quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

>>> CHEROKEE TECNOLÓGICO


Jeep Grand Cherokee ganha tecnologias semiautônomas no modelo 2020

Prestes a entrar em mais uma década, a quarta desde o lançamento mundial em 1992, o Jeep Grand Cherokee acaba de receber novidades importantes no modelo 2020 oferecido no mercado brasileiro. Utilitário-esportivo mais premiado do planeta e Jeep mais vendido de todos os tempos, passando de 5 milhões de unidades ao longo de quatro gerações, o topo de linha da marca passa a contar, de série, com um amplo pacote com tecnologias de assistência à direção.


O conjunto é formado por recursos até então inéditos para o modelo no país. Casos do controle adaptativo de velocidade com parada total (ACC), assistente avançado de frenagem, aviso de colisão frontal com frenagem ativa (FCW+), alerta de mudança de faixa com assistente de correção (LaneSense), sistema semiautomático de estacionamento paralelo e perpendicular (Park Assist) e monitoramento de pontos cegos (BSM).


O Jeep Grand Cherokee ainda exibe outras novidades no modelo 2020, como as rodas de liga leve de 20 polegadas com novo desenho e a opção de revestimento interno de couro bege, além do tradicional preto. Também foi reformulada a tela do sistema multimídia Uconnect. Com os mesmos 8,4” de antes, ela agora está ligeiramente mais próxima dos ocupantes, na mesma linha do painel. Isso ajuda na ergonomia e deixa o visual mais limpo. Lembrando que a central é compatível com Android Auto, Apple CarPlay e tem navegador GPS próprio.

Capacidade 4x4 com todo o conforto

O Grand Cherokee 2020 tem versão única, Limited Diesel, equipada com o eficiente conjunto mecânico formado pelo motor turbo diesel V6 de 3 litros, 241 cv e 56,1 kgfm combinado ao câmbio automático de oito marchas. A tradicional aptidão off-road líder da categoria é garantida pela tração integral Quadra-Trac II, com capacidade de subida (crawl ratio) de 44:1 com a reduzida acionada, podendo transferir 100% do torque para o eixo traseiro. Há ainda controle de descida (HDC) e sistema de tração Selec-Terrain com cinco modos: Auto (automático), Snow (neve), Sand (areia), Mud (lama) e Rock (pedra).


O SUV grande da Jeep tem outros destaques em sua longa lista de equipamentos, a exemplo de: apoios de cabeça dianteiros ativos, bancos dianteiros com ajustes elétricos, aquecimento e ventilação, banco traseiro com aquecimento, comutação automática de faróis (fachos alto/baixo), controle de oscilação de reboque (TSC), faróis com nivelamento automático, quadro de instrumentos com tela configurável de TFT de 7”, sistema de entretenimento traseiro com duas telas rebatíveis de 9”, duas entradas HDMI e dois fones de ouvido sem fio, som premium com 9 alto-falantes e subwoofer, tampa do porta-malas com acionamento elétrico, teto solar panorâmico e volante com ajuste elétrico de altura e profundidade, entre outros. Só de itens relativos à segurança, são mais de 70.


O Jeep Grand Cherokee Limited Diesel 4x4 2020 já está disponível pelo preço sugerido de R$ 359.990, nas cores sólidas branco e preto e nas metálicas cinza e prata.

* Press Release/FCA Group.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

>>> IMAGEM DA SEMANA


Chevrolet novo em folha...

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terça-feira, 3 de dezembro de 2019

>>> MADE IN BRAZIL


Agora nacional, Mitsubishi Eclipse Cross ganha duas versões

Pegando a todos de surpresa, os responsáveis pela operações da Mitsubishi no Brasil anunciaram nesta terça-feira (3) o início da produção local do Eclipse Cross na fábrica da empresa em Catalão (GO). Com a novidade, o modelo também adiciona duas novas versões para a gama, a GLS e a HPE, partindo de R$ 129.990.


Todas as versões seguem equipadas com o motor 1.5 turbo a gasolina de 165 cv e 25,5 kgfm de torque. A transmissão para todas as versões segue a automática CVT com a opção de 8 marchas pré-definidas no sistema. O Eclipse Cross segue oferecendo a opção de tração integral, porém somente na configuração topo de linha HPE-S S-AWC.

Bem equipado desde a nova configuração de entrada GLS, o Eclipse Cross nacional conta com rodas de liga leve aro 18”; ar-condicionado automático digital; airbags dianteiros, laterais, de cortina e para o joelho do motorista; controles de tração e estabilidade, central multimídia, acendimento automático dos faróis, sensor de chuva, câmera de ré, computador de bordo, entre outros recursos.


A partir da configuração HPE-S, o Eclipse Cross ganha o reforço de assistentes de condução mais avançados, como o monitoramento de pontos cegos nos retrovisores, piloto automático adaptativo, aviso de tráfego traseiro e o interessante UMS (Ultrasonic Misacceleration Mitigation System), que reduz as chances e o perigo de atingir obstáculos a até quatro metros, na frente ou atrás do veículo, caso o motorista pressione fortemente o acelerador por engano com o carro parado ou até 10km/h. entre vários outros recursos presentes nas configurações topo de linha do SUV. O Eclipse Cross HPE-S e sua variante com tração integral S-AWC ainda recebem o reforço do teto solar panorâmico, faróis em LED, limitador de velocidade, retrovisor eletrocrômico e os sensores de estacionamento dianteiro e traseiro.

A Mitsubishi destaca que a nova configuração intermediária HPE recebe um pacote de cromados que diferencia a versão da demais e ainda vem equipada com bancos de couro com aquecimento nos dianteiros e com regulagem elétrica para o motorista, chave de presença para abertura das portas e partida por botão, ar-condicionado automático com duas zonas de atuação, Head-up Display, freio de estacionamento eletrônico, Paddle Shifters e retrovisores retráteis.


O Eclipse Cross nacional conta com três anos de garantia e será oferecido nas cores Cinza Londrino, Prata Litio, Prata Cool, Marrom Laterita, Azul Baikal, Vermelho Lucid, Branco Alpino, Branco Fuji, Preto Ônix Pearl, Bronze Metálico, Azul Sporty Metálico, Cinza Titanium Metálico, Prata Sterling Metálico, Branco Pearl Perolizado, Preto Pearl Perolizado, além da Vermelho Diamond Tri-coat Metálica, desenvolvida exclusivamente para o HPE-S.

* César Tizo/Portal Autoo.

>>> NISSAN PAPAMÓVEL


Nissan apresenta seu primeiro Papamóvel

O Vaticano usa Papamóvel há mais de meio século, mas agora há finalmente um da Nissan. Usado pelo Papa Francisco durante sua visita às Ilhas Maurício no Oceano Índico, o último veículo adotado é baseado em uma picape NP300 relativamente humilde.


Para preparar a picape para sua santidade, o NP300 foi modificado atendendo especificações do Vaticano pela empresa ABC Coachworks. A Nissan não entrou em detalhes, mas as imagens revelam que a picape foi equipada com um toldo para proteger o pontífice de condições meteorológicas potencialmente adversas.

O NP300 também foi equipado com um pódio traseiro, uma cadeira montada na caçamba e vários corrimãos. Outras atualizações incluem a instalação de bandeiras e selos do Vaticano, bem como uma placa especial "SCV1", que é uma "abreviação do Latin Status Civitatis Vaticanae (Estado da Cidade do Vaticano)".


As atualizações foram supervisionadas pela Diocese de Maurício e foi uma tarefa bastante incomum para a ABC Coachworks, pois a empresa normalmente é especializada em construção de ônibus, bem como na modificação de veículos para uso policial, bombeiros e ambulâncias.

De acordo com Jim Dando, chefe de vendas e operações da Nissan África, a decisão de usar o NP300 foi "um testemunho fantástico da longevidade e popularidade duradouras do veículo em todos os mercados africanos". A empresa acrescentou que a picape agora será exposta permanentemente pela diocese local como um tributo à visita do papa à ilha. 


Embora apicape não seja particularmente fascinante, é apropriado para o Papa Francisco, que já havia dito que os padres deveriam dirigir carros humildes. Ele levou esse conselho a sério, pois o pontífice usou vários veículos discretos, incluindo um Dacia Logan, um Fiat 500L e um Skoda Rapid Spaceback .

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

>>> VÍDEO DA SEMANA


Um pouquinho do Bus Brasil Fest 2019, evento que ocorreu em São Paulo no último domingo...

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>>> KOMBI ELÉTRICA

Resultados da pesquisa

Resultados da Web


Volkswagen encomenda Kombi antiga com motor elétrico de Golf

Ao olhar para a segunda versão da Kombi, esperamos pelo motor 1.6 refrigerado a ar ou até pelo 1.6 diesel. Sem falar nas versões mais novas, todas equipadas com propulsor 1.4 refrigerado a água. Mas a Volkswagen da América do Norte fez um exemplar movido a eletricidade. Descontinuada no Brasil em 2013, bem que a van merecia uma sobrevida com esse tipo de motorização de emissão zero.


Feito sobre um modelo 1972 de segunda geração, aquele que veio logo depois da "corujinha", o projeto foi executado pela EV West, uma empresa da Califórnia especializada em conversão elétrica de veículos antigos e futuros clássicos. Eles não têm medo de polêmica e fizeram até o trabalho em um BMW M3 E36. 

Chamada de Kombi T2, a segunda geração foi lançada no exterior em 1967, mas demorou muito para chegar ao Brasil. Além do estilo com menos janelas e colunas, a VW da época se destacou pela porta corrediça. No nosso mercado, as alterações foram lançadas séculos depois e aos poucos. O modelo de 1976 ganhou o para-brisa envolvente e a nova frente, contudo, as janelas maiores e a porta corrediça chegaram apenas em 1997! Só 30 anos de espera. 


A motorização escolhida foi a do e-Golf, a versão elétrica do hatchback. A potência de 136 cv é mais do que o dobro gerado pelo último 1.6 a ar. Além disso, o torque de 29,6 kgfm é superior aos 25,5 kgfm oferecidos por um Golf 1.4 TSI.

Não precisa dizer que essa Kombi se transformou em um veículo de entregas rápidas. O objetivo foi evocar o estilo hot rod de algumas Kombis californianas. O desempenho não foi revelado, mas podemos esperar por zero a 100 km/h mais próximo dos 10 segundos do que dos 20 s, tempo que a original nem alcançava essa velocidade.


O alcance de 207 km poderia ser maior, sem dúvida, mas o objetivo era ter um conjunto motriz compacto para não interferir muito no arranjo interno da Kombi. O motor elétrico fica no mesmo espaço traseiro do quatro cilindros a ar, enquanto as baterias estão alocadas debaixo dos bancos dianteiros.

A transmissão manual de quatro marchas deu lugar a um câmbio de apenas uma velocidade, quase que padrão em todos os elétricos. A caixa automática tem posições Park, Ré, Neutro, Drive e… Brake, essa última encarregada do freio regenerativo, tecnologia que converte a energia gerada nas frenagens para recarregar as baterias.


No demais, não há diferenças visíveis em relação ao modelo antigo. O quadro de instrumentos é retrô e complementado por mostradores adicionais logo acima do painel. É um toque típico da personalização californiana. Todos os instrumentos são analógicos e iguais aos de série.

Até o freio de estacionamento em forma de alavanca foi mantido, da mesma maneira do diagrama com a ordem de marchas na tampa do cinzeiro. Só o pedal de embreagem foi dispensado. Até mesmo a tampa do tanque de combustível ficou onde está.


O grande barato é o fato da cabine estar com estado de conservação condizente com a idade do veículo de 47 anos. Os mostradores têm vidros envelhecidos e embaçados, enquanto o rádio tradicional não tem mais o botão sintonizador de canais.

Os truques de cena são eficazes apenas quando o carro estiver parado e desligado, afinal, o zumbido elétrico no lugar do ruído característico do boxer refrigerado a ar deixa claro que essa não é uma Kombi convencional.


A van ficou famosa como símbolo da contracultura. Adotada pelos hippies, a Kombi também é adorada por surfistas. É em homenagem a eles que há uma dançante bonequinha havaiana no painel. O simpático porta-objetos em treliça abaixo do painel é outro ponto saudosista, tal como o teto revestido de ripas de madeira.

Segundo o fundador e chefe da EV West, “fundir a tecnologia atual com a antiga é apenas uma maneira que podemos dar um passo para termos uma herança automotiva sustentável”. Será que outros vão converter seus veículos clássicos?

O lado mais curioso é que a própria Volkswagen curtiu a ideia: o I.D. Buzz, conceito que será lançado em 2021 como o sucessor da clássica Kombi, também aposta na motorização elétrica.

* Julio Cabral/Auto Esporte.

>>> NOVOS BOMBEIROS


Corpo de Bombeiros de São Paulo recebe 12 novos caminhões Volkswagen

O Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo acaba de receber 12 novos caminhões Constellation 17.280. O negócio é resultado de licitação conquistada pela Dibracam, concessionária VW Caminhões e Ônibus com sede em Santo André. Os veículos reforçam a frota de salvamento e combate de incêndios e serão divididos entre municípios de São Paulo.


Os caminhões Constellation 17.280 contam com transmissão automática Allison S3000, item fundamental para tornar a condução mais ágil, e que permite aos combatentes o foco em salvar vidas, contribuindo para a chegada da equipe de socorro o mais rápido possível. Além disso, associada à robustez dos Constellation, a caixa automática amplia a disponibilidade dos veículos, que têm que estar sempre a postos para qualquer emergência, noite e dia.

A motorização MAN D08 é destaque: o veículo dispensa o uso do aditivo Arla, o que resulta em mais agilidade na operação. A potência do propulsor é, ainda, uma importante aliada. Afinal, é por meio de sua força que é feito o recalque da água, conhecido também como bombeamento e, consequentemente, o combate aos incêndios.

“Os bombeiros são clientes muito importantes para a VW Caminhões e Ônibus. Estamos sempre no campo, mapeando as necessidades de cada operação para desenvolver veículos especiais. Trabalhamos sempre atentos às mais diversas demandas de cada segmento”, comenta Vinícius Arantes consultor comercial da VW Caminhões e Ônibus.


“O Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo é um cliente dos caminhões Volkswagen há muitos anos. É uma grata satisfação contribuir com um produto de alta qualidade e robustez reconhecida, que serve a um propósito tão especial”, comenta Roberto Nasser Junior, diretor comercial da Dibracam, concessionária que também promove ações de entrega técnica e treinamento sob medida para o Corpo de Bombeiros.

“Oferecemos treinamento técnico para garantir o máximo desempenho técnico, contribuindo na melhora no consumo para ampliar os resultados positivos no dia a dia da operação”, complementa.

* Press Release/MAN Latin America.