quarta-feira, 20 de maio de 2015

>>> SUZUKI S-CROSS


Suzuki S-Cross chega ao Brasil a partir de R$ 74,9 mil

A Suzuki lança no Brasil o S-Cross, nova geração do crossover SX4 produzida na Hungria. Com porte e aparência mais próximos à proposta de familiar com leve aptidão aventureira, convence pela qualidade de construção, pacote de itens de segurança e o sistema de tração nas quatro rodas All Grip, mas esbarra na rede de concessionárias (54 no país) restrita. O motor 2.0 16V de 145cv do modelo anterior foi substituído por um 1.6 de 120cv de menor consumo e eficiência, segundo o fabricante, aliado à redução de peso da carroceria – mote da marca japonesa ante elétricos e híbridos. Os preços partem de R$ 74.900 na versão GL equipada com câmbio manual, reajuste de quase R$ 8 mil sobre o SX4, que começava de R$ 67.490.
 
 
O design do S-Cross é funcional e se destaca pelos grandes faróis arredondados, amplo capô curvo e linha de cintura ascendente. Na versão topo de linha GLS há opção de combinações de cores entre teto e carroceria: a popular pintura saia e blusa. A carroceria cresceu 20cm e incorpora o uso de aços de alta resistência para os principais componentes estruturais. A estratégia possibilitou que o S-Cross conquistasse nota máxima para adultos, crianças e pedestres nos testes de impacto do Euro Ncap. O resultado geral é um conjunto esteticamente harmonioso, construído em inédita plataforma, mas menos ousado que o do SX4.
 
 
O habitáculo remete aos dos monovolumes, com console central em posição elevada e muitos porta-objetos. Apenas dois adultos viajam com conforto no banco traseiro, com dois pontos de fixação Isofix para cadeiras infantis. O teto é baixo e quem viaja no meio esbarra a nuca no encosto de cabeça. Na direção oposta ao aumento das dimensões, o porta-malas foi reduzido de 470 para 440 litros. Há, contudo, um nível inferior para se guardar objetos abaixo da tampa, além de dois compartimentos laterais.


Disponível a partir da versão intermediária GLX, o All Grip monitora a distribuição de torque nas quatro rodas em tempo real, prevendo uma potencial perda de controle de direção. Isso significa que o condutor terá sempre o carro à mão, numa função adicional aos controles de estabilidade e tração. “Onde tiver estrada ele vai”, garante o presidente da Suzuki do Brasil, Luiz Rosenfeld. São quatro os modos de uso do sistema: Auto, com alteração automática de 2WD para 4WD de acordo com o terreno e economia de combustível; Sport, que otimiza o torque e as trocas de marchas, transferindo torque para o eixo traseiro; Snow-Mud, melhorando o desempenho em pisos de baixa aderência, como lama; e Lock (4WD), que distribui o torque entre as rodas para uso fora de estrada.
 
 
A versão GL vem equipada de série com ar-condicionado de ajuste manual, airbags frontais, direção com assistência elétrica, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo, faróis de neblina, freios ABS, retrovisores externos com ajuste elétrico, rádio CD MP3 com bluetooth, volante multifuncional de couro com regulagem de altura e distância e rodas aro 16. Por mais R$ 14 mil, a versão GLX adiciona pacote mais compatível à faixa de preço: ar-condicionado automático de duas zonas, aletas para trocas de marcha no volante (paddles shift), airbags laterais e de cortina (totalizando seis bolsas), controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampas, partida sem chave, piloto automático, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, rack de teto, retrovisores rebatíveis e com setas incorporadas e rodas aro 17. Itens como faróis com LEDs, lavador de faróis, sensores crepuscular e de chuva, rack prata, retrovisor interno eletrocrômico, tela multimídia de oito polegadas com navegador integrado e teto solar panorâmico são exclusivos da GLS, que ultrapassa os R$ 105 mil.

IMPRESSÕES

Durante o lançamento foi possível avaliar o S-Cross com os dois tipos de câmbio. O CVT, com sete marchas simuladas, se comporta bem, mas o motor urra muito. De trocas suaves, apesar da alavanca pequena, o conjunto manual entrega excelente torque em baixa rotação. O baixo consumo médio agrada.
 
 
São 10 opções de cores, sendo uma sólida (vermelho, sem acréscimo de preço), quatro perolizadas (branco, branco/preto, bronze, bronze/bege) e cinco metálicas (prata, prata/preto, cinza, cinza/preto e preto). As combinações bronze/bege, prata/preto, cinza/preto e branco/preto são exclusivas da versão GLS, por mais R$ 1 mil. Os demais tons têm acréscimo de R$ 1.400.
 
 
A Suzuki planeja vender até 250 unidades/mês, volume modesto em relação aos concorrentes em faixa de preço Honda HR-V e Mitsubishi Outlander. “Procuramos trabalhar a satisfação do cliente”, sustenta Rosenfeld. Apesar da crise, a marca espera crescer de 20% a 25% no Brasil em 2015.

* Bruno Freitas/Estado de Minas.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

>>> VÍDEO DA SEMANA



Uma pequena visita ao America's Car Museum, localizado na cidade de Tacoma nos EUA, para apreciar a exposição de Volkswagens clássicos...

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>>> CARRO DE CINEMA


Novo Renault Espace é o carro oficial do Festival de Cannes 2015

Para o Festival de Cannes 2015, a Renault tem presença de prestígio no Bulevar de la Croisette. Neste ano, a marca apresenta uma novidade: os maiores atores, diretores, produtores e convidados VIP serão transportados até o tapete vermelho em um Novo Espace.


Durante a quinzena do Festival – de 13 a 24 de maio – a montadora de automóveis disponibilizará 200 unidades de seu modelo Novo Espace na versão Initiale Paris, especialmente adesivados com a Palma de Ouro para a ocasião. A parceria é reforçada por uma frota que vai aumentar ainda mais a visibilidade da imagem da marca, com 6 unidades do Captur, 4 Novo Twingo e 15 Renault Twizy, que estarão à disposição do grande público para test drive.


Comercializado desde o início do segundo trimestre deste ano, cuja campanha publicitária lançada em meados de abril é estrelada pelo ator Kevin Spacey, o Novo Espace se diferencia pelo conforto, materiais e riqueza dos equipamentos. Com a exclusiva assinatura Initiale Paris, este novo crossover concentra o melhor do know-how da Renault.


Parceira oficial do Festival de Cannes há 32 anos, a Renault compartilha os valores do cinema há mais de 110 anos. Associada ao prestígio e ao glamour, Cannes é um local de encontro indispensável para promover os novos modelos da marca frente às câmeras de todo o mundo.

NOVO ESPACE É PROTAGONISTA DA GAMA RENAULT

Comercializado desde abril de 2015, o novo crossover da Renault é oferecido em uma gama de modelos com quatro opções de acabamento: Life, Zen, Intens e Initiale Paris. Após uma seleção de elenco minuciosa, a versão Initiale Paris na cor metalizada Preto Ametista foi escolhida para estrelar como carro oficial do 68º Festival de Cannes!


A assinatura Initiale Paris encarna a visão do bem-estar e qualidade de vida a bordo sob o ponto de vista da Renault, cujos grandes diferenciais são o design característico, materiais e acabamentos de qualidade, conforto excepcional, ambiente acústico e térmico impecável, assim como a alta tecnologia discretamente integrada, sem contar o serviço de atendimento ao cliente baseado em um acompanhamento personalizado.

* Press Release/Renault Do Brasil.

>>> EXPOSIÇÃO MILITAR



Exposição apresenta jipes da Segunda Guerra Mundial em Belo Horizonte


Exposição sobre os 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial exibe dez viaturas militares em um shopping de Belo Horizonte. Além dos veículos, fotos, armas, uniformes e objetos de uso pessoal dos soldados são expostos ao público. Também é exibido o filme “A Estrada 47”, que conta a história de quatro pracinhas brasileiros na Segunda Guerra Mundial.


Os modelos pertencem a membros da Associação Brasileira de Preservadores de Viaturas Militares (ABPVM). Alguns exemplares são originais da Segunda Guerra Mundial e contam com as cores da Força Expedicionária Brasileira (FEB). São modelos da Willys e Ford, fábricas que produziram os famosos jeeps durante o confronto. Há ainda uma Willys Rural, utilizada pelo Exército Brasileiro nas décadas de 60 e 70.


Os demais objetos fazem parte da coleção do Museu da FEB de Belo Horizonte. Inaugurado há mais de 20 anos, reúne rico acervo sobre o conflito com doações feitas pelos próprios veteranos de guerra.

* Thiago Ventura/Portal Vrum.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

>>> LINK DA SEMANA


Conheça um pouco sobre o novo lançamento da editora Planeta DeAgostini, uma interessante coleção de revistas (fascículo e miniatura) sobre caminhões brasileiros do passado...

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>>> GERAÇÕES DE KOMBIS


Gerações de Kombis marcam família carioca

A paixão e as aventuras de uma família através das gerações. É assim o relato de André Luis, internauta do Rio de Janeiro, ao falar da importância da sua "companheira" Kombi - veículo presente na família por mais de 40 anos. O modelo da Volkswagen, que saiu de linha no final de 2013 devido à exigência de airbags e freios ABS, convive com ele desde a infância.


O amor pela perua começou desde de pequeno, aos 5 anos. "Meu pai, construtor, comprou sua primeira Kombi em 1969. Era uma Kombi 1962, 1.200 cc de cilindrada, 6 volts e sua cor original, era cinza e branco. Era de luxo, toda forrada internamente e com acabamento externo com detalhes cromados". A lembrança da Kombi na época ficou registrada na memória de André pelos passeios familiares em Iguaba, no litoral da Região dos Lagos.

Já nos anos 1970, os pais de André resolveram trocar o veículo e escolheram um novo modelo - compraram uma Kombi 1967, cor azul pastel, mais moderna, com motor de 1.300 cc, 12 volts e com 4 janelas traseiras. Em 1972, já com melhores condições, e ainda com paixão pelo tipo de veículo espaçoso, a família resolveu comprar uma Kombi 0 km.

"Sentíamos o cheirinho de Kombi nova e foram momentos inesquecíveis. Era uma de 1.500 cc, 12 volts, de luxo, vermelha e branca e com parachoques brancos e garras tubulares. Nesta época eu já tinha 8 anos de idade. Foi ai que tive o privilégio de aprender a dirigir o primeiro carro da minha vida".

A perua foi se tornando um membro - um integrante da família de André, de modo que, sempre que seus pais trocavam o veículo, era por uma Kombi nova. "Em 1980, compramos uma nova Kombi 0 km, cor verde indaiá e branco. Era feita por encomenda, pois estas eram escolhidas em catálogos".

Entretanto, após cinco anos, o destino a Kombi se separar da família de André - "em 1985, a kombi verde pegou fogo e não restou nada para contar história", lembra.


André ficou 12 anos sem dirigir uma perua por conta do trauma até que em 1997, com a necessidade de trabalho no ramo da construção, resolveu comprar uma Kombi para "reavivar" sua paixão e ajudar no emprego. Junto com a ajuda do filho, ele personalizou uma Kombi 1992 com pintura bicolor cinza e branco, som amplificado e aros das rodas cromados. "Todos da família curtem muito, pois é, e sempre será, o melhor carro para todos nós".

* André Luis Guimarães/Portal G1.

>>> MAIS POTÊNCIA E TORQUE


Sprinter Street da Mercedes-Benz ganha mais potência e torque

A Mercedes-Benz lança no mercado brasileiro uma nova versão de seus consagrados furgões e chassis da linha Sprinter 311 CDI Street. Estes veículos comerciais leves, com 3,5 toneladas de PBT, são registrados como caminhonetes, podendo, portanto, ser conduzidos por motoristas com carteira de habilitação da categoria B. Além disso, têm permissão para circular livremente pelas vias das grandes cidades, mesmo em zonas de restrição.


O grande destaque desse lançamento é a nova classe de potência do motor da Sprinter 311 CDI Street. Atendendo às demandas dos clientes e do mercado, o consagrado OM 651 CDI ganhou 12% a mais de potência (129 cv, contra 114 cv da versão anterior) e 7% a mais de torque (30,5 kgfm@1200-2400 rpm, frente a 28,5 kgmf da versão anterior). Isso significa melhores arrancadas e retomadas, com mais agilidade no trânsito e maior rapidez nas entregas.

“Com esse desenvolvimento, visamos aumentar ainda mais a eficiência do motor OM 651, buscando também reduzir as emissões de poluentes”, afirma Carlos Garcia, gerente sênior de Vendas e Marketing da Sprinter no Brasil. “Para tanto, trouxemos uma solução já utilizada na Europa e em outros países, que é a combinação dos sistemas EGR (Recirculação dos Gases de Escape) com o SCR (Redução Catalítica Seletiva), atendendo assim à legislação brasileira do Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores (PROCONVE L6), norma que regula a categoria de veículos à qual se enquadra a Sprinter Street”.

O tanque de ARLA 32 do sistema SCR, incluindo a tubulação de abastecimento, está localizado no lado direito do veículo, dentro do compartimento do motor. A capacidade máxima do tanque é de 18 litros e o nível do volume pode ser visto no painel de instrumentos quando o volume atingir 25% de sua capacidade.

Sprinter Street pode circular livremente em zonas de restrição

Os furgões e chassis Sprinter 311 CDI Street posicionam-se entre os modelos mais vendidos da linha de veículos comerciais leves de 3,5 a 5t da Mercedes-Benz. Eles são reconhecidos no mercado por sua robustez, desempenho e versatilidade de aplicações.


Devido à permissão para circular livremente pelas vias das grandes cidades, mesmo em zonas de restrição, os proprietários podem utilizar a Sprinter Street para o trabalho a qualquer hora do dia e em qualquer área da cidade, respeitando apenas regras de circulação municipais, tais como o rodízio de placas na cidade de São Paulo. Isso resulta em mais disponibilidade para o transporte e, consequentemente, maior lucratividade para o cliente e mais vantagens logísticas para o segmento.

A mais completa oferta de veículos comerciais leves

Com um amplo portfólio de mais de 50 modelos – que também inclui vans para transporte de passageiros – a família de veículos comerciais leves Sprinter é formada pelas versões 311 CDI Street (PBT de 3,5 toneladas), 415 CDI (3,88 toneladas) e 515 CDI (5 toneladas).

Assim como todos os veículos Sprinter 311 CDI Street, algumas versões dos furgões e chassis Sprinter 415 CDI e 515 CDI atendem à legislação VUC de São Paulo, com os clientes podendo circular nas áreas de restrição.

“A Sprinter se posiciona como um grande parceiro dos nossos clientes, levando-os sempre à frente em seus negócios de transporte de carga ou de passageiros, comércio e prestação de serviços”, afirma Carlos Garcia. “Ela assegura ampla versatilidade no transporte, com excepcional agilidade no trânsito e uma excelente capacidade de carga, sendo indicada para o segmento urbano e os curtos percursos metropolitanos e rodoviários”.

A Sprinter também tem se destacado exemplarmente pela oferta de soluções inovadoras e customizadas para uma ampla diversidade de aplicações. Ela é referência de mercado em qualidade, tecnologia, conforto, segurança e reduzido custo operacional, contribuindo para produtividade e rentabilidade de empresas de transporte, autônomos e empreendedores.

* Press Release/Mercedes-Benz do Brasil.