terça-feira, 19 de janeiro de 2010

>>> GRAND CHEROKEE

Jeep Grand Cherokee 2010: menos popular, mas melhor!
Sob a tutela da Fiat há um ano, a Chrysler - que também engloba as marcas Jeep e Dodge - anunciou oficialmente seus projetos para os próximos anos. Entre eles, está a renovação do Grand Cherokee, prevista para estrear ainda em 2010. O rascunho da quarta geração do Jeep foi mostrado na última edição do Salão de Nova York, em abril do ano passado.


Guardadas as devidas proporções para esta comparação, o Grand Cherokee significou, na década de 1990, o que o Porsche Cayenne é hoje para a classe emergente. Coloque, neste intervalo de tempo de quase duas décadas, todas as mudanças provocadas pela abertura do mercado nacional à importação para chegar a uma definição simplista daquilo que os dois modelos transmitem: importado, imponente e muito procurado pelos que desembolsam perto dos R$ 200 mil por um automóvel.

Naquela época, eram vários os aspirantes à classe social mais abastada, jogadores de futebol ou pagodeiros que ostentavam um Grand Cherokee na garagem. Longe de parecer preconceituoso com seu público alvo, o modelo tem no porte avantajado e no refinamento interno, além do motor possante, suas características mais marcantes.


No final do último ano, o mercado brasileiro recebeu uma versão com motor a diesel de 3,0 litros seis cilindros e acabamento denominado Limited, cotada a R$ 179.900, em dezembro (a tabela de janeiro ainda não foi divulgada). Um fôlego para quem roda na cidade, com consumo anunciado pela Jeep de 7,6 km/l em vias urbanas e de 11,6 km/l na estrada. Os pouco mais de 83 litros do tanque garantem autonomia de quase 500 quilômetros.

O bloco gera 215 cv de potência a 3.800 giros. Apesar de ser diesel, o ruído do propulsor é quase imperceptível, deixando para trás aquela velha imagem de motor barulhento. A força máxima de 51 kgfm é atingida em 1.600 rpm. Aliado ao bloco há um câmbio automático de cinco velocidades com opção de trocas manuais na alavanca.


A tração, chamada de Quadra Drive II, é permanente nas quatro rodas; dependendo do caso, a força é enviada para a roda que mais necessita. Em situações normais, no entanto, a tração é distribuída em 48% para o eixo da frente 52% para o traseiro. A reduzida pode ser acionada por meio de uma pequena alavanca ao lado da transmissão. É preciso, no entanto, parar o carro para ligá-la. Na dianteira, a suspensão independente garante mais estabilidade ao Cherokee, melhorando sua dirigibilidade. Na parte traseira, o conjunto dispõe de eixo rígido.

Numa rápida volta com o modelo na cidade, o Jeep pede para ser levado em terrenos que mostrem sua vocação: estrada ou terra. É neles que o desempenho do motor se desenvolve, podendo chegar à máxima de 200 km/h, conforme a montadora. No para e anda do trânsito, a direção hidráulica leve, a transmissão automática e os diversos confortos a bordo distraem o motorista. Em baixas rotações, no entanto, o V6 só fica na provocação para fazer voar o carro de mais de 2,5 toneladas.

Entre os mimos para o condutor, vale destacar o sistema interativo para falar ao celular e escolher músicas e vídeos, tudo por meio de sistema touch screen. Tanto os mostradores como os comandos possuem fácil visualização para os passageiros e, apesar do DNA americano, não há exagero nas luzes e desenhos dos mostradores.

Apesar do entre-eixos de 2,78 metros e do porte avantajado, ocupantes traseiros mais altos reclamam um pouco da verticalidade do banco e do pouco espaço para pernas. No porta-malas, há 455 litros disponíveis para carregar bagagens. Se elas forem pequenas, pode-se usar apenas a abertura do vidro da tampa do compartimento.


Com quase 20 anos de estrada, o Grand Cherokee continua sendo uma boa pedida para quem busca um carro que enfrente terrenos com adversidades, mas não abra mão do refinamento. Diferentemente da época em que povoava sozinho o sonho dos jogadores de futebol, no entanto, hoje conta com outros atacantes de peso, como Nissan Pathfinder, Mitsubishi Pajero Dakar, Toyota SW4, Hyundai Vera Cruz e Land Rover Discovery.

* Anelisa Lopes/iCarros.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

>>> VÍDEO DA SEMANA



Um pouco da "intimidade" de uma Vanagon (terceira geração da Kombi no exterior) ano 1982, modelo Westfalia (camping). Uma substituta à altura da nossa querida Kombi...

***

>>> CAYENNE VERDE

Preparadoras alemãs mostram suas versões ecologicamente corretas para o modelo Cayenne, da Porsche.

A alemã RUF Automobile GmbH, especializada na preparação e requinte de veículos de alto desempenho da Porsche, aproveitou o destaque dado ao tema meio ambiente, na Conferência Mundial do Clima (COP 15), em Copenhague, na Dinamarca, para apresentar sua mais nova criação: o primeiro SUV Cayenne 100% elétrico. Chamado de Stormster, o jipão é impulsionado por um motor elétrico capaz de gerar encorpados 372 cv de potência.


Segundo a RUF, o veículo, que pesa 2.670 kg, consegue sair do 0 (zero) e atingir os 100 km/h em 10 segundos, além de alcançar velocidade máxima de 150 km/h. Outro dado interessante fornecido pela empresa é que basta uma carga completa nas baterias de íon de lítio para que o Stormster oferecer uma autonomia para rodar até 200 km, em média. Quanto à modificações estéticas, a preparadora usou em rodas enormes de liga leve aro 22 e pneus medindo 295/30.


Localizada na cidade de Pfaffenhausen, situada na região sul da Alemanha, a empresa atua há 60 anos no segmento e já é conhecida pela criação do eRUF, um Porsche 911 elétrico, revelado pela primeira vez em público no Salão do Automóvel de Genebra de 2008. De acordo com a RUF, foi justamente esse conceito, chamado de Greenster, que serviu de base para a criação do Cayenne elétrico.

E o Grupo alemão Schaeffler, atuante no setor de componentes automotivos, também apresentou uma proposta 'amiga' do meio ambiente para o Porsche Cayenne, no congresso da publicação germânica ATZ/MTZ, realizado em dezembro do ano passado em Esslingen, na Alemanha. O CO2ncept -10%, Cayenne modificado pela Schaeffler, leva este nome justamente por possuir uma tecnologia que garante a redução de 10,1% do consumo de combustível.


E como um dos assuntos debatidos no evento é a diminuição de atrito no Powertrain, a empresa não perdeu a oportunidade de mostrar o modelo que recebeu melhorias no conjunto mecânico, para atingir índices reduzidos de emissão e consumo. Segundo Dr. Robert Plank, gerente corporativo de engenharia da Schaeffler, os avanços obtidos foram bastante significativos para a empresa, uma vez que não foi necessário fazer a troca do motor nem reduzir o peso do SUV para que o os objetivos fossem atingidos.

* Redação/Carsale.

sábado, 16 de janeiro de 2010

>>> TRANSFORMAÇÃO

Kombi 1953 ganha segunda chance através das mãos de restaurador norte-americano.
Selecionamos algumas imagens de uma verdadeira ressurreição automotiva, onde a protagonista, mesmo parada há 25 anos, teve a chance de mostrar que tem muitos quilômetros para rodar ainda. Podemos considerar que foi do lixo ao quase luxo, já que a Kombi 1953 em questão, modelo conhecido nos EUA como Barndoor, foi adaptada ao estilo Hoodride, onde veículos antigos são mantidos quase sem nenhum zelo na parte externa e geralmente têm motores modificados para render alguns cavalos a mais. Pelas fotos, dá para se ter uma pequena ideia do trabalho realizado...










***

>>> SEGURANÇA EM CASA

Ford monta caminhão modelo para bombeiros de sua fábrica.
Em iniciativa interna, a Ford montou e colocou em operação um novo e moderno caminhão de bombeiros para prevenção e combate a incêndios e outras emergências na fábrica em São Bernardo do Campo, SP. O equipamento, preparado sobre um modelo Cargo 1722e, vai reforçar também a estrutura do PAM - Plano de Auxílio Mútuo, que integra as empresas da região de São Bernardo do Campo para o atendimento a essas ocorrências. O novo caminhão possui tanque com capacidade para 5.000 litros de água, feito de aço inoxidável, e autobomba com força para lançar jatos a até 50 metros de distância, com vazão máxima de até 2.800 litros por minuto. É equipado ainda com um dispositivo misturador de espuma para combate ao fogo em líquidos inflamáveis.


Segundo Ernesto Huerta, gerente de Relações Trabalhistas e Segurança da Ford na América do Sul, o novo caminhão permite combater incêndio em vários locais, inclusive as áreas com hidrantes e pátios externos de veículos. "Ele é ágil, versátil e vai nos ajudar a dar o primeiro atendimento também em outros tipos de emergências, como vazamentos de produtos químicos".

Preparação Especial

O caminhão foi implementado pela Carbe, empresa especializada em veículos de bombeiros, sob medida para as necessidades da fábrica. Como o terreno do complexo industrial apresenta três níveis, com rampas, ele foi dotado de tração total (4x4). Tem também cabine dupla e capacidade para transportar cinco bombeiros. A autobomba é acionada pelo eixo cardan. Seus equipamentos incluem cilindros de ar respirável, maca, ferramentas, dispositivos para contenção de vazamento de produtos químicos, além de controles de pressão e vazão, sinalização de segurança e enrolamento elétrico de mangotinhos. O veículo conta com câmera de visão traseira e sensor de ré para manobras. Sua estrutura é feita de módulos de alumínio, imunes à corrosão que permitem reformas e alterações. Nove bombeiros foram destacados para operar o veículo 24 horas, em três turnos, e estão recebendo treinamento especial para conhecer todos os seus recursos.

* Redação/Revista Transpoonline.

>>> SSANGYONG & BRASIL

SsangYong dá prioridade a Brasil e China após a crise.
Em visita ao Brasil, mais especificamente a São Paulo, o diretor-executivo da SsangYong, Suk-Ho Lim, falou sobre o futuro da marca após o processo de recuperação e a crise financeira. Ele revelou que o país será essencial na reconstrução da empresa. Além disso, confirmou a chegada de um crossover para o fim do ano e de um inédito automóvel de passeio para 2013.

Após enfrentar a crise e quase pedir falência, a SsangYong precisou de uma ajuda de US$ 300 milhões do governo sul-coreano para não encerrar suas atividades. De quebra, precisou demitir dois mil funcionários. Agora recuperada, a companhia voltou ao volume mensal de seis mil unidades, alcançado antes da crise, e prevê chegar a oito mil carros por mês durante o ano. Ao todo, serão 96 mil veículos em 2010.

Brasil e China Como Prioridade

Lim revelou também que o Brasil será peça importante na caminha de recuperação da SsangYong. “O Brasil e a China não tomaram conhecimento da crise financeira internacional instalada no último trimestre de 2008. Mostraram muito vigor econômico. E são países também muito receptivos aos veículos 4×4, uma especialidade da SsangYong”, pontuou. Na opinião dele, estes mercados são fundamentais, entre os 98 em que ela está presente.

Novos Carros


Para se reforçar no mercado nacional, a SsangYong fará um lançamento por ano. Em outubro, a marca traz o primeiro deles: a versão definitiva do crossover conceitual C200. Ainda sem nome e desenhado por Giorgetto Giugiaro, o modelo será apresentado no Salão de Paris, em outubro, chegando pouco depois ao Brasil.


O lançamento por aqui acontece no Salão de São Paulo. Em 2013 chega um compacto premium, com motor 1.6 a gasolina, para sua escassa linha de automóveis de passeio.

* Redação/Portal All The Cars.

>>> TOYOTA SIENNA 2011

Fotos da nova geração da minivan da marca japonesa.
Uma das novidades do salão de Los Angeles, em dezembro do ano passado, foi o novo desenho da minivan Sienna, concorrente da Town & Country da Chrysler, além da Odissey, da Honda. Prestes a completar 12 anos de lançamento da primeira geração, a Toyota mais uma vez acerta em cheio no design e acabamento interno, como podemos conferir nas fotos abaixo...




***