sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

>>> AGRALE 8500 TR

A Agrale lança o caminhão Agrale 8500 TR, seu primeiro cavalo-mecânico.
A Agrale lança o seu primeiro cavalo-mecânico, o caminhão Agrale 8500 TR, o menor caminhão com quinta roda produzido no Brasil. Atenta às necessidades e oportunidades do mercado, a montadora desenvolveu um veículo para atender, principalmente, a demanda dos CFCs (Centro de Formação de Condutores) e das Auto-escolas para treinamento e habilitação na categoria E (motoristas de cavalo-mecânico com capacidade de carga superior a 30 mil kg).


O novo Agrale 8500 TR tem como principais vantagens baixos custos de operação e aquisição. O modelo proporciona redução de aproximadamente 30%, em relação aos de veículos com cinco anos de uso e com características semelhantes, utilizados atualmente pelos CFCs e Auto-escolas para formação e habilitação de condutores.

“O Agrale 8500 TR cria uma nova opção para esses estabelecimentos que, normalmente, adquirem veículos usados, com custos operacionais e de manutenção bem maiores e vida útil consideravelmente menor. A legislação limita a 15 anos a idade do caminhão utilizado para esta finalidade e os cavalos-mecânicos convencionais (PBT superior a 30 toneladas) são mais caros e onerosos, mesmo usados. Somente no quesito consumo de combustível a redução pode chegar a 70%”, explica Ubirajara Choairi dos Santos, gerente nacional de vendas de veículos.

Desenvolvido a partir do caminhão Agrale 8500 convencional, esse modelo possui quinta roda original de fábrica - exigência da legislação para a utilização pelos CFCs e Auto-escolas – e entre-eixos menor. “O processo de desenvolvimento e a validação do novo modelo levou cerca de 12 meses e foi feito com base nas necessidades e expectativas dos clientes em potencial”, finaliza Choairi.

Equipado com freio de acionamento totalmente a ar e capacidade de carga de 5.250 kg, o Agrale 8500 TR possui motor MWM 4.10 TCA Euro III (quatro cilindros), com potência de 115 cv a 2.400 rpm e torque de 392 Nm a 1.500 rpm, caixa de câmbio EATON de cinco marchas e direção hidráulica. Também é equipado com o eixo de tração Dana, caixa de câmbio Eaton e sistema de direção ZF Servocom.

* Press Release/Agrale S.A.

>>> AGORA É FLEX

Kia Soul 1.6 16V 2011! Com o motor flex, o Soul ganha desempenho e mantém o bom consumo da versão a gasolina.

A partir do fim do ano, o Kia Soul vai se diferenciar nas ruas não só pelo design original, mas também pela motorização. Ele será o primeiro modelo da marca a ter motor flex. Ele fará parte de um clube que tem poucos estrangeiros como sócios. Além dele, há apenas alguns poucos mexicanos da Ford, VW e Nissan. Entre os coreanos, ele é o primeiro. O modelo mostrado aqui é uma das primeiras unidades a desembarcar no Brasil, destinado ao processo de homologação. A Kia ainda não divulgou detalhes, mas sabe-se que, além de virar flex, o 1.6 16V que tinha 124 cv de potência a 6 300 rpm e 15,9 mkgf de torque a 4 200 rpm agora rende 126 cv/130 cv a 6 300 rpm e 16/16,5 mkgf a 4 500 rpm. Sempre com gasolina e álcool, respectivamente.

O novo sistema de injeção foi desenvolvido pela própria Kia, que já trabalhava nessa tecnologia antes de lançar o Soul. Além dele, o sedã Cerato (com o mesmo motor) e depois o compacto Picanto (com motor 1.0) também se tornarão flex. Todo o trabalho foi feito pela matriz, na Coreia. Os engenheiros começaram por analisar amostras de etanol enviadas do Brasil. Fizeram ensaios com motores convertidos em bancos de provas e só então desembarcaram por aqui, já para os testes finais em condições reais de uso.


É verdade que não podemos chamar o Soul de velho conhecido – afinal, ele está entre nós há apenas 13 meses. Na versão flex, ele confirma as características de confortável e fácil de manobrar. A direção é bem leve, os pedais não exigem esforço. Nas curvas, em razão do alto centro de gravidade, ele inclina um pouco, mas nada assustador. A suspensão cumpre seu papel de manter o carro em contato com o asfalto. O acabamento continua bem cuidado, com materiais de qualidade e variação de texturas, no painel. O isolamento acústico é eficiente graças, entre outras coisas, às duplas guarnições das portas e à forração do teto.

Por coincidência, a unidade 2011 testada tinha as mesmas características da versão que avaliamos no teste de estreia do carro em agosto de 2009. Além do câmbio manual, ela trazia rodas de aro 18, com pneus 225/45 R18. E isso facilitou a comparação.


De modo geral, assim como não apresentou mudanças no comportamento dinâmico, o Soul flex mostrou desempenho próximo ao do seu antecessor. Houve uma boa evolução nas retomadas. De 60 a 100 km/h em quarta marcha, por exemplo, vemos que o Soul flex fez 11,5 segundos no álcool e 11,6 na gasolina – no primeiro teste, o tempo havia sido de 14,8 segundos. E o resultado é ainda melhor no consumo. Com álcool, o Kia 2011 alcançou 7,7 km/l na cidade e 10,9 km/l na estrada. Usando gasolina, ficou com 10,8 e 13,7 km/l, respectivamente. A versão 2009, por sua vez, registrou 11,1 km/l no ciclo urbano e 13,1 km/l no rodoviário. Com álcool, o rendimento foi bom e, com gasolina, teve pouca variação.

O único ensaio em que o Soul flex teve um desempenho aquém do de seu antecessor foram as arrancadas de 0 a 100 km/h. Em 2009, o Soul acelerou em 10,9 segundos, com gasolina. Agora, precisou de 11,9 com gasolina e de 11,4 com álcool. Esse resultado surpreende, uma vez que foi o único indicador inferior no desempenho. Ainda mais se levarmos em conta o aumento no volume de torque, mesmo que chegando mais tarde. Uma justificativa provável poderia estar no funcionamento falho da embreagem, que prejudicaria as largadas e as trocas de marchas. Contudo, isso é apenas uma hipótese não comprovada. Procuramos saber os números oficiais de fábrica para o carro nesse teste, mas a Kia falou que ainda não possuía esses resultados. Um engenheiro disse apenas que o esperado era que o desempenho fosse melhor, com álcool.


A Kia afirma que o motor flex será a única novidade apresentada pelo Soul na linha 2011, mas o protótipo que ela nos emprestou trazia algumas mudanças que seriam bem-vindas se chegassem por aqui. Por fora, as maçanetas, que antes eram do tipo concha, ancoradas na parte superior, nesta unidade são na forma de alça, presas pelas extremidades. São mais bonitas e dão mais firmeza no caso de alguém precisar abrir a porta em uma emergência. Internamente, a novidade são os botões do ar-condicionado. Antes havia três comandos redondos; agora o conjunto é formado por teclas e apenas um botão giratório.

Em nosso teste de ruído, na marcha lenta, o nível ficou aquém do limite inferior captado pelo decibelímetro, que começa em 34 dB (A). Mas, como nem tudo é perfeito, na versão avaliada ainda faltava tampão no compartimento de bagagem e o revestimento das portas permanecia inteiramente de plástico. Em relação aos equipamentos, o banco do motorista tem regulagem de altura, mas falta ajuste de profundidade para o volante, que só pode ser movimentado na altura. No painel, pode-se ver a relação de músicas armazenadas no sistema de som, mas ainda se sente a ausência de itens como computador de bordo e até uma prosaica trava automática para as portas.


Lançado no Brasil no fim de julho de 2009, o Soul teve um início de vendas dificultado por falta de produto, uma vez que os lotes importados da Coreia, com cerca de 300 unidades/mês, eram insuficientes para atender o mercado. Quando o fornecimento se normalizou, ele deslanchou, superando a média de 700 carros, nos últimos meses. Agora, com a chegada da versão flex, a Kia espera vender ainda mais unidades, mas até que a novidade esteja nas vitrines pode ser que volte a faltar Soul nas lojas.

* Texto: Paulo Campo Grande Fotos: Christian Castanho
Revista Quatro Rodas.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

>>> PROPAGANDA


Há 74 anos! Dificilmente ainda existe algum modelo que sobreviveu para contar a própria história, então somente nos resta apreciar este cartaz histórico.

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>>> 10 ANOS

Ducato completa 10 anos de produção no País!
O Fiat Ducato está comemorando 10 anos de fabricação no País. Líder do segmento de furgões grandes no mercado brasileiro por oito anos, o Ducato já acumulou nesta primeira década de produção nacional 55 mil unidades emplacadas. De acordo com a fabricante italiana, atualmente, o Ducato possui 36% de participação em seu segmento. Para se ter uma ideia da evolução das vendas do veículo no País, no ano 2000, a participação do furgão era de 6,7%, graças às 1.860 unidades emplacadas no período.


A expectativa para este ano é de que o modelo atinja mais de 11 mil exemplares emplacados. Desenvolvido para transporte de passageiros ou de cargas, o Fiat Ducato é oferecido em oito versões – Cargo 7,5 m³, Cargo L 9,0 m³, Combinato (9+1 passageiros), Minibus (15+1 passageiros), Minibus Teto Alto (15+1 passageiros), Multi Teto Alto (específica pra transformação), Maxi Cargo 10 m³ e Maxi Cargo 12 m³.

O modelo oferece ainda diversas possibilidades de transformação, podendo ser utilizado para diferentes aplicações, como veículo comercial, executivo, escolar, delegacia móvel, ambulância, unidade de resgate, veículo de frigorífico, transporte de pessoas portadoras de necessidades especiais, entre outras. O Ducato é equipado com o bloco Multijet Economy, apto a entregar 127 cavalos de potência a 3.600 rpm e torque de 30,7 kgfm a 1.800 rpm.

* Redação/Carsale.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

>>> IMAGEM DA SEMANA


Picape Ford F-1 1949, restaurada em todos os detalhes da época, inclusive a carga de frutinhas silvestres! Colírio para os olhos...

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>>> MAZDA 5

Mazda revela preços da minivan 5 nos EUA.

A Mazda anunciou oficialmente os preços da nova minivan, Mazda 5, para o mercado norte-americano. O modelo que começa a ser vendido em janeiro de 2011, contará com três versões: Sport, Touring e Grand Touring, todas equipadas com motor 2.5 de 157 cv, acoplado a uma transmissão manual de seis marchas ou automática de cinco velocidades.


Na lista de itens de série, todas vêm com Dynamic Stability Control (DSC), controle de estabilidade, freios ABS, monitoramento da pressão dos pneus e airbags, entre outros acessórios.


Seus preços começam em US$ 19.990 dólares para a Sport, US$ 21.990 dólares da Touring e US$ 24.670 para a Grand Touring.

* Redação/Car Magazine.

>>> KOMBI DRAGSTER

Kombi vira dragster de 1.725 cavalos na Inglaterra, com motor movido a metanol!

Eis uma Kombi que você não gostaria de chamar para uma competição de arrancada. "Carinhosamente" chamada de Mental Breakdown (Colapso Mental, em uma tradução livre) a criação de Wayne Allman do condado britânico de Warwickshire tem chamado a atenção dos aficionados pela Kombi.


Do modelo original 1965 com a qual se baseia, apenas a cabine do motorista foi deixada intacta. O poder vem de um motor Supercharged Keith 8.4-V8 Hemi Black, unidade que funciona com metanol e oferece mais de 1.700 cv.


"Eu sempre amei a instalação de potentes motores, mas infelizmente acabava escolhendo os carros errados", disse Allman, que vai mostrar o modelo dragster nesta semana no Essen Motor Show, na Alemanha.

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