sexta-feira, 19 de agosto de 2011

>>> LINK DA SEMANA

Página muito interessante dedicado ao hobby de miniaturas em papel, uma prática pouco comum entre os colecionadores. Feitos artesanalmente e disponibilizados no site para impressão e montagem, o trabalho ganha vida quando inteiramente pronto, onde todos os detalhes podem ser apreciados. Destaque para os caminhões antigos, em especial o FNM D11000, que ficou muito bonito. Belo trabalho que merece divulgação!

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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

>>> KOMBI LEGO

LEGO lança kit da Kombi Camper 1962
A LEGO anunciou um novo set que vai deixar muito marmanjo com água na boca, uma réplica da clássica Kombi Volkswagen T1 Camper Van modelo 1962.


O set LEGO Volkswagen T1 Camper Van (10220) é uma réplica fiel da Kombi, com detalhes como todas suas curvas, portas e janelas que abrem, cortininha, rack no teto, motor com engrenagens e interior também detalhado com direção, câmbio, mesa retrátil, pia, armário com espelho, sofá-cama e piso quadriculado preto e branco.

O set LEGO Kombi Camper Van tem 1.322 peças, mede 30 cm de comprimento por 14 cm de altura e vai estar disponível para compra na Lego Store US a partir de 1 de outubro de 2011.

As imagens oficiais ainda não foram divulgadas, apenas o vídeo abaixo com o LEGO Designer JH apresentando o modelo:


* Dado Ellis/Blog de Brinquedo.

>>> OPÇÃO DE COMBUSTÍVEL

Picape Amarok com motor a gasolina já está à venda no Uruguai
A Volkswagen já comercializa no Uruguai uma versão a gasolina da pickup Amarok. O modelo chegou antes ao país mais ao sul do continente e utiliza motor 2.0 l Turbo com injeção direta de combustível, mas que desenvolve apenas 158 cv associado a uma transmissão manual de seis velocidades. Pouco se comparado aos 200 cv gerados através do mesmo motor em outros veículos da marca alemã e a seu peso de 1.8 78 kg.


Com esses números a Amarok TSI faz de 0-100 km/h em 9,9 segundos e atinge velocidade máxima de 180 km/h. Seu preço por lá é de US$ 34.900 mil, pouco mais de R$ 56.100 e por enquanto esse motor estará disponível apenas na versão Trendline 4x2.

Até o final do ano, a marca deve colocar no mercado a versão cabine simples e a versão automática com transmissão sequencial e após o Salão de Frankfurt, deve iniciar a produção da Amarok Maxi.

* José Antonio Leme/Car Magazine.

>>> PROPAGANDA


Propaganda de 1948 para a nova linha de ônibus da Kenworth, tradicional fabricante de caminhões dos EUA. Como podemos notar neste folder, a marca se aventurou na linha de transporte de passageiros e conseguiu fabricar belos exemplares, com linhas bem modernas para a época.

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>>> SALVADORA

JAC J6: a salvadora das minivans? Lançamento reúne qualidades para a família e mostra que chineses estão evoluindo.
“Acabou o mercado de minivan no Brasil”. A frase bombástica (ou libertadora?) é de Sergio Habib, o megaempresário “dono” de Aston Martin, Jaguar e JAC Motors no Brasil. De fato, o número de emplacamentos dos monovolumes tem caído, como mostra o levantamento feito pela própria montadora: em 2002, o mercado de minivans respondia por 3,17% do mercado total, percentual que caiu para 2,62%, 2,77% e 2,22%, respectivamente, em 2003, 2004 e 2005.


Exceção feita às representantes da Nissan (Livina e Grand Livina, que praticamente tiveram suas vendas dobradas), todas registraram recuo nas vendas de 2009 para 2010. No ano ímpar, os emplacamentos foram assim: Fiat Idea com 27.652 comercializações, Chevrolet Meriva com 33.339 e Chevrolet Zafira com 9.363 unidades vendidas. No ano par, os emplacamentos caíram para 25.820 (Idea), 24.484 (Meriva) e 9.263 (Zafira). A Renault Scénic não entra na conta porque não é mais fabricada. Quem tomou clientes das minivans, de maneira geral, foram os crossovers. Ainda assim, a JAC decidiu trazer para o Brasil a minivan J6, com a intenção de vender entre 1.000 e 1.500 unidades mensais. O argumento de Habib para apostar num segmento que não tem mais recebido investimentos é o fato de a J6 não ter concorrentes à sua atura, de acordo com o empresário.


Por R$ 58.800, minivan traz de série vidros, travas e retrovisores elétricos; direção hidráulica, ar-condicionado digital, CD player com entrada USB e seis alto-falantes, retrovisor interno antiofuscante, volante revestido em couro, com comandos do rádio e ajustável em altura; banco do motorista com ajuste de altura, bancos traseiros individuais, rebatíveis, removíveis e deslizantes; airbag duplo, freios com ABS e EBD, alarme, sensor de estacionamento traseiro, faróis com regulagem elétrica de altura, faróis de neblina, terceira luz de freio, rack de teto, limpador traseiro com temporizador e espelho retrovisor elétrico com repetidor de direção e desembaçador. Com R$ 1.000 a mais, o cliente leva a versão Diamond, que repete todos os itens citados e inclui a terceira fileira de bancos. As duas versões – de 5 e 7 ocupantes – contam com pintura metálica, rodas aro 17 e bancos em couro como equipamentos opcionais.


Zafira, Grand Livina e Xsara Picasso, suas principais concorrentes, perdem na relação custo/benefício. A Chevrolet parte de R$ 60.891 em sua configuração mais espartana, podendo chegar a R$ 76.197 quando equipada semelhantemente à chinesa. A representante da Nissan começa em R$ 54.290, mas traz menos equipamentos, assim como a minivan da Citroën, que parte de R$ 53.990.

Primeiras Impressões

A JAC J6 vem equipada com motor 2.0 de 136 cv e torque de 19 kgfm, movido a gasolina e exclusivamente acoplado a uma transmissão manual de cinco marchas. “Esse carro não vai ter câmbio automático por um bom tempo”, já avisa Habib, explicando que a JAC desenvolve, na China, uma transmissão de dupla embreagem, que ainda demora a ficar pronta.


Num trajeto que misturou trânsito e estrada sinuosa, a minivan chinesa mostrou-se uma clara amostra de onde os chineses – e particularmente a JAC – podem chegar. O condutor tem a seu favor uma posição de guiar correta, e típica de minivans. Isso nos lembra sobre como devemos guiar esse tipo de automóvel. O desempenho é adequado à proposta do modelo, e satisfará o público-alvo. É preciso atenção nas curvas, mas pais de família conscientes jamais abusam, de qualquer forma. Falando em suspensão, ela absorve bem as imperfeições do piso, graças ao seu acerto que privilegia o conforto. O câmbio tem engates fáceis, mas um tanto barulhentos. Outro som que incomodou foi o do motor, que “gritava” quando mais exigido. E a direção meio “boba” também elimina qualquer intenção de uma tocada mais impetuosa.


Quanto à relação dos ocupantes com a cabine, a visibilidade é elogiável, mas o volante poderia ter uma distribuição de espaço entre os raios mais proporcional – e, particularmente, nos parece estranho seu desenho, que lembra um chifre. Há bom espaço para quem vai à frente, mas quem surpreendeu, mesmo, foi o espaço da segunda fileira de bancos: ali vão três passageiros, sem aperto, cada um instalado no seu banco, que é deslizante. Quando só há dois, o banco do meio se transforma numa mesinha central, com um porta-objetos interessante e um porta-copos que certamente ejetará qualquer garrafa ou lata na primeira curva.

O acesso à última fileira é bom, mas os bancos dali são reservados às crianças. Adultos, só em rápidos trajetos. Destaque para o porta-malas de 720 litros, que pode chegar a 2.200 quando todos os bancos são rebatíveis.


Seria esperar demais que a J6 tivesse o comportamento dinâmico de um Mercedes-Benz Classe B, por exemplo, que apesar de ser fraco no desempenho, tem posição de guiar mais esportiva (e mais ampla, sobretudo) e estabilidade superior. Há alguns descuidos no acabamento, dificilmente encontrados nos rivais de Chevrolet, Nissan e Citroën, mas nada berrante. Assim como os compactos J3 e J3 Turin, a J6 é uma aposta que pode ou não dar certo – pós-venda, manutenção, revenda, etc – e que apela para a relação custo/benefício, uma das prioridades de grande parte dos consumidores – que o digam os 131 compradores que a J6 já conquistou.


Vender, no mínimo, 1.000 unidades mensais parece um tanto pretensioso – e até contraditório, já que o “acabou o mercado de minivan no Brasil”, como afirma o próprio Habib. Sobram equipamentos e ar de novidade ao lançamento da JAC, mas a minivan terá que provar que se manterá um bom negócio ao longo dos anos para, talvez, minimizar a invasão dos crossovers. Caso contrário, terá o mesmo destino das peruas: uma espécie em extinção. E aí, nem o Faustão salvará.

* Rodrigo Mora/iG Carros.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

>>> IMAGEM DA SEMANA


Ônibus escolar adaptado em um chassi do Ford Modelo T 1926. Relíquia preservada nos EUA!

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>>> 1 ANO!

Produção do Bongo K2500 no Uruguai completa um ano
A Kia Motors Uruguay Corporation S.A., uma empresa da holding Gandini Participações e Representações, que também controla a Kia Motors do Brasil, completou – na última sexta-feira, 12/8 – um ano de produção do Bongo K2500, cuja planta demandou investimentos iniciais da ordem de US$ 25 milhões, para uma capacidade nominal de 12.000 unidades/ano em dois turnos de trabalho.


No primeiro ano, a Kia Motors Uruguay produziu 5.000 unidades, média mensal de 416 caminhões leves Bongo, destinados aos mercados brasileiro e uruguaio, já com o cumprimento do Programa de Integração Progressiva do Mercosul. A partir de julho último porém, a produção média mensal subiu para 700 unidades, que significam 32 veículos por dia ou ainda 4 veículos por hora.

“Iniciamos nossas operações industriais, em agosto de 2010, com quatro fornecedores brasileiros e seis uruguaios e argentinos, além de cerca de 80 funcionários. Já na virada do ano, passamos a ter 17 empresas fornecedoras, sendo sete do Brasil, cinco do Uruguai e cinco da Argentina. E, neste momento, contamos com cerca de 180 funcionários dedicados ao nosso projeto”, explica João Pessoa, Diretor de Desenvolvimento Industrial da Kia Motors Brasil e Uruguay.


O modelo K2500 é equipado com motor turbo Diesel intercooler, de 4 cilindros em linha com 8 válvulas e comando no cabeçote. Tem sistema de alimentação com injeção indireta de combustível e gera 94 cv de potência e torque de 22,4 kgm. Sua transmissão manual de 5 marchasestá dimensionada para que o veículo tenha uma condução agradável, sem grande esforço.


Das oito versões da linha do caminhão leve Bongo, apenas o K2500, cabine simples, tração 4x2, rodeiro simples, sem caçamba e motor turbo Diesel intercooler está sendo produzido no Uruguai. Todas as demais versões serão mantidas, mas por meio da importação.

* Press Release/Kia Motors do Brasil.