quarta-feira, 13 de junho de 2012

>>> IMAGEM DA SEMANA


Ah, como eu queria ser um Volkswagen... mas até que ficou legal!

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terça-feira, 12 de junho de 2012

>>> CLÁSSICOS EM ATIVIDADE

Em São Paulo, modelos da terceira idade nem pensam em aposentadoria

Não é só no filme Cars que os carros mais idosos desempenham funções normalmente designadas aos mais jovens. Na cidade de São Paulo há vários exemplos de modelos que têm alergia a ficar parados e morrem de medo de ferrugem. Podem ter saído de linha há décadas, mas não das ruas. Talvez por compensar com charme e fôlego a ausência de confortos e tecnologia dos tempos atuais, seus donos não os trocam por modelos mais recentes e mantêm suas raridades na ativa, sem a menor perspectiva de aposentadoria.


É o caso de Pedro Costa, que há 17 anos utiliza seu Ford Modelo A Phaeton 1929 para levar os clients de seu bar, na Vila Madalena, para casa. "Ofereço esse serviço ‘vip’ só para os clientes mais tradicionais e que não resistem a tomar alguns chopes ou caipirinhas a mais, ficando sem condições de dirigir seus próprios carros", diz. Como o bar nasceu há 20 anos, já com a ideia inicial de valorizar e relembrar a década de 30 em São Paulo, o modelo fica estacionado na porta do bar. "A intenção é que os frequentadores sintam-se realmente naquela época e o Fordinho ajuda a reforçar essa viagem no tempo", afirma Costa. O modelo foi escolhido pelo fato de ter sido um dos primeiros veículos disponíveis na capital paulistana e marcar o começo da indústria automotiva por aqui.

O proprietário afirma que foi o pioneiro em oferecer esse tipo de serviço. "Já disponibilizava essa comodidade aos clientes desde 1995, bem antes da publicação da Lei Seca", conta ele, que já passou por algumas saias justas nesse tempo todo. "A mulher de um cliente, quando viu o marido chegando amparado e de madrugada, jogou uma série de vasinhos no carro. Foi realmente uma surpresa inesquecível."

O cliente e amigo Joarez Silveira, que frequenta o bar desde a inauguração, é um dos que utilizam o serviço com certa frequência. "Minha esposa me deixa aqui no bar tranquila, já sabendo que vou voltar de Fordinho", afirma Silveira, que ainda se diverte em todo o caminho até sua casa. "Como ele é conversível, todo mundo interage quando passamos pelos outros bares da Vila. É como se fosse um passeio turístico", diz.


O casal Rose e Marcos Luko também não abre mão de utilizar o furgão Chevrolet Truck 1949 e uma picape da mesma marca ano 1951, conhecida entre os colecionadores como "boca de sapo", para fazer compras para seu restaurante, o Mangaba, localizado na zona oeste. "Sempre gostei de carros antigos, e ao utilizá los para o trabalho encontrei uma maneira de rodar mais tempo com eles." Tanto o furgão como a picape são usados todos os dias para ir à Ceagesp e voltar e para fazer todas as outras compras para o comércio. Rose afirma que nunca teve resistência a essa paixão do marido e considera que essa é uma boa maneira de atrair clientes. "Os frequentadores sempre fazem perguntas sobre os carros. Querem saber suas histórias e o que nos motiva a mantê-los ativos", diz ela.

Apesar da idade, os veículos não têm tratamento especial: seus proprietários não fazem cerimônia para carregá-los em sua capacidade máxima, ou seja, 1 tonelada cada um, e também ajudam a divulgar a marca de roupa que será lançada por eles. "Adesivei os dois carros com o endereço eletrônico da marca e percebo um retorno imediato na frequência do portal", afirma Luko, que se responsabiliza pela manutenção dos utilitários. "Pelo fato de ter sido metalúrgico por dez anos, adoro mexer na parte mecânica. Para mim, é uma verdadeira terapia."

O serviço sempre pode ficar mais pesado para as relíquias. O empresário Celso Pereira tem um guincho Chevrolet 1961 que é utilizado frequentemente para rebocar os carros de clientes até sua oficina mecânica, localizada na zona norte. "Comprei há sete anos porque sempre gostei de raridades, e ele acabou se tornando uma grande marca para a oficina", diz Pereira. Mesmo tendo outro guincho moderno, o comerciante afirma que alguns clientes exigem que ele vá rebocar o carro com o guincho amarelo antigo. "Mantenho o modelo sempre em perfeito estado e tenho enorme prazer em cuidar do seu funcionamento. Os carros antigos têm uma mecânica muito mais fácil de consertar."


É verdade que nem todos os velhinhos mantêm o mesmo regime de trabalho da juventude. É o caso do furgão Chevrolet 3100 1952 de Américo de Freitas, um dos donos do Sacolão Vila Sônia. Ele é utilizado pelo menos uma vez por mês para ir à Ceagesp e tem como principal função fazer propaganda do Sacolão, devidamente adesivado com os logotipos do estabelecimento. Um verdadeiro relaçõespúblicas, com muitos quilômetros rodados.

* Isadora Carvalho/Revista Quatro Rodas.

>>> DOBLÒ XINGU

Adventure Xingu é um dos destaques da linha 2013 do Fiat Doblò

Sucesso de vendas em seu segmento, o Fiat Doblò acaba de chegar à rede de concessionárias trazendo várias novidades em sua linha 2013 que irão agradar o consumidor brasileiro e também tornar o modelo ainda mais competitivo no mercado.


O destaque da linha 2013 fica para a versão Adventure, que agora chega com a série especial Adventure Xingu — uma homenagem ao filme Xingu, dirigido por Cao Hamburger, que conta a história da criação do Parque Nacional do Xingu, iniciado na década de 1940 sob o comando dos irmãos Villas Boas.

O Doblò Adventure Xingu ganha em sua lista de itens de série rádio CD MP3 / WMA com RDS, retrovisores externos elétricos, bancos dianteiros com novo bordado “Adventure Xingu”, além de novas faixas decorativas nas laterais do veículo e novo adesivo na porta traseira, todos inspirados no filme. E mais: após a compra do veículo, o consumidor receberá em sua casa um brinde alusivo a essa versão, composto por mochila, lanterna, caderno e amuleto.

Na linha 2013, o Fiat Doblò Attractive incorpora em sua lista de itens de série o Kit HSD (High Safety Drive ) composto por air bag duplo frontal mais freios ABS com EBD. Com isso, todas as versões do modelo para passageiros passam a contar com estes importantes itens de segurança de série.


O modelo também chega com novos kits opcionais para todas as versões da linha 2013. Entre eles, o Kit Casual, composto por banco traseiro bipartido, cinto traseiro central retrátil de três pontos e apoia-braço central no banco do motorista, e o Kit Creative 1, que traz rádio CD MP3 / WMA com RDS, mais retrovisores externos elétricos, volante com regulagem de altura, faróis de neblina e chave tipo canivete com telecomando para abertura de fechamento das portas — todos oferecendo uma ótima relação custo-benefício. A linha 2013 abrange também as versões do Doblò Cargo 1.4 e 1.8.
 
* Press Release/Fiat S.A.

>>> EM BREVE...

Chevrolet começa a produzir nova TrailBlazer na Tailândia

Seguindo o caminho da nova geração da picape S10, a TrailBlazer fará sua estreia comercial na Tailândia. O utilitário esportivo, apresentado no último Salão de Bangcoc, em março, já está sendo produzido na fábrica de Rayong. O modelo foi desenhado no Centro de Design da GM América do Sul, em São Caetano do Sul (SP), e desenvolvido em conjunto por engenheiros brasileiros e tailandeses, com vocação global. O lançamento no mercado nacional está previsto para o final do ano.


De acordo com a GM, a escolha pela Tailândia se justifica pela grande aceitação de picapes e utilitários naquele mercado. Por lá, o SUV terá motores Duramax turbodiesel 2.8 litros de 180 cv e 2.5 litros de 150 cv, nas versões de acabamento LT e LTZ. O padrão de acabamento seguirá o da picape S10, da qual o utilitário é derivado. No Brasil, também seguindo a S10, a nova TrailBlazer terá motores diesel 2.8 litros de 180 cv e 2.4 litros flex de 147 cv de potência.

Segundo rumores da imprensa nacional, o modelo manterá a alcunha TrailBlazer para o mercado brasileiro. A GM já teria, inclusive, reservado os domínios virtuais chevrolettrailblazer.com.br e novachevrolettrailblazer.com.br para o lançamento. Este nome apareceu pela primeira vez em 1999, como uma versão específica da Blazer vendida nos EUA. Em 2002, o modelo se tornou independente e ganhou sua primeira geração.


Já a Blazer que é fabricada no Brasil desde 1997 corresponde à segunda geração do modelo homônimo lançado no mercado norte-americano em 1995 e aposentado por lá dez anos depois. A nova TrailBlazer tem visual idêntico ao da picape S10 até o final das portas dianteiras. A partir deste ponto, o veículo apresenta mudanças para aumentar o espaço interno, inclusive com uma versão para sete passageiros. Por esta característica, o SUV será vendido como Colorado 7 em alguns mercados, fazendo menção ao nome adotado pela S10 em países como os Estados Unidos.

* Túlio Moreira/Portal MotorDream.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

>>> VÍDEO DA SEMANA



Sorte não é para qualquer um...

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>>> VIVA MÉXICO!

Kombi Mexicana 1991





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sábado, 2 de junho de 2012

>>> CHEIA DE CHARME

Uma Chevrolet Brasil 1963 cheia de charme

A Chevrolet Brasil 1963 das fotos desta reportagem foi a vencedora da categoria Picape anos 1960 e 1970 no Encontro Paulista de Autos Antigos de 2011, em Lindoia. O modelo, que está impecável, é um dos brinquedos preferidos do empresário Francisco Moutinho Filho.
Ele conta que desde que comprou o carro, há 12 anos, só o usa para ir à eventos. “Minha viagem mais longa com ele foi para o Rio de Janeiro, em 2005. Mas isso não quer dizer que ele não aguente o tranco”, diz.


Chamam a atenção o câmbio manual na alavanca da direção, o botão de acionamento dos piscas, no meio do painel, e o velocímetro que marca até 160 km/h. “Mas só chego a 110 km/h”, desconversa Moutinho.

“Você notou que a partida é no pé?”diz o empresário, apontando para o pedal que fica do lado direito do acelerador. “É a minha versão placa preta do start-stop”, brinca, referindo-se ao sistema que liga e desliga automaticamente o motor de alguns veículos modernos para economizar combustível.

Ele fala sobre a picape com empolgação. De acordo com Moutinho, o motor da Brasil é um Chevrolet seis-cilindros de 3,1 litros que gera 127 cv de potência. Ele afirma que o fato de o modelo 1963 ser o primeiro a ter dois vidros na traseira, quatro faróis frontais e, especialmente, a “gravatinha” da GM com o mapa do Brasil o tornam único. “É peça de museu”, vangloria-se.


Mas a cereja do bolo o colecionador deixa para o final. Mantendo o ar de suspense e fazendo cara de criança que narra uma travessura, ele conta que o ensaio fotográfico da atriz Grazi Massafera para a revista Playboy incluiu imagens clicadas em sua picape. “Isso foi em 2005. Na época o carro era branco e cinza e as fotos foram feitas em um sítio em Bragança Paulista (SP)”, diz. “Nunca mais o lavei”, brinca.

Pioneira da GM no País

A picape 3.100 ficou conhecida pelo nome de Chevrolet Brasil por ter sido o primeiro veículo feito pela marca no País. A produção teve início em 1958, em São Caetano do Sul.


O modelo era equipado com o motor seis-cilindros de 136 cv importado. Com a inauguração da unidade de São José dos Campos (SP), no fim do mesmo ano, a picape passou a ter propulsor de 142 cv.

Foram feitas mais três versões sobre o mesmo chassi. A Alvorada, precursora das cabines duplas, Amazona, a bisavó da Blazer, e o furgão Corisco. Em 1964, o modelo foi substituído pela linha C-14.

* Guilherne Waltenberg/Jornal Estado De São Paulo.