sexta-feira, 4 de novembro de 2016

>>> LINK DA SEMANA


Galeria de fotos de uma Kombi Carat 1998 com pouco mais de 35.000 km rodados, na cidade de Conselheiro Lafaiete/MG...

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>>> MERCADO CIVIL


Caminhões VW 4x4 conquistam espaço no mercado civil

A fabricante dos veículos comerciais Volkswagen e MAN tem expandido o mercado de seus caminhões 4x4, originalmente desenvolvidos para operações militares. Já são cinquenta veículos Worker 15.210 com a tração especial comercializados para aplicações civis nos mais diferentes segmentos. Suas maiores vantagens estão na robustez e capacidade de carga: o veículo tem peso bruto total de 15 toneladas e está apto a rodar em qualquer tipo de terreno, o que tem atraído os clientes.


Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America, ressalta que a estratégia é apresentar novas opções aos clientes, principalmente em um nicho não explorado pela empresa antes. “Por toda sua configuração, esse modelo já consagrado no setor militar se comprova ideal também para aplicações civis fora de estrada como o eletricitário, a de mineração, de construção e usinas, entre outros”, avalia.

O veículo foi aprovado em testes rigorosos do Exército Brasileiro, que já adquiriu mais de cinco mil unidades nos últimos anos. Quem também apostou no modelo e colhe os frutos desse investimento é a JFI, especializada na prestação de serviços no setor de silvicultura. Há três meses em operação, o Worker 15.210 4x4 acumula ganhos em produtividade à operação e a empresa se beneficia também de um valor de investimento reduzido.


“O caminhão é muito versátil e ideal para enfrentar nossas condições pesadas de operação. Quando renovarmos mais veículos em nossa frota, certamente optaremos novamente por esse Worker 15.210 4x4 dado o potencial de ganho operacional que temos com o modelo”, destaca José Carlos de Almeida, proprietário da JFI. O empresário revela ainda que o veículo tem despertado interesse de outros prestadores de serviço do ramo por sua alta produtividade.

Motivos não faltam. Com a adoção do Worker 4x4, o cliente pôde substituir ao mesmo tempo um caminhão cisterna e um trator com tanque. Isso porque o novo modelo da Volkswagen roda em qualquer terreno, indo desde o açude para coletar água e entrando também na área de plantio na floresta, superando os muitos resíduos de madeira no trajeto, para irrigar plantações de eucalipto utilizado para fabricação de celulose em grandes empresas.


“Esse é um caminhão mais alto, com tração especial e um eixo diferencial a mais que faz a diferença na operação. E todo o conjunto nos representa um valor de investimento cerca de 50% menor do que os equipamentos que eram requeridos antes para a mesma atividade”, afirma o executivo da JFI. Ao todo, ele conta com quatro unidades do Worker 15.210 4x4 distribuídos em suas operações em São Paulo, Mato Grosso e Rio Grande do Sul.

A extensa rede de concessionárias da MAN Latin America também contribuiu para a decisão de compra. A JFI vai dispor dos pontos de assistência técnica Volkswagen Caminhões espalhados por todo o país. A alta disponibilidade do modelo, aliás, foi uma das vantagens destacadas por José Carlos. “A demanda para manutenção mecânica é muito baixa e tranquila, mesmo nas severas condições da aplicação”, pondera.

* Press Release/MAN Latin America.

>>> 'PREGADA' NO CHÃO


Chevrolet C10 desfila 'pregada'
no chão e com motor turbinado

A linha C-10 da Chevrolet nasceu no final dos anos 1960 cheia de opções: com ou sem caçamba, cabine dupla (duas portas e capacidade para seis ocupantes), além das séries destinadas ao Exército e à Marinha — sem teto rígido, com para-brisa basculante.


Embora tenha tantas versões, inclusive com boa variedade de cores, hoje a antiga é difícil de ser encontrada em bom estado. Mais do que isso, uma C-10 é o tipo de “caminhãozinho” que dificilmente veríamos modificados, ainda mais se imaginássemos um utilitário desse com lataria e interior totalmente “originais”. Mesmo assim, há quem encontre criatividade para modificar esse clássico da Chevrolet, como fez o proprietário dessa picape 1971 cheia de equipamentos.


A base para o projeto, idealizado pelo paulista Eduardo Castello, o proprietário, de 31 anos, era de modificar essa picape clássica sem agredir sua originalidade, mas aplicando uma boa dose de radicalidade. “Queria montar um carro diferente e 'socadão' para chamar a atenção pelas ruas de São Paulo. Como tenho outra C-10 de 1974, utilizada como veiculo de trabalho, resolvi correr atrás de outra igual para deixá-la com estilo diferente”, conta Eduardo.


Quando essa C-10 1971 foi encontrada, estava bem podre, mas completa nos detalhes de acabamento, perfeita para uma restauração geral. Mas isso era apenas o primeiro passo. “Foram consumidos três anos para chegar nesse resultado”, explica Eduardo. E, nesse intervalo de tempo, diversas histórias ficaram na lembrança do proprietário.


“Os acessórios originais, avaliados como aceitáveis quando adquiri o carro, simplesmente desmanchavam quando tocados! Para deixar uma grade perfeita, fui obrigado a utilizar três peças ‘meia boca’”, conta. Outra história, essa engraçada, é a do friso de metal que contorna o para-brisa. “Eu achei em uma C-10 de um senhor que vendia frutas na rua. Abordei o comerciante e propus um friso de plástico novo e um para-brisa zero em troca do belo e íntegro de sua picape. Passei por louco, mas ele aceitou na hora!”, relembra.


Acabada a peregrinação em busca de peças, era chegada a hora de mandar bala na funilaria. Além dos trampos normais para deixar a lata zerada para aplicar a impecável pintura Laranja Solar (original da C-10 anos 71 e 72), o chassi foi o item que exigiu mais trabalho. Afinal, foi totalmente refeito para receber o sistema de suspensão a ar — a carroceria roda tão baixa que é capaz de gerar faíscas em contanto com o asfalto, ou de, literalmente, enterrar a picape em um terreno mais macio, como a grama…


Nesta fase do projeto, a caranga foi enviada para a Custom Suspension Air Design, de Carapicuiba (SP), onde o chassi original foi totalmente descartado. “O pessoal da Custom construiu um chassi novo, do zero, para instalar suspensões dianteiras e traseiras. A ideia era posicionar toda a mecânica mais para cima, de modo que a carroceria chegasse até o chão antes da mecânica da picape”, explica Eduardo, e completa: “além dos suportes tubulares de motor e suspensão, as laterais do chassi incorporaram também tanques de ar de aço inox. Escapamento, linha de combustível, tanque… Tudo teve posicionamento repensado para se adequar ao novo chassi da picape”, completa.


Esse trabalho, no entanto, foi projetado para receber rodas de 22”. Por isso, com as originais de 16”, não é possível chegar ao fim do curso da suspensão. “O projeto inicial era para as rodas maiores, mas ainda não achei um modelo que combinasse com esse visual de carro antigo da C-10. Por enquanto, vou deixar ela assim, pois a galera aprovou, e nos encontros que participo, consigo agradar tanto os amantes de veículos modificados como os dos carros antigos originais”, revela.


Como a altura do carro varia, era necessário trabalho especial para as rodas não rasparem na carroceria. Assim, em qualquer regime de trabalho da suspensão, a galera da Custom conseguiu um resultado onde a picape é capaz de rodar tranquilamente pelas ruas de Sampa, mesmo que socada. Nas “poucas” imperfeições que encontramos no asfalto paulistano, o que se ouve raspar (a todo instante) é “apenas” a cabine do carro, sendo consumida pelo asfalto. E este é o grande barato da caranga! Chamar a atenção com faíscas proporcionadas pelas raspadas da carroceria no chão.

“Esta C-10 faz a gente parecer artista famoso. As pessoas ficam olhando e pedindo para tirar foto o dia todo. Só falta pedir autógrafo. Ainda preciso colocar uma chapa de titânio embaixo do chassi, para soltar as faíscas brancas. Aí, sim, vou raspar ela no chão com vontade”, brinca Eduardo.


Se ele quiser, inclusive, pode andar forte enquanto se arrasta no chão. É porque, embaixo do capô, o antigo motor Chevrolet Brasil 4.3 litros que equipava este utilitário deu lugar a outro, preparado. Saiu o silencioso e beberrão de 151 cv e entrou um 4.1S de Opala. “O motor é todo original internamente e usa carburador Solex 3E. Mesmo assim, Mauro Cesetti, da Cesetti Turbo & Aspirado, tratou de enfiar um kit turbo da DNT. Não é nenhum canhão, mas garante umas espirradas graças ao turbo Biagio .50, que trabalha com 0,6 kg de pressão”, explica.

A transmissão original de três velocidades foi mantida. Seu acionamento na coluna de direção garante diversão, com engates precisos e a famosa “jogadinha lá em cima”, para engatar a terceira marcha. “Optei por manter o câmbio para não mexer na originalidade do interior, pois a alavanca na coluna deixa o carro mais elegante”, conta. E, por falar em interior, até o tecido do banco é o original de época e muito difícil encontrar. “Quando achei, fui obrigado a pagar R$ 1 mil no metro quadrado do tecido. Mas, valeu cada centavo. Imagine um interior desse com um tecido qualquer…”, finaliza o feliz proprietário.

* Leonardo Figueira & João Mantovani/Revista Fullpower.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

>>> IMAGEM DA SEMANA


Projeção de um station wagon realmente esportivo...

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terça-feira, 1 de novembro de 2016

>>> VOLKSWAGEN ATLAS


Volkswagen revela o novo SUV Atlas

Depois de muita expectativa, a Volkswagen finalmente revelou de seu novo SUV de sete lugares, batizado de Atlas. Inspirado nos conceito CrossBlue, o modelo foi pensado especialmente para o mercado norte-americano, onde utilitários esportivos como o Tiguan são considerados, digamos, pequenos. O modelo será feito erá feito ao lado do Passat, na fábrica de Chattanooga, no Tennessee, e estreia nas lojas dos Estados Unidos no segundo trimestre de 2017.


Com 4,92 metros de comprimento, o novo Atlas ficará posicionado entre Tiguan e Touareg, o que abrirá um novo nicho para ser explorado pela Volkswagen. Feito sobre a plataforma MQB, a mesma do hatch Golf e também da nova geração do Tiguan, o novo SUV da marca terá duas opções de motor: 2.0 TSI de 241 cv e 3.6 VR6 de 284 cv, associados sempre a um câmbio automático de oito marchas. Segundo a Volkswagen, a tração integral 4Motion será opcional, inclusive para os modelos com o motor mais potente.



Além de explorar uma nova categoria, o Atlas também será equipado com várias novas tecnologias na marca. A começar pelo painel de instrumentos digital, bastante semelhante ao usado pela Audi. Com ela, o motorista poderá configurar as informações que preferir. Mas esse cockpit virtual não será a única telinha dentro da cabine. O modelo também contará com um central multimídia equipada com o Car-Net sistema , compatível com Apple Car Play, Android Auto e MirrorLink.


O pacote de recursos de assistência ao motorista também promete ser um diferencial. Além do controle adaptativo de velocidade, alerta de colisão e o sistema de monitoramento de ponto cego, o SUV conta com assistente de mudança de faixa, park assist e sistema de frenagem automática pós-colisão.


Outro destaque fica por conta da terceira fileira de bancos, que terá um sistema de acesso mais prático, que, segundo a Volkswagen, funciona mesmo se há na segunda fileira uma cadeirinha infatil, e espaço para levar três adultos. Será mesmo?

* Tereza Consiglio/Auto Esporte.

>>> GALERIA #0008


Ford Econoline E100 Custom (1973)








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>>> TROLLER T4 BOLD


Troller mostra o T4 Bold que será
lançado no Salão do Automóvel 2016

A Troller mostra a nova versão do seu utilitário T4 que será uma das atrações da marca off-road no seu estande no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo 2016, que acontecerá de 10 a 20 de novembro, no São Paulo Expo. Sob o nome de Bold, a nova versão traz cores especiais e acessórios que destacam a robustez do modelo além de agregar tecnologia e esportividade.


Com itens funcionais e visual exclusivo, o Troller T4 Bold começará a ser vendido, nos distribuidores da marca em todo o país, no mês de novembro. Trata-se de uma versão com produção limitada de 180 unidades, que segue a tradição da marca de oferecer veículos exclusivos aos fãs do off-road.

O utilitário vem com rodas 17 polegadas, snorkel em preto fosco, pontos de ancoragem dianteiros pintados em vermelho, protetor frontal, base para guincho, estribos laterais, bagageiro de teto com barras transversais ajustáveis, aerofólio na tampa traseira com brake-light integrado, lanternas de LED e pneus de uso misto. A carroceria conta com três opções de cor: Amarelo Dakar, Vermelho Arizona e Branco Diamante II, todas combinadas, em dois tons, com o Cinza Londres Escuro presente na capota, grade dianteira, para-choques, tampa traseira e acessórios. Há também um adesivo lateral exclusivo alusivo à versão.

O interior também conta com novidades. Tem peças de tonalidade mais escura e uma avançada central multimídia Kenwood Excelon, com tela sensível ao toque de 6,95 polegadas e alta resolução, GPS com navegador Garmin, discagem por comando de voz, DVD-player, conexão Bluetooth e entrada USB/iPod. O painel de instrumentos, os painéis de portas e o console têm acabamento em cinza escuro, em vez do prata do modelo de linha.

O T4 Bold tem preço de R$ 129.990, ou seja, R$ 5.000 a mais que o T4 XLT. Como comparação, se os itens especiais do modelo fossem adquiridos separadamente – snorkel, central multimídia e pintura -, o custo adicional seria de R$ 8.000. De acordo com informações fornecidas pela marca.


O lançamento do modelo será marcado por um grande evento simultâneo de apresentação aos clientes em toda a Rede Troller, no dia 26 de novembro, chamado “Troller Bold Day”. Ao mesmo tempo, um hotsite estará disponível para o público com informações técnicas e comerciais do produto e localização dos distribuidores Troller.

Como mencionado anteriormente, o Troller T4 Bold será uma das atrações da marca no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, ao lado de um carro-conceito desenvolvido especialmente para o evento. No total, a Troller vai expor sete veículos no seu estande de mais de 700 metros quadrados, junto com a linha de acessórios originais da marca.

LEGÍTIMO OFF-ROAD

O novo Troller T4 Bold tem a mesma configuração mecânica do modelo T4 XLT de linha. É equipado com motor Ford Duratorq 3.2 turbodiesel de cinco cilindros, com potência de 200 cv e torque de 47,93 kgfm, e transmissão manual de seis velocidades.

Além de baixo nível de ruído e vibração, esse conjunto oferece marchas escalonadas e um excelente aproveitamento de torque, um dos fatores mais elogiados pelos proprietários do Troller T4, ao lado do design exterior e da dirigibilidade. A tração 4×4 eletrônica, com acionamento por botão no console, oferece três opções. Além dos modos 4×2 e 4×4 High, que permite mudança a até 120 km/h (“shift on the fly”), tem o 4×4 Low para tração máxima em baixa velocidade, além de diferencial traseiro de escorregamento limitado.


A sua vocação off-road é destacada também pelos ângulos de entrada e saída, ambos de 51 graus, e pela capacidade de subida em rampa de 45 graus. Outras características importantes são a sua capacidade de transposição de rampa de 30 graus, de inclinação lateral de 40 graus e de submersão em até 800 mm de água.

ORIGINAL E EXCLUSIVO

“O Troller T4 Bold segue a trilha de outros modelos especiais, como o Troller Expedition e o Troller Desert Storm, que fizeram muito sucesso entre os fãs e ajudaram a trazer novos clientes para a marca”, diz Carla Freire, supervisora de Marketing e Vendas da Troller.

Segundo ela, por representar um estilo de vida original e exclusivo, os clientes da Troller têm uma forte identidade com a marca. “A Troller tem um apelo emocional, como prova o grande número de fãs nas redes sociais, com mais de 325.000 seguidores no Facebook”, diz.

* Redação/Carros e Segredos.