 2016, Mercedes GLA ganha toque esportivo nas mãos da Brabus
 
Um dos modelos que será nacionalizado pela Mercedes-Benz em 2016, o crossover GLA acaba de passar pelas mãos da Brabus, preparadora de carros especialista em modelos da marca alemã.
 

Após os ajustes, a versão a diesel do modelo (que não deverá ser vendida no Brasil) ganhou cerca de 40 cv, saltando para 208 cv e 41,8 kgfm de torque -- segundo a preparadora, este modelo é capaz de fazer o 0-100 km/h em apenas 8 segundos e chegar a 220 km/h. A configuração a gasolina (quatro cilindros, 2.0, turbo) mexida pela tunadora chegou a incríveis 394 cv e 51 kgfm de torque. Com tração integral, ela acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,4 s chega a 270 km/h de velocidade máxima.
 
 
Um GLA 2.0 convencional, com turbo e injeção direta de combustível, tem 214 cv. A configuração AMG, na qual o Brabus se baseia, tem 360 cv e 45,9 kgfm de torque. O câmbio ganhou reforços para suportar a força adicional. Trata-se de uma caixa automatizada de sete marchas e dupla embreagem.
 
DESENHO
 
Visualmente, o GLA Brabus recebeu, entre outros retoques, alterações nos parachoques, novos spoilers e entradas de ar laterais maiores que as do carro convencional. O modelo ainda irá oferecer dois tipos de configuração de suspensão (ambas baseadas no padrão original do carro): mais alta (cerca de 30 milímetros), para fãs de SUV que gostam de uma posição de dirigir mais altinha; e mais baixa (aproximadamente 25 mm), para quem prefere esportividade. Os preços do carro ainda não foram divulgados.
 
* Redação/Uol Carros.