sexta-feira, 3 de outubro de 2008

>>> KOMBI & HERÓDOTO

Aqueles que acompanham o trabalho do jornalista Heródoto Barbeiro conhecem seu apreço pela KOMBI, paixão esta que vem de tempos, segundo o próprio relata na entrevista concedida à Marcelo Goto, do portal Carsale, em abril de 2006:

http://carsale.uol.com.br/hotsite/entrevistas/entrevista5.shtml

Bom divertimento!

>>> MERCEDES-BENZ ACTROS

Actros da Mercedes-Benz é eleito "O Caminhão do Ano para 2009"
Por ocasião do Salão Internacional de Veículos Comerciais - IAA 2008, de Hanover, uma comissão de especialistas elegeu o novo Actros da Mercedes-Benz "O Caminhão do Ano 2009". Jornalistas especializados de 21 países da Europa reconheceram os avanços em economia, compatibilidade ambiental, segurança e conforto proporcionados por sua tecnologia inovadora.

Um bom exemplo de inovação tecnológica é a transmissão automatizada PowerShift 2, instalada de fábrica nos veículos rodoviários. Graças à atuação desse componente, a rotina diária dos motoristas de caminhão ficou ainda mais fácil.

A atual geração do Actros para transporte rodoviário, a terceira, chegou ao mercado no último mês de março. Outros membros da nova família Actros estão estreando no IAA 2008: um modelo para construção e um cavalo-mecânico pesado com capacidade para 250 toneladas de peso bruto total combinado - PBTC.

Desde que foi lançado, em 1996, mais de 600.000 unidades do Actros já foram vendidas. Todas as três gerações desse Mercedes-Benz ficaram na vanguarda do mercado e todas foram eleitas "O Caminhão do Ano" logo em sua data de estréia.


O Actros continua sendo o único caminhão que vem equipado com Active Brake Assist (assistência ativa de frenagem), também conhecida como Emergency Braking Assist (assistência emergencial de frenagem). Por meio da iniciativa "Tecnologia da Segurança", esse caminhão Mercedes-Benz é reconhecido no mercado como um caminhão cuja segurança vai muito além do esperado.

Primeiro caminhão com transmissão automatizada de fábrica

No novo Actros, a transmissão automatizada PowerShift 2 da Mercedes-Benz foi instalada como padrão, oferecendo um sensor de inclinação integrado, bem como um programa otimizado de mudanças de marchas. Um sistema refinado de sensores proporciona mudanças de marchas mais suaves e mais rápidas.

Motores econômicos e compatíveis com o meio ambiente

A linha Actros oferece uma variada gama com nove versões de potência de motores V6 de 11,9 litros e V8 de 15,9 litros. Esses motores destacam-se pela elevada potência, reduzido consumo de combustível e compatibilidade ambiental. Destaque para a tecnologia BlueTec, presente em mais de 200.000 caminhões.

Sistema eletrônico Telligent

O novo Actros foi o primeiro e continua sendo o único caminhão produzido em série que pode ser equipado com Active Brake Assist. Esse dispositivo opcional se baseia no controle de proximidade, funcionalidade ligada ao sistema eletrônico Telligent, que aciona a frenagem emergencial no caso de perigo de uma colisão com a traseira do veículo à frente.

O Telligent oferece outras funções de auxílio ao motorista. Por meio de um sinal acústico, o sistema avisa se o veículo está em risco de sair da pista. O controle de estabilidade garante uma segurança dinâmica para dirigir que reduz o risco de um semi-reboque derrapar. O controle de rodagem proporciona ao veículo maior equilíbrio, adequado-o às circunstâncias de dirigibilidade.

* portal Truck Brasil.

>>> LAND ROVER DEFENDER

Para quem gosta da dobradinha "aventura off-road" e "Land Rover", segue, na íntegra, reportagem publicada no portal Auto Esporte, onde é feito um relato minucioso sobre o comportamento do modelo Defender no seu habitat natural...

AVENTURA SEM FRESCURA

Esqueça os mimos oferecidos por utilitários esportivos. O Defender melhorou, mas ainda é o jipão para quem prefere curtir o off-road em estado bruto.

Céu azul, sem nuvens. Temperatura de 32°c em pleno inverno. Três Defender 110 ingleses à disposição dos jornalistas no estacionamento da pousada em palmas, capital do Tocantins. O cenário era mais do que convidativo para a jornada que vinha pela frente: dois dias para percorrer 736 km, sendo 514 deles em trechos fora-de-estrada. A expedição levaria aos arredores do Parque Nacional do Jalapão, no leste tocantinense. A bela região é a segunda menos povoada do país, à frente apenas da Floresta Amazônica – são 34 mil km² e 26 mil habitantes, uma média de 0,8 pessoa por km².

Raros também são os comboios de Land Rover por ali. Aos olhos curiosos dos moradores dos vilarejos por onde passávamos, os jipes pareciam reluzir como o capim dourado. A planta nativa das veredas do Jalapão reproduz o brilho metálico do ouro e ganha forma pelas mãos dos artesãos locais.

Se o comboio de Defender causou estranhamento aos que o viram, um dos modelos também pareceu desabituado ao solo brasileiro. No começo da viagem, ainda no asfalto, ele teve perda de potência e seu sistema de emergência começou a disparar. O dispositivo liga os piscas e destrava as portas depois de sofrer um impacto mais forte. Para o veículo funcionar normalmente era preciso desligá-lo e tirar a chave do contato. A falha, segundo a Land Rover, era em parafuso mal-apertado.


Descoberta a maneira de contornar o problema, seguimos em frente. Como quem tem os brios feridos por manifestar uma sensibilidade que não faz parte de suas características, o Defender logo mostrou seus atributos. Aos 60 anos, o jipe traz conjunto mecânico novo, com motor e câmbio que reforçam sua imagem de robustez.

Ainda no percurso asfaltado, foi possível atestar o ânimo do propulsor 2.4 turbodiesel de 122 cv de potência e 36,7 kgfm de torque, com 90% da força máxima disponíveis entre 2.200 e 4.350 rpm, segundo a Land Rover. O torque, 20% superior ao do antigo TDi5, garante boa desenvoltura: mesmo com cinco pessoas a bordo, mais um pouco de carga no bagageiro, é fácil e rápido atingir a velocidade máxima, limitada a 140 km/h. Vale destacar a boa qualidade da estrada, nova como o estado que cruza, criado na Constituição de 1988.


O desempenho é auxiliado pelo câmbio de seis marchas, com novo escalonamento: enquanto a primeira ficou 32% mais curta, a quinta e a sexta foram alongadas (em até 34%). No caso das duas últimas, a redistribuição das relações se reflete em maior conforto e menos ruídos. Além disso, melhora o consumo, que ficaria entre 9 e 10 km/l, e a emissão de CO2, de 3% a 6% menor que a do motor anterior, de acordo com a empresa.

O encurtamento da primeira marcha é vantajoso, especialmente nas saídas, subidas e na transposição de obstáculos. Com a reduzida acionada, a primeira marcha chega a ficar incomodamente curta.

No off-road, minha admiração por pilotos e navegadores de ralis de velocidade cresceu. O tempo seco fazia a poeira subir rapidamente do chão de terra e cascalho. Como vento era luxo, a nuvem de pó (ora branca como neblina, ora vermelho-alaranjada) não se dissipava, reduzindo a visão adiante e forçando o aumento da distância entre os veículos.


Além de pintar a paisagem e a carroceria do Defender, a poeira deixava rastros no painel e próximo às portas. Fosse pelas saídas de ar ou pelos vãos da vedação, ela se infiltrava no interior do jipe. Mas, se o novo sistema de climatização dá passagem para o pó, também garante o resfriamento rápido e uniforme da cabine sob o Sol do cerrado. O fluxo do ar está 50% maior, segundo a Land Rover.


O painel redesenhado permitiu a colocação dos controles de funções na parte central do console, deixando-os mais acessíveis. Ele também recebeu tratamento para reduzir ruídos e vibrações e um sistema de áudio com conexão para iPod como opcional. O toca-CD mostrou qualidade: lia o disco mesmo quando o Defender chacoalhava sobre as imperfeições da estrada. O quadro de instrumentos tem conta-giros e hodômetro digital em todas as versões, com fácil leitura. Sua iluminação por leds é emprestada do Discovery 3. O estilo ainda é simples, mas bem mais amigável.

Outra mudança significativa está nos bancos, maiores, mais largos e altos. Os traseiros agora ficam voltados para a frente (ainda bem) e dispostos em posição elevada em relação aos dianteiros para garantir visibilidade. As versões 110 e 130 trazem como opcional uma terceira fileira, com dois bancos individuais; no Defender 90, mais curto, eles são de série e ficam na segunda fila.

As melhorias são grandes, mas o jipe ainda é carente em ergonomia e espaço para os ocupantes. Quem viaja nos bancos de trás, por exemplo, fica com as pernas quase em ângulo de 90 graus e a cabeça a pouco mais de um palmo de distância do teto. Para o motorista também há inconveniente: os pedais deslocados para a esquerda, obriga-o a dirigir muito próximo da porta.

Faz falta a alça de apoio para o passageiro da frente. Provavelmente seja uma falha na hora de mudar a direção para o lado esquerdo, já que a alça está disponível para o condutor que, no máximo, vai usá-la como apoio para subir no veículo.

A expedição não teve trechos que levassem o Defender ao limite. Mas não foi difícil perceber suas habilidades nos terrenos arenosos ou com pedras e depressões. Nessas situações, a recomendação era acionar a reduzida e o bloqueio de diferencial. Impressiona a maneira como o veículo se transforma em um tratorzinho. Para cruzar trechos com erosões mais profundas, bastava engatar a primeira marcha em conjunto com os dois recursos 4x4 para avançar lentamente pelo terreno, sem fazer pressão sobre o acelerador.

O engate da reduzida, ao contrário do câmbio de marchas, pede doses extras de jeito e força. O bloqueio do diferencial é acionado na mesma alavanca, deslocando-a para a esquerda. A segurança é reforçada pela tração permanente e integral e pelo Controle Eletrônico de Tração, que atua com os freios ABS.


No segundo dia da viagem, dois Defender tiveram o cárter perfurado. A Land Rover diz que eles estavam com um cárter liso, em vez do chanfrado e o movimento da suspensão fazia o cardan tocar a peça, fissurando-a. Como o motor é usado por outra empresa, um erro de logística fez com que a Land Rover recebesse um lote trocado.

De acordo com a marca, dos 206 Defender importados, entre 10% e 15% podem repetir a falha. A marca vai entrar em contato com os proprietários para efetuar a troca da peça. Nas unidades ainda não comercializadas, a substituição será antes da venda.

* texto: Renata Viana de Carvalho/Auto Esporte.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

>>> IMAGEM DA SEMANA




E já que as notícias deste mês circulam em torno do tema "Salão do Automóvel", vamos relembrar aqui um carro conceito da Ford, denominado SYN-us, que foi apresentado ao público em 2005, no salão de Chicago, e que despertou reações maniqueístas: uns adoraram, outros detestaram... como todo projeto inovador, aliás...

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

>>> SCANIA 8x2

Scania apresenta ônibus 8x2 articulado para novo corredor de Curitiba
A Scania apresentou o primeiro chassis 8X2 articulado (foto, divulgação) desenvolvido especialmente para a Linha Verde, novo corredor de ônibus de Curitiba (PR) que será inaugurado no final do ano. A montadora fornecerá seis deles para a linha, cada um com capacidade para 186 passageiros.


Ônibus - O novo modelo nasceu de um projeto de ônibus articulado encomendado no final do ano passado pela URBS (Urbanização de Curitiba), gestora do transporte urbano da capital paranaense. O modelo deveria ter maior capacidade de passageiros para atender a futura Linha Verde, projetada para comportar um tráfego de 100 mil veículos por dia e que em sua primeira etapa terá 9,4 quilômetros de extensão, cortando dez bairros da capital.

Daí nasceu o chassis 8X2 articulado da Scania. Com 16,70 metros de comprimento, podendo chegar a 20,30 metros depois de encarroçado, ele tem capacidade máxima de 34.500 kg - sendo 7.500 kg no eixo dianteiro, 9.500 kg no eixo de apoio intermediário e 17.500 kg nos eixos traseiros. Para se ter uma idéia, o peso máximo admissível do chassis 6X2 articulado, do qual o novo modelo foi baseado, é de 25.000 kg – ou seja, quase 10.000 kg a menos.

De acordo com a montadora, o alongamento do chassi também exigiu modificações técnicas como a instalação de mais um par de freios e um radiador adicional na caixa de câmbio. Já o motor é um DC9 21 de 310 cv de potência, equipado com turbo e intercooler. “A operação foi complexa, porque acrescentamos um quarto eixo ao chassi. Com essa modificação, foi possível atender o aumento da capacidade de carga do ônibus, mas sempre mantendo as condições de segurança que um veículo dessa natureza requer”, revela o gerente executivo de negócios de vendas de ônibus da Scania, Wilson Pereira.

* Fonte: Canal do Transporte

>>> IVECO TRAKKER

Novo Trakker da Iveco chega neste mês nas revendas
O presidente da Iveco Latin America, Marco Mazzu, confirmou em Hanover, Alemanha, no Salão Internacional de Veículos Comerciais (IAA), o lançamento no próximo dia 14 de outubro do novo Trakker, um caminhão pesado “off-road” (fora-de-estrada) usado pelo setor canavieiro, construção civil, mineração e extração de madeira.


O novo modelo será produzido na fábrica de Sete Lagoas, em Minas Gerais, o que significa que os clientes brasileiros poderão contar com o Finame, como acontece com o restante dos caminhões da marca. A versão atual é montada em Córdoba na Argentina, operação que terá continuidade para atender ao mercado argentino e também a outros países da América do Sul.

>>> CHEVROLET ORLANDO

Revelado no Salão de Paris, utilitário mostra tendência à ser adotada pela GM
Apesar de ser um carro conceito, a minivan Orlando já está confirmada na linha de produção da Chevrolet nos próximos anos. Com capacidade para até sete passageiros em três fileiras de bancos escamoteáveis, o modelo provavelmente será equipado com um motor 2.0 turbodiesel de 150 cv e 27,65 kgfm de torque. A Chevrolet ainda informou que tem planos de comercializar o Orlando em vários países, não se concentrando apenas no mercado norte-americano.