quinta-feira, 9 de março de 2017

>>> COUNTRYMAN EM ABRIL


MINI Countryman chega em abril ao Brasil

O MINI Countryman, modelo que foi apresentado mundialmente no Salão do Automóvel de Los Angeles em novembro de 2016, já tem data para estrear no Brasil: a partir de abril ele já estará nas concessionárias brasileiras, com preço inicial sugerido de R$ 144.950. A chegada do modelo, ainda no primeiro semestre deste ano, mostra a importância do mercado brasileiro para o BMW Group, uma vez que a empresa tem mantido seu portfólio de produtos atualizado em relação aos lançamentos feitos pela matriz. Os pacotes locais, as motorizações e seus preços sugeridos serão divulgados em breve.


Como legítimo sucessor do primeiro compacto premium MINI apto a trilhar caminhos fora do asfalto, o novo Countryman tem atributos de sobra para mostrar, inclusive aos novos clientes, todo o entusiasmo da marca em termos de condução empolgante e jovial.


Completamente reformulado, o novo Countryman é 20 centímetros mais longo que seu antecessor. Suas novas dimensões ressaltam sua robustez, a visibilidade ao redor do veículo, graças, também, à posição elevada dos assentos; além de proporcionar muito mais conforto para cinco ocupantes e espaço no porta-malas. A evolução provocada pela mudança de geração também atingiu outros aspectos do modelo, como a versatilidade, a aptidão esportiva e a qualidade premium.


A inconfundível personalidade do novo MINI Countryman não tem origem apenas em seu design poderosamente expressivo ou em suas inúmeras características de seus equipamentos inovadores. Um bom exemplo disso é a luz diurna de conduçãoque, pela primeira vez, é emitida por um conjunto de LEDs posicionados ao redor de cada um dos faróis. O display circular de 8,8 polegadas, incorporado ao instrumento central, traz sistema de navegação MINI Professional e, agora, conta com inédita função touchscreen (tela sensível ao toque).


Outras novidades incluem o MINI Country Timer, que registra o trajeto e as mudanças das características do piso. Há ainda o MINI Find Mate, um aplicativo capaz de localizar objetos como malas, chaves, entre outros, com a ajuda do computador de bordo do veículo e de um smartphone, desde que eles estejam conectados. Um sinal sonoro ativado no veículo ou no aparelho celular, via conexão Bluetooth, informa a proximidade do objeto procurado ao usuário.

* Press Release/BMW Group.

quarta-feira, 8 de março de 2017

>>> IMAGEM DA SEMANA


Scania LB 141 V8 rodando pela Itália...

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>>> CARRO DO ANO


Novo Peugeot 3008 é eleito "Car of The Year 2017"

O novo Peugeot 3008 recebeu o prêmio Car of The Year nesta segunda-feira, 6, em Genebra, após a eleição de um júri formado por 58 jornalistas europeus. Entre os principais atributos aclamados pela mesa de jurados estava seu estilo, design interior e performance. Esse prestigiado título entra para a lista de outros vinte prêmios que o SUV já recebeu. Esse é o quinto modelo Peugeot a receber o Car of The Year e o primeiro SUV da história do prêmio.


Car of the Year 2017: o novo Peugeot 3008 nasceu com o objetivo de se tornar um grande concorrente entre os SUVs e atrair a atenção de clientes que procuram novas experiências. Ele oferece uma mistura única entre estilo, conforto e direção precisa. O espetacular Peugeot i-Cockpit® é uma obra de arte e representa um novo sentido para quem está sentado no banco do motorista. Ele oferece uma direção mais intensa e intuitiva, com volante compacto, display elevado de 12,3” e central multimídia capacitiva sensível ao toque com botões ergonômicos. O novo Peugeot 3008 também dispõe de diversas opções de condução e equipamentos de alta tecnologia.


Aproximadamente 100.000 clientes já encomendaram o carro na Europa. 85% desses escolheram as versões Allure, GT Line ou GT, contribuindo para um maior crescimento na Marca do Leão. Produzido em Sochaux, o 3008 recebe a garantia de qualidade dos produtos produzidos na França.

Peugeot recebeu o prêmio Car of The Year pela segunda vez consecutiva em três anos. O novo Peugeot 3008 é o primeiro SUV a vencer o prêmio desde sua criação, em 1964. Ele também representa o quinto Peugeot nomeado como Car of The Year, seguido do 308 em 2014, 307 em 2002, 405 em 1988 e 504 em 1969.

O prêmio é atribuído por um júri composto por 58 jornalistas especializados de 22 países. Trinta modelos estavam na competição desde o início de 2016. Em 6 de março de 2017, na véspera do Salão Automóvel de Genebra, o Peugeot 3008, que em breve também será comercializado no Brasil, sagrou-se campeão frente a outros modelos de altíssima qualidade.

* Press Release/Peugeot Citroën do Brasil.

>>> CADILLAC BROADMOOR SKYVIEW


Cadillac dos caça-fantasmas
vira van de luxo de 12 lugares

Uma perua Cadillac 1959 customizada para o hotel de luxo Broadmoor, em Cheyenne Lake, Colorado (Estados Unidos), irá a leilão no dia 9 de março em Amelia Island, na Flórida, e tem a expectativa de arrecadar algo entre US$ 140 e 200 mil (cerca de R$ 538 mil a R$ 769 mil na conversão direta).


Trata-se de um carro raro, de apenas seis exemplares construídos pela Superior Coach Company, customizadora de Ohio que transformou a perua em um veículo com quatro fileiras de assentos, três tetos solares e capacidade para transportar até 12 pessoas, incluindo o motorista. Nessa configuração, o modelo foi rebatizado como Cadillac Broadmoor Skyview -- além de transportar clientes de hotéis luxuosos, a perua também era adaptada para rodar como rabecão e ambulância. Também apareceu nos filmes da série "Caça-Fantasmas", na década de 1980.


No caso do Broadmoor Skyview, o comprimento foi ampliado de longos 5,70 metros para 6,40 m, enquanto a distância entre-eixos subiu de 3,30 metros para 4,00 metros, de forma a acomodar com folga as quatro fileiras de assentos, todos revestidos de couro vermelho. São quatro portas, apenas, então os passageiros dos bancos de trás precisam fazer um pouco de malabarismo para entrar...


Sob o capô há um motor V8 de 6,4 litros, capaz de render 350 cv, que é associado a uma caixa de câmbio automática de quatro marchas. Para garantir conforto e ampliar a segurança, o Broadmoor oferece direção e freios assistidos hidraulicamente.

* Redação/Portal UOL.

segunda-feira, 6 de março de 2017

>>> VÍDEO DA SEMANA



E os 20 anos se passaram... Será que o projeto seria relevante atualmente?

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>>> HONDA WR-V


WR-V: o novo SUV compacto da Honda

A Honda Automóveis do Brasil ampliará sua gama de SUVs comercializados no país com o lançamento do utilitário esportivo compacto WR-V, em março deste ano. Unindo características únicas de versatilidade e agilidade em um tamanho compacto, o veículo inédito será o novo integrante da família que também inclui os consagrados modelos HR-V e CR-V. Com projeto liderado pelo time de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda Automóveis do Brasil, o WR-V traz o DNA global da marca, que busca, em todos os seus veículos, colocar o ser humano no centro de seu desenvolvimento, com excelência em qualidade.


Em sua criação, a Honda estudou importantes mercados brasileiros e encontrou as características que mais são buscadas pelos consumidores que possuem um estilo de vida ativo, coletando suas preferências em design, desempenho, espaço interno e custo-benefício.

Como resultado desse trabalho, a Honda criou o conceito batizado de “Little Giant”, que é traduzido na forma de um SUV robusto, com uma carroceria compacta, mas que traz amplo espaço interno e versatilidade, aliado à um baixo consumo de combustível. Seu objetivo é atender a uma grande gama de consumidores que busca um automóvel prazeroso para a condução diária nas cidades, mas também confortável para viagens.


O WR-V é um importante marco na história da Honda Automóveis no Brasil, que em 2017 comemora 20 anos de fabricação no país. O veículo é o primeiro automóvel com desenvolvimento liderado pela área de P&D no país e será produzido na fábrica de Sumaré, interior de São Paulo, juntamente com Civic, HR-V, City e Fit.

Design Robusto

O design externo do WR-V destaca a robustez do SUV com base no conceito “Wild Armor”, criado especificamente para esse modelo. Ele é refletido em uma frente elevada, marcante e com grade frontal que evoca a linha de SUV da Honda, com design expressivo dos faróis com luzes de uso diurno (DRL) em LED.


O WR-V possui design envolvente, com padrões de forma com desenhos trapezoidais – uma assinatura de design do SUV – replicados em várias partes do utilitário-esportivo, como na grade inferior frontal, nas rodas, nas molduras dos para-lamas e em outros pontos-chave do modelo, que resulta em um desenho harmônico e atrativo.


O design traseiro e sua lateral trazem traços mais horizontais e lanternas que se prolongam pela linha de cintura. Seu desenho traz muita harmonia de proporções, com entre-eixos largo, boa altura de rodagem e conjunto de roda/pneu com grande diâmetro. Ele é complementado pelo friso cromado na tampa traseira e pelo para-choque com molduras fortes.

Dinâmico e Versátil

Um dos grandes desafios no desenvolvimento do WR-V era conciliar a versatilidade de um utilitário esportivo com a agilidade de um carro compacto. O conjunto dinâmico do WR-V foi projetado para permitir altura do solo, vão livre e ângulos de ataque e saída compatíveis com a proposta de um SUV, sem comprometer o conforto e a agilidade de um modelo compacto.


Com de 2,55 m de entre-eixos, 4 m de comprimento, 1,73 m de largura e 1,6 m de altura, o WR-V traz medidas compactas que o tornam ágil de condução em grandes centros urbanos. Os 20,7 cm de vão livre do solo e os ângulos de ataque e saída de 21º e 33º, garantem boa dinâmica, mesmo em pisos mais irregulares.

A suspensão adota amortecedores com batente hidráulico e diâmetro de cilindro reforçado, barra estabilizadora robusta, projetada para minimizar a rolagem da carroceria, garantindo estabilidade mesmo com uma altura do solo mais elevada. As buchas frontais são mais robustas, bem como a travessa de suspensão, com enfoque no conforto de rodagem.

O eixo traseirotem seu desenvolvimento baseado no HR-V e traz alta rigidez para o aumento do conforto e dirigibilidade. A caixa de direção EPS (Electric Power Steering), é eletricamente assistida, desenvolvida especificamente para o WR-V, permitindo um raio de manobra de apenas 5,3 metros.

Rodas e pneus também foram desenvolvidos especificamente para o WR-V. As rodas de 16 polegadas trazem composto de alumínio com liga diferenciada, que reduz o ruído de rodagem e pneus 195/60 que trazem conforto e baixa vibração. Um pacote acústico completo, com isoladores instalados em diversos pontos do carro, colabora para ampliar o silêncio a bordo.

Interior Versátil e Dinâmico

Tomando como referência a versatilidade dos produtos da Honda, o WR-V traz um interior amplo e modular – em contraste com a carroceria compacta –, com acabamento e materiais diferenciados. Uma das grandes inovações da marca, o sistema de bancos ULTRa SEAT (Utility Long Tall Refresh) também está presente no WR-V, permitindo diversas configurações de assentos e a acomodação de objetos de grandes dimensões. O modo Refresh permite ainda assoalho plano, que amplia o espaço útil para bagagens.


Aliada à proposta dinâmica do WR-V, o interior traz bancos envolventes com padronagens inéditas de revestimento, que diferem conforme a cor da carroceria, permitindo um estilo único ao SUV. São duas combinações de cores do revestimento navalhado – preto e prata ou preto e laranja – que conferem um visual dinâmico, moderno e diferenciado para o interior do WR-V. O cuidado nos detalhes também pode ser visto no painel, com um friso horizontal que aumenta a sensação de amplitude do interior, e pelo quadro de instrumentos com computador de bordo multifunções Bluemeter, exclusivo da Honda.

Motorização Eficiente

O WR-V é equipado com o motor 1.5 i-VTEC FlexOne, com controle eletrônico variável de sincronização e abertura de válvulas. Criada pela Honda, a tecnologia i-VTEC varia o tempo e a profundidade de abertura das válvulas para obter a máxima eficiência em diferentes regimes de rotação.


Com isso, o WR-V traz excelente desempenho e economia de combustível, que garantiu nota A na avaliação do Conpet na categoria “esporte utilitário compacto”, com agilidade similar a de veículos com maior cilindrada. Com etanol, esse propulsor gera 116 cv de potência a 6.000 rpm e 15,3 kgf.m de torque à 4.800 rpm – quando abastecido com gasolina, são 115 cv a 6.000 rpm e 15,2 kgf.m à 4.800 rpm.

A transmissão CVT possui conversor de torque, proporcionando uma resposta mais rápida e aceleração linear.

Lançamento no Brasil

O WR-V será comercializado no Brasil a partir de março de 2017 e, no futuro breve, também em outros países da América do Sul. Com o WR-V a Honda quer explorar um novo mercado de SUVs compactos e, segundo sua filosofia, entregar mais alegria para seus consumidores.

*O nome do WR-V significa Winsome Runabout Vehicle, ou veículo recreacional e cativante.

* Press Release/Honda South America.

>>> LEMBRANÇAS...


Aula em matéria de aproveitamento de espaço

A Kombi já rodava pelo Brasil há 11 anos quando teve seu primeiro teste publicado na imprensa nacional, em 1961. Foi, mais uma vez, um texto da lavra de Mauro Salles, redator automobilístico do GLOBO e pioneiro das reportagens do gênero no país.


À época, a Kombi já era bem conhecida por aqui: o primeiro lote importado chegara ao porto de Santos em setembro de 1950 — apenas seis meses após o lançamento do modelo na Alemanha. A fabricação em São Bernardo do Campo começou em 1957 e o versátil “pão de fôrma” da Volks logo conquistou papéis importantes em episódios como a construção de Brasília.

Na páginas do GLOBO, Salles pôde analisar o modelo em detalhes, após rodar por 1.500 quilômetros: “A Kombi foi testada de todas as formas. Rodamos com ela vazia e com toda a carga. Enfrentamos um lamaçal considerável com 300 quilos nos bancos, e não tivemos problemas. A sua altura livre do solo e a eficiência de sua tração chegaram a encabular o lameiro, que já derrotara antes um caminhão e alguns automóveis americanos. Em um fim-de-semana no sítio, arrumamos dez passageiros nos seus três bancos e somamos o peso da carga. Eram quase 800 kg com os quais a Kombi teve que subir duas ladeiras brabas e rodar por uma hora. O motorista cansou de passar marchas mas o motor nem pareceu sentir o esforço”.

Nas medições de desempenho, o jornalista conseguiu chegar “repetidamente” aos 95km/h — mais do que a máxima de 90km/h informada pela Volks. Vale lembrar que, em 1961, a Kombi ainda vinha com o motorzinho 1200 (eram 1.192cm³, para ser exato). “No que toca à aceleração, o carrinho, mesmo sem carga, é bastante fraco. Ninguém esperava outra coisa. Um motor de 36 H.P. que pode transportar 800 kg de carga em um veículo de menos de uma tonelada tem que estar acoplado a uma caixa de marchas reduzida”, ponderou Salles. O consumo ficou em 11,8 km/l na estrada (sem carga) e 8,7 km/l no tráfego urbano.

A postura na cabine avançada da van com motor traseiro ainda era vista como algo exótico: “O motorista e os passageiros da frente ficam sentados com ares de quem tripula um ônibus.” E o jornalista alertava para a sensação de insegurança: “Os que sentam no primeiro banco, sem a proteção extra de um motor ou de uma mala entre o pára-choques e o passageiro, certamente estranharão um pouco. Mas, para quem dirige com juízo, isso não chega a ser um grande handicap (n. do e.: qualquer desvantagem que torna mais difícil o sucesso)”.

Entre os pontos positivos, Salles listou “a aula em matéria de aproveitamento de espaço”, a visibilidade para a frente, o tamanho das portas de acesso aos bancos traseiros e a iluminação interna “de primeira”. No rol dos “contras”, um comentário curioso: “Não entendemos como a fábrica entrega o carro sem o pára-choques reforçado. Mais de 90% dos proprietários são obrigados a fazer o que deveria ter sido feito em São Bernardo”. A Kombi que ilustrava a página do teste, aliás, já estava com uma proteção aftermarket!

Outro ponto criticado no texto foi a parca visibilidade traseira: “(...) aberturas feitas nos cantos mortos de trás melhorariam bastante a situação”. A falta de um degrau para entrar, os vidros laterais de correr (que não deslizavam com facilidade) e a pequena área varrida pelos limpadores de para-brisa também foram criticados.

Fato é que, rapidamente, a fábrica pôs para-choques mais parrudos e as tais janelinhas traseiras extras — e a Kombi fez sucesso por décadas. Só foi aposentada em 2013, e mesmo assim por força da lei que passou a exigir airbags e ABS de série em todos os carros nacionais.

* Jason Vogel/O Globo.