sexta-feira, 14 de outubro de 2016

>>> LINK DA SEMANA


Álbum de fotos da restauração de um FNM D11000 ano 1965...

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>>> AUDI A4 AVANT


Audi A4 Avant começa a ser vendido no país
e estará no Salão do Automóvel de São Paulo

Chega ao país o Audi A4 Avant, versão station wagon do sedã, cuja nona geração foi lançada no Brasil em abril deste ano. Com bastante espaço e conforto, o modelo traz sob o capô o novo motor 2.0 TFSI ultra de 190 cv, que lhe confere um desempenho surpreendente para um carro de estilo familiar. Chamam a atenção ainda o acabamento interno refinado e a alta tecnologia da perua. Na configuração única Ambiente, o A4 Avant já está disponível nas concessionárias da marca ao preço sugerido de R$ 187.990. Além das revendas, a nova perua poderá ser vista também no estande da Audi no salão internacional do automóvel de São Paulo, de 10 a 20 de novembro.


Os modelos Avant da Audi vêm celebrando seu sucesso há mais de duas décadas. A combinação entre belo design e conforto interno garante a esse tipo de carroceria uma excepcional funcionalidade. O novo A4 Avant segue essa tendência – com ainda mais espaço e elegância. Com aparência imponente, o modelo tem 4,73 m de comprimento e distância entre-eixos de 2,82 m.

A capacidade máxima no porta-malas é de 1.510 litros com o banco traseiro rebatido. Os encostos são divididos na proporção 40:20:40 e podem ser facilmente dobrados por meio de uma alavanca na lateral do compartimento de bagagens. Outro destaque é que a tampa de esconder e proteger a carga abre e fecha eletricamente.


Na configuração padrão, a capacidade do porta-malas é de 505 litros – 15 litros a mais que na geração anterior. A altura da base inferior do compartimento está a apenas 63 cm do chão, e uma cobertura de aço inoxidável protege a extremidade do assoalho de riscos. Isso facilita o carregamento do veículo. A largura da área de carga mede um metro.

Traços dominantes na frente e na traseira salientam a largura do carro. O desenho fluido com linhas concisas transmite a elegância da marca. Entre os destaques do design esportivo estão grade dianteira e entradas de ar lateral na cor cinza fosca com apliques de alumínio, difusor traseiro com barra cromada, bancos dianteiros esportivos, acabamento exclusivo do volantes, ponteiras de escapamento cromadas e frisos externos e internos com acabamento de alumínio.


Sob a linha inferior das janelas, a carroceria tem aproximadamente o dobro da altura da distância entre a base das janelas e o teto. Os espelhos externos são montados nas portas dianteiras, como nos carros esportivos. As rodas de liga leve têm 18 polegadas de série, únicas no segmento.

Comparadas às do modelo anterior, as dimensões do carro aumentaram, mas seu peso foi significativamente reduzido – em até 120 kg, dependendo da versão e motorização. A carroceria do modelo é uma das mais leves de sua categoria, graças a uma inteligente combinação de materiais, como alumínio, e às tecnologias de construção. Isso traz benefícios como maior economia de combustível e menor índice de emissões de poluentes.


O A4 também se destaca em sua classe em relação aos níveis de ruído. Todos os ocupantes desfrutam de um generoso espaço e as linhas suaves ampliam a sensação de espaço interno. A frente do painel apresenta diversas saídas de ar e uma grande superfície feita de materiais nobres e de alta qualidade. As cores e o acabamento seguem um novo conceito, permitindo aos clientes maior liberdade de configuração.

Informação e Fascínio: o Audi Virtual Cockpit

Nessa área, o destaque são duas inovações. O Audi Cockpit Virtual, tela de instrumentos de TFT (Transistor Film Technology) totalmente digital com 12,3 polegadas que mostra as informações mais importantes por meio de brilhantes gráficos de alta resolução, com grande detalhamento e efeitos sofisticados.


O dispositivo combina as funções da central MMI com o painel de instrumentos, dessa forma o motorista pode escolher visualizar as informações no ponto de vista clássico, com mostradores circulares (velocímetro e conta-giros), ou no modo progressivo, no qual são exibidas funções do sistema de navegação, telefone, Audi connect, entre outras.

Um complemento ideal para esse avançado sistema é o Head-up Display (projeção da velocidade e outras informações no para-brisa, ao nível dos olhos do motorista, para aumentar a segurança), oferecido como opcional.


A interface Audi para smartphones é um novo item disponível. O sistema integra celulares com o sistema operacional iOS e Android em um ambiente desenvolvido especialmente para esse propósito, o Audi MMI. O equipamento de som de série inclui também o rádio MMI plus com navegação e conexão Bluetooth. Para os fãs de alta fidelidade mais exigentes, é oferecido como opcional o sistema Bang & Olufsen com o inovador som 3D de 755 watts de potência e 19 alto-falantes, cuja experiência sonora se equipara à sensação de estar presente nas mais importantes salas de concerto e espaços de shows de todo o mundo.

Poderoso: o 2.0 TFSI ultra

O motor 2.0 TFSI ultra, com 1.984 cm³ de cilindrada, equipa a versão station wagon do novo A4. Seus principais refinamentos técnicos são o coletor de exaustão integrado ao cabeçote, o modelo de gerenciamento térmico com válvula rotativa, o Audi Valvelift System (AVS - sistema de levantamento de válvulas), a válvula de alívio (wastegate) elétrica do turbocompressor e a dupla injeção de combustível. Sob carga parcial, a injeção indireta no coletor de admissão suplementa a injeção direta FSI.


O 2.0 TFSI entrega 190 cv de potência e torque de 320 Nm entre 1.450 e 4.200 rpm. Isto leva a um ótimo desempenho: aceleração de 0 a 100 km/h feita em 7,5 segundos e velocidade máxima de 238 km/h.

A eficiência pioneira do 2.0 TFSI é resultado de um método de combustão inovador, em que a cilindrada comparativamente maior do motor não é um ponto negativo, mas pré-requisito. Com um estilo de condução moderado, é possível experimentar as vantagens econômicas de um motor pequeno, mas sem desvantagens de uma tocada mais esportiva.

O novo método de combustão com menor fase de compressão e fase de expansão mais longa, assim como maior taxa de compressão, foi projetado especialmente para solicitações parciais, em que as válvulas de admissão fecham muito mais cedo que o usual. Juntamente com a pressão aumentada no coletor de entrada, essa característica reduz as perdas de aceleração durante a aspiração.

Devido ao encurtamento da fase de compressão, a taxa de compressão foi aumentada com sucesso de 9,6:1 para 11,7:1. Isso significa que, na fase de compressão, o motor tem que comprimir somente uma quantidade semelhante de gasolina utilizada em propulsores de menor cilindrada. Também na fase de expansão, quando utiliza plenamente seus dois litros de deslocamento, o motor se beneficia da alta taxa de compressão. O alto nível de pressão resultante durante a combustão aumenta ainda mais sua eficiência.


Para que a mistura ar-combustível possa ser turbilhonada, apesar do curto tempo de admissão, as câmaras de combustão, recessos dos pistões, dutos de admissão e a turbocompressão do novo 2.0 TFSI foram especialmente adaptados para o novo método de combustão. Sob alta solicitação, o Audi Valvelift System abre mais tarde as válvulas de entrada, resultando em uma pressão maior, ao mesmo tempo em que garante bons índices de potência e torque. A pressão de injeção foi elevada para 250 bar.

Transmissão S tronic 

No A4 Avant, a transmissão é a S tronic de sete velocidades, com dupla embreagem e trocas de marchas quase instantâneas. Para maior economia de combustível, o câmbio oferece uma função roda-livre. O controle seletivo de torque para cada uma das rodas suplementa o trabalho da tração dianteira.

Dinâmica de Rodagem

A suspensão e a direção filtram inconveniências como superfícies de estrada irregulares, mas passam ao motorista informações importantes, como o aumento das forças laterais e de tração. Esse comportamento se baseia nos eixos com cinco braços e na direção eletromecânica, que são excepcionalmente leves e criam a base para a dirigibilidade dinâmica e o conforto de rodagem de primeira classe e, ao mesmo tempo, reduzem o consumo de combustível. O motorista pode escolher entre cinco regulagens – Dynamic, Efficiency, Comfort Automatic e Individual – incluídas no sistema Audi Drive Select, que é equipamento de série.


O A4 Avant Ambiente traz um pacote bastante completo de equipamentos de série. Entre os destaques estão o Audi Drive Select, Audi Virtual Cockpit, ar-condicionado automático, sistema start-stop, rodas de liga leva aro 18, retrovisores externos eletricamente rebatíveis, sensor de estacionamento traseiro, sistema MMI com navegação, Bluetooth e smartphone integration, sensores de luz e chuva, ajuste elétrico do banco do motorista, sistema de limpador de faróis e bancos esportivos de couro.

Opcionalmente, a perua pode contar com teto solar panorâmico e kit S Line, além dos pacotes Assistance e Tech. O primeiro inclui os sistemas Audi Pre Sense Rear, Audi Side Assist e a câmera de ré. Já o segundo reúne o Head-up Display e o equipamento de som Bang & Olufsen 3D, com 19 alto-falantes.

* Press Release/Grupo Audi do Brasil.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

>>> OS ESPECIALISTAS


Dragon X: os especialistas em incêndios da Magirus

Apagar grandes incêndios, salvar vidas e preservar a infraestrutura são tarefas que o corpo de bombeiros executa diariamente. Em um aeroporto, todas essas atividades precisam ser realizadas simultaneamente quando uma emergência desse tipo ocorre, o que torna o desafio ainda maior. Por isso, os maiores aeroportos do mundo contam com os veículos da Magirus para essa tarefa.


A marca possui forte reputação na indústria por fornecer veículos e equipamentos de combate a incêndio em aeroportos domésticos e internacionais que ajudam as brigadas anti-incêndio a responder rapidamente as emergências. Mas os modelos, que se tornaram astros, no seu portfólio de produtos de combate a incêndio é a série Dragon, que está disponível em três modelos: Dragon X4, Dragon X6 e Super Dragon X8.


O que torna essa família única é a habilidade para responder rapidamente a um acidente jogando água, espuma ou pó e bombeando mais de 9 mil litros de água por minuto por uma distância de até 100 metros, tudo isso a uma velocidade que pode chegar até 70 km/h.

O Super Dragon X8 foi desenvolvido para grandes aeroportos. O caminhão, com capacidade para 52 t de PBT, acelera de 0 a 80 km/h em até 25 segundos, mesmo carregado. Para tanto, possui motor FTP de 1 120 cv. Há também versões com potências 560 cv. Esses propulsores atendem à Euro 5, norma de redução de emissão de poluentes, e são configurados com dados específicos para se adequarem aos requisitos de performance exigidos nos aeroportos por regulamentações internacionais. A transmissão é automática, produzida pela Allison. Dependendo das exigências, está disponível com distância de entre-eixos de 4.050 mm e 5.050 mm.


Riscos de incêndio são quase sempre uma consequência das emergências da aviação e, dessa forma, é de responsabilidade da brigada anti-incêndio dos aeroportos estar preparada para todo tipo de adversidade. “Qualquer pessoa que não tenha vivenciado uma situação onde haja querosene na pista não saberá como segundos podem ser valiosos”, explica Andreas Wenzel, responsável pelo gerenciamento de produto da Magirus, marca de equipamentos de combate a incêndio da CNH Industrial.

* Andrea Ramos/Transporte Mundial.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

>>> IMAGEM DA SEMANA


Foto promocional da minivan Caravan, da Dodge, em 1986.

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>>> FROTA PRÓPRIA


DHL cria frota própria de elétricos

A empresa de logística DHL decidiu entrar de vez na onda dos carros verdes, com a apresentação de uma frota própria de veículos elétricos. A estratégia de produzir seus próprios veículos sustentáveis surgiu depois de a empresa não obter sucesso nas negociações com as grandes montadoras de automóveis. O intuito inicial era encomendar a produção de vans elétricas para algum fabricante, mas todos os pedidos foram negados.


Foi então que a DHL resolveu construir sua própria frota de carros livre de emissões, em parceria com a fabricante europeia StreetScooter. A frota atual já conta com 1.000 unidades como essas que você vê nas imagens sendo abastecidas nos pontos de energia. E, em breve, a produção deverá atingir cerca de 5.000 carros por ano. Lembrando que cada van foi concebida para durar cerca de 16 anos, quando utilizadas durante os seis dias da semana, num intervalo de 10 horas de trabalho.


Os simpáticos veículos trazem um motor elétrico de 30 kW (40 cv) que vai acoplado a uma transmissão Bosch de estágio único e, com esse trem de força, são capazes de atingir 80 km/h de velocidade máxima (eletronicamente limitada). A autonomia, dependendo do modo de condução, é de 50 a 80 quilômetros. E o tempo para recargar 100% da bateria varia entre 4,5 horas e 7 horas (em tomada 230 V - 16A).


O veículo vem ainda com freios ABS, airbag para o motorista, suspensão do tipo McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira e rodas de 15 polegadas que calçam pneus 195/65 R15. A capacidade de carga é de até 650 quilos.


Com o surgimento dessas vans eletrificadas, quem fica de escanteio nessa história é aVolkswagen, que antes fornecia um grande número de utilitários para o grupo alemão. O presidente da VW, Matthias Mueller, declarou à agência de notícias Reuters que ficou aborrecido com a medida. Mas, que a montadora irá averiguar se ainda é possível fazer parte dessa empreitada sustentável, de alguma maneira.

* Redação/AutoEsporte.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

>>> GALERIA #0007


Ford Panel Van (1959)






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>>> PAIXÃO EM FAMÍLIA


Irmãos apaixonados por carros reformam Kombi e Fusca

Desde pequenos, os irmãos Robson e Robert Siqueira Donato, de 39 e 38 anos, respectivamente, vivem em meio a carros dos mais variados modelos e marcas – o avô e o pai deles sempre foram donos de oficina na capital paulista. Mas para eles essa proximidade com o universo dos automóveis não era suficiente, e ambos resolveram literalmente colocar a mão na graxa.


No caso de Robert, em 2014 ele comprou uma Kombi 1200 fabricada em 1961 e a restaurou totalmente. “Este é um veículo raro e difícil de encontrar no mercado”, conta. Para deixá-lo moderno e, ao mesmo tempo, manter o máximo de suas características originais, foram dois anos de trabalho.


Além de reparos na mecânica e na funilaria, o empresário, hoje sócio do pai na oficina, alterou a cor – inicialmente era azul e agora passou a ser cinza escuro–, mudou o estofado, colocou uma câmera de ré traseira e ainda instalou um rádio de visual retrô mas com entrada para iPod e USB.


“Quando fui buscar a Kombi, em Taubaté (interior de São Paulo), ela estava completamente deteriorada, com o motor jogado dentro dela. Aos poucos fui restaurando, comprando peças originais em sites nacionais e estrangeiros. Minha maior preocupação era deixá-la com a pintura lisinha, sem ondulações. Isso, de fato, é o que mais chama a atenção quando rodo com ela”, comenta Robert.


Na época em que adquiriu o veículo, o empresário desembolsou R$ 20 mil, e os gastos com as modificações chegaram a R$ 80 mil. Depois de pronto, ele recebeu propostas de venda que giraram em torno de R$ 200 mil. “Não tenho interesse de vender agora, justamente porque tenho uma paixão por modelos do tipo e também é uma forma de divulgar a minha oficina”, diz.


No futuro, a ideia de Robert é fazer mais algumas modificações na Kombi. “Pretendo rebaixá-la e colocar rodas de Porsche, já que ela ainda carrega rodas originais da Volkswagen”, complementa.


E por falar em rodas de Porsche, este é um dos itens que chamam a atenção no Volkswagen Fusca 1500 1973 de Robson Siqueira Donato, diretor de operações. O carro foi comprado por mais ou menos R$ 6 mil e, depois das transformações, já ofereceram R$ 35 mil.


“Sou apaixonado por Fusca desde pequeno, por isso, meu pai me deu de presente um modelo 1983 azul. Meu irmão também ganhou um, ano 1973. Ficamos com os carros por cerca de dois anos e, quando o Robert resolveu vender o dele, eu acabei comprando ele para mim, por ser mais antigo, e vendi o meu”, relata.


Foram três transformações, e durante esse tempo, o automóvel foi pintado de vinho, roxo e marrom, a atual cor. “Nesta última modificação fiz questão de trocar tudo. Coloquei rodas de Porsche, pintei o chassi, tirei a carroceria e substitui as borrachas. Gastei em torno de R$ 8 mil só em peças e acessórios, mas, se eu colocar na ponta do lápis os custos que tive com esse carro desde que o peguei, acho que chega a R$ 60 mil”, entrega Robson.

* Talita Morais/Portal Garagem 360.