sexta-feira, 27 de março de 2009

>>> CAYENNE GTS

Porsche lança versão limitada do Cayenne GTS
A Porsche lançou nesta quarta-feira (25), na Alemanha, uma série especial do utilitário esportivo Cayenne GTS. Trata-se da versão Edition 3, que terá produção de 1.000 unidades numeradas. Equipado com motor de 4,8 litros V8 e 405 cv de potência, o modelo pode acelerar de 0 a 100 km/h em 6,5 e alcançar os 215 km/h de velocidade máxima.


No visual externo, o utilitário vem na cor cinza-lava metálico, com listras longitudinais pretas no capô e nas laterais, faróis com máscara negra e rodas de 18 polegadas pintadas na mesma cor da carroceria.


Internamente, o Cayenne GTS Edition 3 conta com acabamento em couro preto com costuras vermelhas no painel e nas soleiras das portas. O preço para o mercado alemão é de 115 mil euros (cerca de R$ 350.300).

* Redação / iCarros.

quarta-feira, 25 de março de 2009

>>> IMAGEM DA SEMANA


Interessante seria ver o semblante de algum oficial rodoviário ao deparar-se com tal imagem...

O mudo realmente é muito grande e dificilmente conheceremos tudo que o cerca!
E ainda dizem que é no Brasil que a lei não existe...

>>> HUMMER DARK CHROME

GM apresenta o Hummer H2 Dark Chrome, edição limitada, exclusiva para os Emirados Árabes.
Após tomar um grande susto com a crise, aos poucos a GM vai sacudindo a poeira. E para coroar esta fase de recuperação, a marca detentora (ao menos por enquanto) da HUMMER, aposta em novos mercados para comercialização de seus produtos. Um exemplo disso é o lançamento nos Emirados Árabes, desta bela versão do conhecido H2, com detalhes em cromo negro, como o próprio nome entrega.


E a tecnologia do cromo negro se faz presente nas rodas aro 20 com desenho único, nas maçanetas, na grade dianteira, na tampa do reservatório de combustível, nos retrovisores externos, na tampa do estepe e nas entradas de ar. Em relação as opções de cores, foram colocadas à disposição três: Silver Ice Metallic, Carbon Black Metallic e Sedona Metallic (a das fotos que ilustram esta matéria).

Por dentro as mudanças mais significativas se encontram nos bancos em couro nobre, na cor do veículo, entregando luxo e sofisticação a quem olha. Dentro do capô, o V8 de 6.2 litros e 440cv, possui força o suficiente para tracionar o gigante, e obviamente, em tempos de economia de combustível, toda esta força cobra seu preço. Provavelmente os felizes (e abonados) futuros proprietários não se importarão com este detalhe, valendo-se mesmo da exclusividade desta edição, limitada a 1.300 unidades.

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>>> SW4 COM GASOLINA

Alguns meses após a leve reestilização, a Toyota Hilux SW4 ganha dois novos motores
Em tempos de crise econômica e preocupação com o meio-ambiente, os utilitários a gasolina começam a perder espaço para os modelos a diesel. Mesmo assim, a Toyota aposta no potencial do combustível ao lançar duas novas versões da Hilux SW4 no Brasil.


Os motores 2.7 16V, de quatro cilindros e 158 cv, e 4.0 de 24 válvulas e seis clindros em “V”, capaz de gerar 238 cv, somam-se à atual gama de propulsores do SUV. Com as opções, a Toyota espera que as versões a gasolina respondam por 25% das vendas totais do modelo.


Por fora, o carro se manteve inalterado, já que passou por uma recente reestilização no final de 2008. Na reforma, grade dianteira, faróis e lanternas ganharam um novo visual, ficando mais modernos. Internamente, a SW4 preserva as linhas de sua geração anterior, com padrão de acabamento semelhante ao da picape Hilux.

Disponível nas configurações SR e SRV, o utilitário esportivo conta com uma boa lista de itens de série. Ar-condicionado, direção hidráulica, airbag duplo, freios com sistema anti-travamento (ABS), travamento central das portas e a terceira fileira de bancos são comuns a ambas as versões.


A configuração mais simples possui duas opções de transmissão (manual de cinco marchas ou automática de quatro velocidades), enquanto que a V6 conta com uma transmissão automática de cinco velocidades. As duas versões da SW4 a gasolina contam com suspensão independente nas quatro rodas, mas apenas a V6 possui tração permanente nas quatro rodas com reduzida.


A Toyota ainda não divulgou os valores oficiais das novas versões da SW4 a gasolina, o que deve acontecer nos próximos dias.

* Texto: Vitor Matsubara | Fotos: Divulgação
Revista Quatro Rodas.

>>> MAZDA AZ-WAGONi

Mazda lança minivan para deficientes físicos.
Pessoas portadoras de necessidades especiais (PNE) ganharam uma nova opção de mobilidade no Japão. Tudo graças a Mazda, que acaba de iniciar as vendas de uma versão reestilizada da minivan AZ-Wagon i. Entre os principais recursos oferecidos pelo modelo e voltados para esse tipo de público estão o assoalho mais baixo que os dos carros convencionais, e que facilitam o acesso de cadeirantes, e uma rampa retrátil de fácil manuseio. O veículo também possui uma ampla porta traseira que se abre completamente, corrimões em ambos os lados e cinto de segurança de três pontos. Alarme anti-furto também pode vir de série no veículo.


O AZ-Wagon i é baseado na minivan de mesmo nome lançada em setembro do ano passado no mercado japonês. O novo modelo custa 1,49 milhão de ienes ou US$ 15,5 mil (cerca de R$ 35,6 mil), na versão com três assentos; ou 1,52 milhão de ienes ou US$ 15,7 mil (aproximadamente R$ 36,2 mil), com quatro lugares. O AZ-Wagon i, assim como o AZ-Wagon, é oferecido com uma única opção de motor, um bloco de 660 cm³, de três cilindros, DOHC VVT, de tração dianteira. A transmissão é automática de quatro marchas.

* Portal Carsale.

segunda-feira, 23 de março de 2009

>>> VÍDEO DA SEMANA



Vídeo muito interessante com uma perspectiva curiosa: vários caminhões sendo filmados de dentro de uma pick-up durante uma viagem ao Alaska, na Dalton Highway, uma famosa estrada do estado norte-americano. Para quem achava que no Alaska só tinha neve...

>>> HERÓIS DO PASSADO

Ford Bronco
O jipe que abriu a porta para os SUVs atuais
No início, era um jipe. Nascido nas pranchetas da Ford para concorrer com os carros das marcas Jeep e International Harvest, na década de 1960, o Ford Bronco fez história ao longo de 30 anos no mercado norte-americano. E deixou saudades, afinal sua construção simples e robusta, mas que agradou seu exigente consumidor, deram gás a este utilitário entre 1966 e 1997.

Projeto diferenciado


O Ford Bronco, diferente de outros veículos do mercado, foi projetado com chassi, suspensão, corpo e alma próprios. Nasceu na fábrica de caminhões Ford em Wayne, Michigan, sob o comando de Donald N. Frey, Paul Axelrad e o lendário Lee Iacoocca (que também criou o Mustang).

No início, Iacocca orientou o projeto do utilitário para que tivesse conforto de automóvel, mas que fosse forte como um caminhão. E o carro também deveria ser barato, seguindo a estratégia do Mustang. Por isso deu trabalho a área de engenharia que desenvolveu eixos estreitos, freios específicos, bitola diferenciada, molas e todo um conjunto especial para a novidade. O objetivo era criar um veículo 4X4 destinado ao lazer.


O motor era um 6 cilindros em linha (conhecido como Straight-six) de 2,8 litros e 105 cv, este sim já conhecido, pois equipava o modelo Falcon. O Ford Bronco tinha câmbio manual, freios a tambor e um acabamento bastante simples.

As linhas exteriores também não eram atrativas, com grade simples, faróis redondos, ângulos retos e estranhas calotas que pareciam formar espirais. Na versão mais simples, custava US$ 2,194 mil dólares.


A publicidade apontava que a maior qualidade do Ford Bronco era a sensação única de dirigir um veículo 4X4: “Deixe o Ford Bronco trazer um novo estilo para sua vida”, dizia um anúncio da época.

Sucesso Imediato


O Ford Bronco fez um tremendo sucesso, principalmente entre as famílias que queriam um veículo diferente para viajar no final de semana e para enfrentar terrenos acidentados. Afinal, os grandes carros da época tinham suspensão muito confortável que chegava a ser incômoda, e o Bronco era uma alternativa interessante.

Logo após as primeiras unidades entregues, o público pediu por um motor de melhor desempenho e a Ford lançou a opção do V8 4,7 litros, que logo em 1968 seria substituído pelo motor V8 302, de 200 cv, que também viria a equipar o Maverick e a linha Galaxie no Brasil.


Com vendas crescentes, a Ford lançou uma série de acessórios para o Bronco como limpador de neve, reboque, molas auxiliares e uma série de outros mimos, que resultaram no lançamento da série Sport.

Em 1971, com a chegada do Bronco Baja, produzido por uma empresa da Califórnia que trazia direção hidráulica, câmbio automático, rodas largas e pintura especial, a Ford observou que esses opcionais também fariam bem ao seu utilitário. Em 1973 entrariam no catálogo da fábrica, disponível para todo o país.

O carro mudaria pouco nos anos seguintes, mas o suficiente para mantê-lo na frente em termos de vendas. Só perdia para a GM Blazer, que era bem mais confortável e potente, e por isso, mais cara. As mudanças cosméticas também tinham um motivo: a crise do petróleo que gerou impacto negativo nas vendas.

Novas Gerações

Em 1978, a Ford lançou o Bronco II, derivado da linha F-100. Equipado apenas com motores V8 (o 351 de 5,8 litros e também o motor 400, de 6,6 litros), e linhas totalmente renovadas (e ampliadas), o carro fez um sucesso de tremer a concorrência.

O novo Ford Bronco não era mais um jipinho, mas sim um full size 4X4 com grandes motores e incontáveis séries especiais.

Suas linhas eram modernas, com nova grade, faróis quadrados e muito conforto com bancos individuais, console, painel completo e uma série de itens de segurança. Para o consumidor havia a versão Custom, mais despojada; Ranger, para uso urbano com acabamento aprimorado e a Lariat, de luxo. Pouco a pouco, a Ford concluiu que o público gostava mais da versão wagon, que acomodava até seis pessoas, e que o perfil de uso do Bronco era mesmo o percurso urbano.


Logo em 1980 chegava a terceira geração do Ford Bronco. Sua maior mudança era o reposicionamento do modelo, que podia ter desde o motor 6 cilindros 4,9 litros até o V8 351 Windsor, com 5,8 litros. Nesta geração foi o primeiro utilitário a ganhar injeção eletrônica, em 1985. A idéia da Ford era conseguir concorrer com vários veículos, como os utilitários da Toyota, os modelos da Jeep e também com a temida Dodge Ram, que ganhava mais espaço no mercado a cada ano.

Em 1987 o Bronco mudou de novo, e para melhor, sem o exagero visto desde 1978. Com linhas mais retas e simplificadas, bem parecidas com a Ford Ranger e Explorer vendidas no Brasil. Em 1991 foi lançada a série especial 25 anos, com pintura exterior vermelha e interior cinza.


Em 1992 veio a última geração, que tinha linhas arredondadas, embora mantivessem a herança da simplicidade. O novo Bronco era mais seguro e incorporava até air bags laterais, mais o público preferia cada vez mais os SUV´s, confortáveis e fáceis de dirigir como automóveis, e robustos como utilitários.

Com isso, em 1996 a marca anunciou o fim da produção do Ford Bronco, e lançou ao mesmo tempo o modelo Expedition, SUV produzido até hoje.

Texto: Marcos Camargo Jr. / Webmotors.