quarta-feira, 6 de agosto de 2014

>>> IMAGEM DA SEMANA


Imagem registrada em 1954 na cidade de Amsterdã, Holanda. Por incrível que pareça, há 60 anos o trânsito já era complicado nos grandes centros...

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>>> ESPAÇO & LUXO


Mercedes-Benz Classe V é luxo em forma de van

No mercado europeu a nova Mercedes-Benz Classe V já é uma opção para quem precisa de um veículo para ir às compras, para viajar com toda a família, ou para conduzir executivos em eventos de negócios. Classificado como um MPV (multi-purpose vehicle), ou seja, um veículo multiuso, o Classe V combina o espaço para até oito ocupantes com o luxo e requintes característicos da marca da estrela de três pontas.
 
 
Disponível em duas versões, Classe V e Classe V Avantgarde, o modelo é oferecido em duas opções de distância entre-eixos, três comprimentos de carroceria entre 4,89 metros e 5,37 m e três configurações de motores.
 
 
Se por fora o modelo chama a atenção pelo visual elegante, por dentro também se destacam os refinados materiais de acabamento. Dentre os principais equipamentos estão o volante multifuncional com 12 botões e a alavanca de câmbio giratória com borboletas de trocas de marchas, tela sensível ao toque no painel, sistema de climatização individualizado, entre outros itens de conforto e entretenimento. De série, o veículo vem equipado com quatro luxuosos assentos individuais com apoios de braços, dispostos em duas fileiras.
 
 
Uma das opções de motorização do Classe V é o motor turbodiesel de 2.1 litros com três opções de potência. O V200 CDI, desenvolve 136 cv com torque de 33,6 kgfm, enquanto o V220 CDI, entrega 163 cv e 38,7 kgfm. Na segunda configuração, a média de consumo chega aos 17,5 km/l. Essa média passa para 16,5 km/l na versão mais potente do propulsor, a V 250 Bluetec, que entrega 190 cv e 44,9 kgfm de torque. Nas fases de aceleração, esses números saltam para 204 cv e 48,9 kgfm. Neste caso, o modelo é capaz de acelerar até os 100 km/h em apenas 9,1 segundos. Vale destacar que o motor V 250 Bluetec sempre é ligado à transmissão automática de sete marchas.
 
 
Na Alemanha a Classe V é oferecida a partir de 42.899 euros (cerca de R$ 130 mil, em uma conversão simples), enquanto que na Itália parte de 40.399 (R$ 122,5 mil).

* Redação/Carsale.

>>> MONTANA 2015


Chevrolet Montana 2015 ganha direção hidráulica de série

A Chevrolet já comercializa a linha 2015 da Montana, que traz como principal novidade a direção hidráulica como item de série também na versão de entrada (LS). Dessa forma, o modelo passa a ser a picape compacta equipada mais acessível do seu segmento.
 
 
Banco do motorista e cinto de segurança com regulagem de altura, para-choques na cor da carroceria, alerta para o esquecimento dos faróis ligados e freios ABS com EBD (assistente de frenagem de emergência), por exemplo, são outros diferenciais de série do veículo, que pode vir com ar-condicionado e comando elétrico dos vidros, das travas e dos retrovisores externos.
 
A Montana também se destaca por sua capacidade de carga. São até 768 kg, cerca de 10% superior à das principais concorrentes. A caçamba comprida e alta transporta com segurança até objetos grandes, como uma motocicleta.
 
 
Para preservar o assoalho e assegurar o valor de revenda, o modelo vem com protetor de caçamba, dez ganchos para amarração de cordas e o degrau side step, que facilita o acesso ao compartimento pela lateral. Já a tampa traseira possui trava antifurto com chave. “Estes atributos reforçam a imagem da Montana como a picape de cabine simples com a melhor relação custo-benefício do mercado”, ressalta Marcos Munhoz, vice-presidente da General Motors do Brasil. Para o executivo, a introdução da direção hidráulica ao catálogo de entrada do veículo traz vantagens também ao consumidor frotista que busca maior produtividade e conforto para o motorista.
 
 
Outra novidade da linha 2015 é a opção de carroceria na cor preto Carbon Flash, que estará disponível nas lojas a partir de setembro. Por ser metálica, a pintura deixa o veículo ainda mais atraente. A picape Chevrolet também é comercializada nas cores Branco Summit e Vermelho Pepper (sólidas), além da Cinza Astec e Prata Switchblade (metálicas).
 
 
A lista de acessórios está ainda mais completa com o novo suporte de bicicleta. Projetado para ser instalado na caçamba da picape, o item permite a fácil fixação da bicicleta em pé, de modo que o quadro não encoste em nenhuma superfície. Sensor de estacionamento, santo antônio e capota marítima são alguns dos outros itens disponíveis para o modelo na rede Chevrolet, com mais de 600 concessionárias no país.

Pronta Para o Lazer

A Montana possui ainda a versão Sport, voltada principalmente para o consumidor que procura um automóvel versátil de dois lugares para o dia a dia e para o lazer.
 
 
Além de vir completa de série, essa configuração se destaca ainda pelo acabamento visual mais sofisticado. Rodas de liga leve de 16”, faróis com máscara negra, luzes de neblina, rack de teto e adesivo de coluna estão entre os diferenciais.

Por dentro, há sistema de acendimento automático dos faróis, coluna de direção regulável em altural, controle de velocidade de cruzeiro, computador de borbo e sistema de som com Bluetooth e entrada USB. A versão Sport também é caracterizada pelos apliques decorativos na cor cinza “Midnight” na cabine que, devido ao conceito MaxCab, comporta bagagens de mão na parte posterior dos bancos.
 
 
A Montana é equipada com o motor 1.4 litro mais potente da categoria. O EconoFlex da Chevrolet desenvolve até 102 cavalos e 13,5 kgfm de torque, garantindo elevado nível de desempenho mesmo com o carro carregado. A transmissão é a manual de cinco velocidades F1X de segunda geração, com engates curtos, precisos e ré sincronizada. Um conjunto desenvolvido para proporcionar alta eficiência energética e resistência mecânica.

* Press Release/General Motors do Brasil.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

>>> CBT JAVALI


Simples e eficiente, ele mostrava força e valentia, mas atolou nas dificuldades financeiras

Quando a versão civil do Jeep desembarcou no Brasil no fim da década de 40, fazendeiros, empreiteiros e aventureiros viram nele o veículo ideal para transpor os precários caminhos de um país que ainda estava em desenvolvimento. Com o avanço das estradas, a demanda por veículos 4x4 caiu a ponto de inviabilizar sua produção nacional, encerrada em 1983.
 
 
Assim, em meados dos anos 80, entre os 4x4 só havia o Engesa 4 e o Toyota Bandeirante. A produção de ambos era incapaz de atender à demanda e as longas filas de espera resultavam na cobrança de ágio. Ciente da oportunidade, a Companhia Brasileira de Tratores (CBT) deu início ao projeto do Veículo de Aplicação Rural, encabeçado pelo engenheiro Ove Schirm e idealizado pelo fundador Mário Pereira Lopes, produtor de tratores desde 1959. Rebatizado Javali, o 4x4 nacional foi uma das novidades do Salão do Automóvel de 1988. Rústicas ao extremo, as primeiras unidades do Javali foram entregues em 1990 e vinham pintadas só de cinza. Não havia compromisso com a estética, de tal for- ma que a única concessão foi a adoção da pintura amarela, meses mais tarde. Mas o que faltava em design sobrava em força e valentia: o inédito turbo-compressor garantia fôlego de sobra ao motor DM-301 de três cilindros, vindo dos tratores da marca. Na prática, o conjunto se mostrava mais forte, leve e econômico que o quatro-cilindros aspirado que chegou a equipar as primeiras unidades.

 
O desempenho era adequado a sua proposta: a máxima era de 106 km/h e para chegar aos 100 km/h levava longos 53,5 segundos. Apesar de lento, o alto torque de 25,5 mkgf a 1600 rpm fazia a diferença no fora de estrada, tornando-o apto a carregar ou rebocar até 500 kg de carga nas piores condições. Mas o Javali não servia para o lazer: o excesso de vibrações e ruído era agravado pelos freios sem assistência e pela folga constante na frágil caixa de direção. A situação só foi corrigida em 1992, quando o servofreio e a direção hidráulica entraram para a lista de opcionais.
 
 
Boa parte dos seus 1 755 kg estava no chassi, claramente superdimensionado: servia de base para um habitáculo amplo, capaz de acomodar com dignidade motoristas mais altos. Outros pontos positivos eram o santantônio e a capota de lona reforçada, notável por sua resistência às chuvas fortes.
 
 
A meta da CBT era ambiciosa: produzir 700 unidades mensais de um 4x4 acessível e adequado ao trabalho pesado. Para alcançar esse objetivo em tempos de inflação galopante, a fábrica de São Carlos (SP) apostou na autossuficiência: tinha controle total sobre os meios de produção, chegando ao extremo de fundir e usinar seus motores. A dependência dos fornecedores se resumia a poucos itens, como câmbio (Clark), eixos (Dana), velocímetro (Chevrolet C10), lanternas e pinças de freio (VW Kombi). O volante era o mesmo dos tratores e até o turbo tinha fabricação própria.
 
 
Por ironia do destino, foi essa independência que matou a empresa: com o capital imobilizado, a CBT perdeu competitividade na abertura do mercado aos importados, até fechar as portas em 1995. Ao todo, cerca de 4 000 Javali foram produzidos e parte considerável desse montante continua em circulação. Um deles é o Javali das fotos, que pertence ao médico paulistano Rodrigo Gea, fabricado em 1988. "O projeto tinha mais acertos do que erros", diz Rodrigo, com o orgulho de quem guarda a memória de um dos poucos automóveis genuinamente nacionais.

* Felipe Bitu & Marco de Bari/Quatro Rodas.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

>>> VÍDEO DA SEMANA



Manobra impressionante no Sri Lanka!

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>>> CLASSE C STATION


Mercedes-Benz Classe C Station estará disponível em setembro na Europa
 
A Mercedes-Benz anunciou a chegada do modelo Classe C Station às concessionárias europeias em setembro, com preços a partir dos 40.900 euros, no caso da C180 Station com caixa manual de seis velocidades. O C200 Station com caixa manual começa nos 44.900 euros. Com a caixa automática ambas as versões passam para os 43.681 e 47.500 euros, respetivamente. A versão C220 Bluetec Station Station tem o preço base de 46.800 euros, com caixa manual. Com caixa automática o valor sobe para os 49.810 euros. O C250 Bluetec Station, apenas disponível com caixa automática, inicia nos 51.550 euros.
 
 
O novo Mercedes-Benz C Station é 96 mm mais comprido (4702 mm) e 40 mm (1810 mm) mais largo que a versão anterior. A perua estará disponível com quatro níveis de equipamento distintos (a versão básica, a Avantgarde, a Exclusive (com a estrela colocada no capô) e uma mais esportiva, AMG Line.

* Redação/Auto Hoje.

sábado, 26 de julho de 2014

>>> DE CARA NOVA


Fiat apresenta novo Ducato na Itália

Com Peugeot e Citroën mostrando suas remodeladas vans Boxer e Jumper, era apenas uma questão de tempo a Fiat (parceira de joint-venture da PSA) revelar a sua própria versão do veículo, mantendo o nome Ducato.
 
 
Assim como o Peugeot Boxer e Citroën Jumper, o renovado Fiat Ducato ganhou um design idêntico, com exceção da grade e emblemas. A Fiat apresentou o remodelado Ducato à imprensa internacional em maio, no Centro de Testes Balocco, na Itália, e também avisou que mais um "primo" da van receberá as novas mudanças para os EUA, o RAM ProMaster.
 
As mudanças no Ducato incluem duas cores diferentes para a grade, novas rodas de 16 polegadas, novos faróis de LED e para-choque dianteiro em três partes, para reduzir os custos de reparação. A van será oferecida com três níveis de acabamento (Classic, Tecno e Lounge), com cada um trazendo novos assentos mais confortáveis ​​e um novo porta-copo embutido no console central.
 
 
Ao contrário de seus primos franceses, o Fiat Ducato será oferecido com um motor 2,0 litros a diesel de quatro cilindros e 115 cv, e uma unidade de 2,3 litros com 130 ou 150 cv - compartilhando apenas o motor de 3,0 litros e 180 cv com a Boxer e Jumper . O motor básico é oferecido com uma caixa manual de cinco velocidades de série, enquanto as outras unidades oferecem um seis-velocidades com transmissão manual padrão. Uma caixa automática chamada Comfort Matic está disponível em todos os motores de 2.3 e 3.0 litros.
 
 
A van Ducato está disponível em oito diferentes capacidades, que vão de 8 a 17 metros cúbicos, e em 4 comprimentos e três alturas. Versões chassi estão disponíveis em 6 comprimentos. Vale lembrar que a reestilização acontece somente na Europa, sem previsão para o Brasil.

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