quarta-feira, 4 de maio de 2016

>>> GOOGLE CHRYSLER


Google e FCA iniciam parceria para desenvolver carros autônomos

A Fiat Chrysler Automobiles (FCA) e o Google anunciaram nesta quarta-feira (4) uma parceria para o desenvolvimento de carros autônomos. O modelo escolhido para receber a tecnologia de direção autônoma do Google é a minivan Chrysler Pacifica híbrida. “Trabalhar com a Google representa para a FCA uma oportunidade de parceria com uma das companhias líderes mundiais em tecnologia para acelerar o ritmo da inovação na indústria automobilística”, disse Sergio Marchionne, CEO da FCA. “A experiência que ambas as empresas vão acumular será fundamental para trazer soluções tecnológicas no setor automotivo, de grande impacto e benefício para os consumidores”, acrescentou.


A FCA irá desenvolver inicialmente 100 unidades do modelo especificamente para esse experimento. As minivan em questão receberão um conjunto de sensores e computadores necessários para a condução autônoma. Os carros serão colocados para rodar em testes ainda este ano, primeiramente em um campo de provas antes de circular em vias públicas. No comunicado oficial, a Fiat faz questão de ressaltar que as responsabilidades de engenharia serão compartilhadas com base no conhecimento específico de cada companhia.


Vale ressaltar que o Google também mantém outras parcerias para desenvolvimento de carros autônomos. Durante os sete anos do projeto, os veículos da frota de teste dirigiram de forma autônoma 2,4 milhões de quilômetros em vias públicas, e estão atualmente sendo testados nos Estados Unidos em Mountain View (Califórnia), Austin (Texas), Kirkland (Washington) e Phoenix (Arizona). Para se ter uma ideia, os carros autônomos são capazes de evitar mais de 33 mil mortes que ocorrem a cada ano nas rodovias dos Estados Unidos, 94% das quais causadas por erros humanos.

* Redação/Carsale.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

>>> VÍDEO DA SEMANA



De cabeça pra baixo?!

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>>> COLECIONANDO FNM


O colecionador que já acumula 27 caminhões - e vai para o trabalho com eles!

Dizem que uma das razões para o sucesso urbano dos SUVs é a posição mais alta de dirigir. Pode ser. Mas certamente isso não está entre as justificativas para um empresário paulistano adotar o caminhão como seu meio de transporte preferido. Na contramão da tendência do downsizing e dos compactos e econômicos carros urbanos, o programador Osvaldo Tadeu Strada, 58 anos, não abre mão de ir trabalhar ao volante de um de seus 27 caminhões, 22 deles da marca FNM, o primeiro fabricado no Brasil.


Produzidos durante 35 anos - a partir da década de 50 - pela Fábrica Nacional de Motores, os FNM eram equipados com motores Alfa Romeo e tornaram-se populares em nossas estradas, conquistando a fidelidade de muitos caminhoneiros. Entre eles, o pai de Osvaldo, que o influenciou na paixão pela marca e pelo mundo dos pesados. "Meu pai ensinou todos em casa a dirigir FNM: minha mãe, as três irmãs e eu."

O colecionador já chegou a atravessar a cidade de São Paulo todos os dias de caminhão, já que mora na Serra da Cantareira (zona norte) e tem escritório na Chácara Santo Antônio (zona sul). "Atualmente, vou uma vez por semana de caminhão, devido à restrição de circulação", diz Strada. "Sem dúvida, me acham um maluco, mas é uma verdadeira satisfação."

Brinquedo Grande

A coleção começou em 2000, com um caminhão baú, mas só no ano seguinte realizou o sonho de adquirir um FNM, que por coincidência encontrou na rua onde morava, na Vila Maria, zona norte. "Como estava muito deteriorado, paguei apenas 5 000 reais, mas nunca fiquei tão feliz com uma aquisição. Tratava-se de um D 11 Standart 1965 prata", diz Strada, que já começou a circular pela cidade com o "novo" brinquedo.


No mesmo ano, ao sair para trocar sua Hilux antiga por uma zero-quilômetro, resolveu comprar um cavalo mecânico da Volvo na concessionária em frente. "E para explicar para minha esposa que tinha trocado o carro por um caminhão", diz Strada, que passou a usar o veículo como carro de passeio.


Ele achava que era o único que colecionava caminhões, até que soube de um evento chamado Alfa Day, que reunia os aficionados por Alfa Romeo. "Fui com o FNM prata, o único na época, no encontro realizado em 2004 na cidade de Avaré e fiquei satisfeito ao encontrar outros admiradores de FNM."


A partir daí, começou a comprar um atrás do outro. Em 2006 sua coleção já somava 15 caminhões e ele teve de arrumar um jeito para guardá-los. Como tinha uma chácara em Pilar do Sul, interior de São Paulo, decidiu construir um galpão de 1.600 metros quadrados. No mesmo ano, contratou um funileiro apenas para restaurar os caminhões e decidiu investir na formação do caseiro da chácara para que pudesse cuidar de seu acervo de maneira mais criteriosa. "Atualmente, financio uma faculdade de engenharia para que ele possa aperfeiçoar os sistemas mecânicos dos FNM."

Como viaja bastante com os caminhões, aprimora os motores sem ficar preso a purismos. "Altero a compressão e atualizo os componentes", afirma Strada, que divide sua coleção em dois segmentos: os caminhões para exposição, aqueles que mantêm a mecânica original, e os para circular regularmente.


Em sua chácara há uma verdadeira linha de montagem, com direito a áreas de funilaria, pintura e mecânica, além de estoque suficiente para montar dez caminhões FNM. "O caminhão é reconstruído", diz Strada, que também se preocupa com o acabamento, instalando revestimento de couro nos estofamentos, nos painéis de instrumentos e nas maçanetas originais. Cada restauração leva um ano e meio para ser concluída.

O galpão conta ainda com um mezanino com seis suítes para hospedar os amigos que chegam de FNM. Segundo Strada, a grande satisfação de ter entrado nesse ramo foram as amizades verdadeiras que conquistou e por isso quer sempre cultivá-las.


Em 2007 resolveu lançar o site AlfaFNM, para resgatar a história da marca. "A intenção é mostrar para as novas gerações a importância da fábrica na história do nosso transporte. O portal já recebe 700 000 visitas por ano."

FNM

A Fábrica Nacional de Motores (FNM) foi inaugurada em 1942 na cidade de Duque de Caxias (RJ). Até 1948 ela produziu, principalmente, motores aeronáuticos. Em 1950 a FNM foi vendida para Alfa Romeo. Em 1952 lançou o FNM D-9500, que foi bem aceito graças a sua robustez. Em 1972, apresentou o FNM 180 e 210. Em 1976 a Fiat comprou a marca e encerrou a produção em 1979, passando a fabricar o Fiat 190.
* Isadora Carvalho/Quatro Rodas.

>>> BLACK CRYSTAL


Empresa dos EUA transforma Mercedes-Benz Classe V em um jato executivo sobre rodas

Se você acha que o modelo classe S da Mercedes-Benz é o máximo em luxo e conforto, você ficaria surpreso ao ver o que a LARTE Design, empresa da Califórnia, fez com a van classe V da montadora alemã. Graças à sua cabine espaçosa e o amplo “salão” na parte traseira, o Classe V pode ser a base perfeita para um luxuoso espaço vip, especialmente a variante alongada L3. Denominada "Black Crystal", a van é um verdadeiro jato executivo sobre rodas.


Este tipo de veículo sob medida é muito popular entre os políticos, artistas, empresários e pessoas bem sucedidas em geral. São perfeitos para locomoção entre as reuniões, concertos e eventos de negócios, ao mesmo tempo que oferece privacidade e conforto para até mesmo os indivíduos mais exigentes.


É por isso que LARTE Design decidiu elevar o nível com um expressivo body-kit, que aumenta ainda mais o apelo visual do veículo. Possui para-choque traseiro feito de material resistente e decorado com elementos de fibra de carbono; o para-choque dianteiro foi sutilmente sublinhado por dois cristais Swarovski pretos, simbolizando o nome do pacote de ajuste. A lista de atualizações também inclui o mais recente desenvolvimento nas lentes dos faróis, tais como luzes de nevoeiro com elementos ópticos duplos e luzes diurnas de LED, que se tornaram um recurso de design típico da empresa. O preço da customização não foi divulgado.

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sexta-feira, 29 de abril de 2016

>>> LINK DA SEMANA


Conheça a história de Sergio Bispo e a "Kombosa Seletiva"...

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>>> HENNESSEY SUPERCHARGED


Hennessey transforma SUV de 2,5 toneladas em esportivo de 659 cv

A preparadora Hennessey é famosa por preparar e extrair grande potência de esportivos acessíveis a modelos de alto desempenho do mercado norte-americano. Mas eles também colocam a mão em modelos mais “familiares”, como num gigante GMC Yukon XL Denali, utilitário full-size de luxo vendido no valor de US$ 68.025 nos Estados Unidos.


Disponível para venda exclusivamente nas versões equipadas com o motor V8 6.2, com 425 cv e 63,6 mkgf de torque originais, o pacote HPE650 Supercharged aumentou a potência do Yukon XL Denali para 659 cv e generosos 91 mkgf de torque. O conjunto funciona atrelado ao câmbio automático de oito velocidades, que leva a “barca” de 2,5 toneladas a alcançar números dignos de esportivos: aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 4,5 segundos e arrancada de 402 metros completada em 12,9 segundos.


O utilitário alcançou esses números de desempenho graças à implantação de compressor mecânico, intercooler de alto fluxo, escape em aço inox e nova central eletrônica HPE, tudo devidamente testado em dinamômetro e na pista. O pacote da Hennessey engloba discretas novidades em relação ao visual, como plaqueta de identificação com número de série no motor, além de badges “HPE650”, “Supercharged” e “Hennessey”, nas portas dianteiras, capô e na tampa traseira do modelo, incluindo um "orgulhosamente feito nos EUA". Opcionalmente, o utilitário pode receber rodas de 22 polegadas calçadas em pneus 285/45 e freios dianteiros Brembo com discos de 15 polegadas.


A Hennessey oferece garantia de três anos ou 36.000 milhas (58.000 km) para quem quiser instalar o pacote no enorme SUV.

* Diego Dias/Quatro Rodas.

>>> OROCH EXPEDITION


Aventura internacional vai percorrer sete países e mais de 11.000 km

A bordo de duas inovadoras picapes Duster Oroch, que criou um segmento no Brasil, três aventureiros saíram da fábrica da Renault em São José dos Pinhais (PR) em uma aventura de 30 dias que vai passar por sete países e percorrer mais de 11 mil quilômetros rumo à Colômbia. A expedição vai destacar toda a robustez e versatilidade da SUP (Sport Utility Pick-Up) Duster Oroch, que traz entre os seus diferenciais a suspensão traseira multilink – muito útil para encarar os diversos tipos de terrenos durante a expedição garantindo o máximo de conforto para os passageiros e dirigibilidade seja com a caçamba vazia ou carregada.


A Oroch Expedition ainda vai ressaltar a integração da Renault na América do Sul, região onde a marca francesa tem muita tradição. A jornada passará pelas quatro fábricas da Renault no continente: Complexo Ayrton Senna (Brasil), Santa Isabel (Argentina), Los Andes (Chile) e Sofasa (Colômbia). A expedição é capitaneada pelos jornalistas Antonio Meira Jr. e Gustavo Acioli, além do fotógrado Eugeniusz Kowalski. Durante o trajeto, se juntarão à expedição outros jornalistas de diferentes países da América do Sul, que participarão de alguns trechos do roteiro. A equipe de jornalistas vai registrar todos os detalhes da aventura pelos sete países com fotos, vídeos e textos e publicar nos canais sociais da Renault durante a viagem.

ROTEIRO

A largada da Oroch Expedition aconteceu na fábrica de São José dos Pinhais no dia 26/04. A picape é fabricada nesta unidade e exportada para a Colômbia e Argentina e chegará a outros países ainda em 2016. Durante a visita ao complexo fabril da Renault, os aventureiros puderam conversar com engenheiros que participaram do desenvolvimento da picape. Os jornalistas ainda puderam ver de perto o show car Duster Oroch, uma interpretação da marca de uma picape derivada de um SUV (Sport Utility Vehicle) que foi concebido pelo Renault Design América Latina (RDAL) e mostrado pela primeira vez no Salão de São Paulo de 2014.


A expedição segue pelo Uruguai e chega à Argentina, país onde a Duster Oroch começou a ser comercializada em cinco diferentes versões na última quinta-feira (21). Ao passar pela região de Córdoba a expedição fará uma parada estratégica na fábrica da Renault de Santa Isabel, onde algumas parte do carro foram desenvolvidas.


No Chile, a Oroch Expedition faz mais um ‘pit stop’ na fábrica de Los Andes, onde são produzidos os câmbios de diversos modelos da Renault, entre eles os da própria Duster Oroch. As duas picapes da expedição se despedem do país andino e vão para o Peru, sobem para o Equador e finalmente chegam à Colômbia. A expedição termina na fábrica da Sofasa, na Colômbia, onde são fabricados alguns carros como o Clio, Sandero e o Duster, e onde a Duster Oroch é vendida desde janeiro.

SOBRE A DUSTER OROCH

A Duster Oroch é uma picape robusta, cabine dupla, com quatro portas, excelente espaço para cinco passageiros, caçamba generosa e com tamanho na medida certa. A picape é perfeita para quem procura liberdade e não abre mão de grande espaço interno e da versatilidade de uma picape, seja para o trabalho ou para o lazer.


Derivada de um verdadeiro SUV, o Renault Duster, a picape foi desenvolvida pela RTA (Renault Tecnologia Américas), que tem o objetivo de desenvolver produtos voltados às necessidades e ao perfil do consumidor latino-americano. O modelo traz suspensão traseira multilink em todas as versões e dirigibilidade aprimorada para oferecer uma condução precisa e segura como a de um carro de passeio, tanto com a caçamba vazia quanto carregada. No total, foram 4.800 horas de desenvolvimento e 720 mil km de testes na França, Brasil e Argentina.

* Press Release/Renault do Brasil.