segunda-feira, 16 de julho de 2018

>>> VÍDEO DA SEMANA



Ford Focus Estate 2019...

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>>> ELETRA NA LAT.BUS


Líder em tecnologia, Eletra exibe na Lat.Bus ônibus com os conceitos elétrico puro e hibrido

Com um novo conceito de ônibus, que reúne as tecnologias totalmente elétrica e híbrida, a Eletra vai participar da Lat.Bus & Transpúblico 2018, Feira Latino-americana do Transporte, que será realizada de 31 de julho a 2 de agosto, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. A empresa, pioneira no desenvolvimento e produção de ônibus elétricos e híbridos no País, apresentará o Dual Bus, novo conceito de veículo elétrico/híbrido já em utilização pela Metra Transportes, no Corredor ABD, na Grande São Paulo.

 O Dual Bus é considerado a melhor proposta tecnológica para o transporte urbano por poder circular em diferentes configurações, como híbrido, trólebus e híbrido ou elétrico puro. Configurado para circular no Corredor Metropolitano ABD, operado pela Metra Transportes, possui 13,2 metros de comprimento e capacidade para transportar 82 passageiros.

Possui motor elétrico desenvolvido pela WEG e gerador formado por um motor veicular movido a diesel OM 924 Série A Euro V desenvolvido pela Mercedes-Benz especialmente para o projeto. É equipado com moderna transmissão automática Alisson, que facilita a tarefa do motorista e traz conforto aos passageiros. As mudanças de marcha e velocidade ocorrem suavemente, sem trancos, mesmo com o veículo lotado e numa pista em aclive.


O veículo é movido por um avançado conjunto de 193 baterias de lítio, ligadas em série, instaladas em quatro compartimentos sobre a capota. Na versão Elétrico Puro, essas baterias permitem uma tração silenciosa, macia e potente. O Dual Bus desliza suavemente sobre a pista, sem descarregar qualquer tipo de material poluente na atmosfera

Conectado à rede aérea, como trólebus, não emite nenhum tipo de gás poluente na operação. O mesmo veículo, entretanto, pode operar sem depender da rede aérea quando for selecionado o modo elétrico-híbrido. Neste modo, o funcionamento de um motor gerador a diesel ou biodiesel alimenta o motor elétrico. 

A tecnologia é de ônibus híbrido em série, ou seja, ambos os motores. O elétrico e o propulsor a combustão funcionam juntos constantemente, mas é só o motor elétrico que faz o ônibus se mover. Como o motor diesel só serve para a geração de energia, pode ser de menor cilindrada que o propulsor convencional de um ônibus, gerando menos poluição e ruído. O resultado é a redução de emissão de poluente de 95% em relação à de um ônibus a diesel comum.

Por essa característica, o motor desenvolvido para o projeto é um diesel de 7 litros em vez do tradicional de 12 litros. Também é possível que o veículo opere apenas com a energia armazenada nas baterias, independentemente de rede área e da geração do motor de combustível fóssil. Desta forma, o modelo reúne as tecnologias de elétrico puro e trólebus.

O modelo híbrido proporciona também a vantagem de reduzir significativamente a emissão de poluentes e pode chegar a zero na operação com o motor gerador desligado. Na versão híbrida o consumo de combustível tem redução de 28%. Como elétrico puro ou trólebus, além da emissão zero, consome 38% menos energia pela eficiência da frenagem regenerativa.

O Dual Bus não exige investimento em infraestrutura de recarga para as baterias porque quando opera como híbrido ou elétrico as baterias são recarregadas nas frenagens por meio de um sistema conhecido como kers, sigla em inglês que identifica a recuperação de energia cinética.

Quando o freio é acionado o motor elétrico vira um gerador de energia que seria desperdiçada nas frenagens, reaproveitada e armazenada no banco de baterias. O ônibus pode percorrer até 20 quilômetros como elétrico puro, utilizando apenas a energia das baterias.

* Press Release/Eletra - Tecnologia de Tração Elétrica.

>>> CLONE ELÉTRICO


Clone elétrico do Suzuki Jimny
custa tanto quanto um Chery QQ

O Suzuki Jimny já tem nova geração no Japão, mas a chinesa Dayang garantiu que o modelo anterior tivesse sobrevida no país (como clone, é claro!). O site do fabricante não revela muitos detalhes do Chok-G1, que parece ser um pouco menor que o utilitário original, apesar de manter as proporções.


Diferentemente da fidelidade da carroceria, a cabine ganhou linhas próprias, com direito à alavanca de câmbio no alto do painel, entre as saídas de ar. De acordo com o CarNewsChina, a “novidade” se encaixa na categoria de veículos elétricos de baixa velocidade (chamada de LSEV, na sigla em inglês).


São apenas 8 cv de potência, capazes de levar o mini-Jimny aos 46 km/h de velocidade máxima e atingir a autonomia de até 200 quilômetros por carga.


O Chok-G1 custa até 51.800 yuanes (cerca de R$ 30.000 em conversão direta). No Brasil, o Chery QQ é o modelo mais barato à venda: R$ 27.990.

* Henrique Rodriguez/Quatro Rodas.

domingo, 15 de julho de 2018

>>> RAPTOR NA TAILÂNDIA


Ford inicia a produção da
Ranger Raptor na Tailândia

A Ford iniciou a produção em série da Ranger Raptor, picape off-road de alto desempenho inspirada na F-150 Raptor, na fábrica de Rayong, na Tailândia. O modelo especial será vendido em mercados da Ásia-Pacífico que usam a direção do lado direito.


Desenvolvida pela Ford Performance, a Ranger Raptor cria uma nova referência no segmento de picapes médias fora de estrada, com recursos que garantem máximo desempenho em diferentes tipos de terreno. Seu porte é destacado pela altura elevada do solo (28,3 cm), pela bitola mais larga (2,10 m) e pelos excepcionais ângulos de entrada e saída (32,5° e 24°, respectivamente).

Tem também suspensão dianteira e traseira reforçada com amortecedores Fox e sistema de gerenciamento de terreno com seis modos de rodagem, incluindo o modo Baja que aumenta a resposta do acelerador para off-road em alta velocidade. Seu motor 2.0 diesel biturbo de quatro cilindros gera uma potência de 213 cv e torque de 51 kgfm, com transmissão automática de 10 velocidades.


Para muitos fãs do off-road ao redor do mundo, a ideia de levar o conceito da F-150 Raptor para a Ranger, mais leve e ágil, era um sonho. Durante o seu desenvolvimento a nova picape rodou no deserto do Outback, na Austrália, e depois foi testada na Califórnia, nas mesmas trilhas do deserto onde nasceu a F-150 Raptor.

“É o terreno mais difícil que pudemos encontrar, no mesmo nível das competições de Baja 1000 e do Rally Dakar”, diz Hermann Salenbauch, diretor global da Ford Performance. “É a melhor área do mundo para testar uma picape como essa: se ela sobreviver lá, pode sobreviver em qualquer lugar. A Ranger Raptor excedeu as expectativas e vai mudar para sempre o modo como o mundo define as picapes médias.”

* Press Release/Ford Motor Company Brasil.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

>>> LINK DA SEMANA



Matéria sobre a XXV Fenajeep e o 14º Encontro Nacional de Viaturas Militares, ocorridos em junho na cidade catarinense de Brusque...

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>>> TIGGO 7


Tiggo 7 é a arma da Caoa-Chery 
para enfrentar o Jeep Compass

Aqui, você vai conhecer um pouco do Chery Tiggo 7, que chegará para disputar no andar de cima, com SUVs de porte médio. Ele tem 4,50 m de comprimento, entre-eixos de 2,67 m e comporta 414 litros no porta-malas com os bancos traseiros em posição normal. Como o Chery Tiggo 4, o 7 foi avaliado brevemente nas dependências da Chery, na China, em uma pista plana, com excelente asfalto e composta por uma reta de cerca de 1 km e uma pista circular.


Deve chegar junto com o Tiggo 4 e com o Arrizo 5, às vésperas do Salão do Automóvel, em novembro. E complementará a linha Caoa-Chery no Brasil para este ano. Como o 4, o Tiggo 7 será fabricado em Anápolis (GO). Lançado em 2016, o Chery Tiggo 7 foi o primeiro Chery montado sobre a base modular TX1, construída em colaboração com a Jaguar-Land Rover, associada da Chery na China (os modelos da marca anglo-indiana para o mercado chinês são montados na fábrica da Chery, em Wuhu). Criada para comportar todo tipo de carroceria com entre-eixos entre 2,56 e 2,80 m, a TX1 será a base para o Tiggo 9, uma minivan e um modelo elétrico.


A base mecânica do Chery Tiggo 7 é a mesma do 4 – motor 1.5 turbo (que no Brasil, com a alternativa flex, terá pouco mais de 150 cv e de 21,4 mkgf ) e câmbio automático de dupla embreagem e 6 marchas. É aí que reside o problema: enquanto no SUV menor a relação entre peso e potência é de 9,17 cv/kg aproximadamente, no Tiggo 7 a conta sobe para 9,60 cv/kg. O acréscimo é sentido nos primeiros metros: as reações são mais lentas e, por conta da relação mais longa da transmissão, as retomadas são mais morosas. Dados de fábrica indicam que a velocidade máxima é de 185 km/h.


Fica claro que será um crossover voltado para o conforto. A suspensão independente nas quatro rodas, foi calibrada para a maciez de rodagem: enquanto o Tiggo 4 se mantém fi rme em curvas fechadas feitas em velocidade, o Chery Tiggo 7 tende a rolar com mais facilidade.


Os bancos, no entanto, oferecem bom apoio lateral e são confortáveis. É um carro para cinco passageiros: o banco traseiro oferece bom espaço para as pernas e cabeças de dois adultos. É um SUV de 1,83 m de largura, mesmo valor do Tiggo 4. Em contrapartida, tem 3 cm a mais na altura.

Um dos pontos altos do SUV é o bom isolamento acústico – com os vidros fechados, mal se percebe o funcionamento do quatro cilindros e os ruídos de rolamento são imperceptíveis. Márcio Alfonso, CEO da Caoa- -Chery, diz que o mesmo capricho será adotado no modelo nacionalizado. E, como no Tiggo 4, alguns excessos de acabamento serão substituídos para padrões mais ao gosto do brasileiro.


É um carro completo em equipamentos de conforto, conectividade e de segurança e com desenho mais atraente que o do Tiggo 4. Os destaques são os curtos balanços dianteiro e traseiro e o caimento suave do teto. Preço? Espere algo ao redor de R$ 85 mil. 

* Luiz Guerrero/Car And Driver Brasil.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

>>> PROPAGANDA


Chevrolet Suburban 1975.

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